Tópico das Casas

https://observador.pt/opiniao/uniao-...-casas-verdes/


Destaco só esta frase, porque já sei que a maioria não vai ler o artigo todo.[:D]


"A EPBD impõe a passagem obrigatória dos edifícios residenciais e unidades imobiliárias para a classe E até ao dia 1 de Janeiro de 2030 e até 1 de Janeiro de 2033 a transição para a classe D, sob pena de sanções que terão de ser aplicadas por cada um dos Estados-membros."

Burocracia habitual de bruxelas.

Actualmente, tudo o que reconstruído em larga escala já tem de ter classe C pelo menos, por isso isto vai impactar obras pequenas ou obrigar a melhoramentos em casas mais baratas.

Segundo um certificado energético que tenho aqui mais ou menos recente, 29,7% das certificações entre 2014 e 2018 são classe E e F.

Também não sei porque apresentam estatísticas desatualizadas quase 5 anos.[:D]

No site oficial dizem 20,3% que parto do princípio sejam todos, mas como não tem legendas, não tenho a certeza.

https://www.sce.pt/estatisticas/


Isso resolve-se bem ...

Os CE já são uma treta basta continuarem a ser iguais e declarativos.
 
https://observador.pt/opiniao/uniao-...-casas-verdes/


Destaco só esta frase, porque já sei que a maioria não vai ler o artigo todo.[:D]


"A EPBD impõe a passagem obrigatória dos edifícios residenciais e unidades imobiliárias para a classe E até ao dia 1 de Janeiro de 2030 e até 1 de Janeiro de 2033 a transição para a classe D, sob pena de sanções que terão de ser aplicadas por cada um dos Estados-membros."

Burocracia habitual de bruxelas.

Actualmente, tudo o que reconstruído em larga escala já tem de ter classe C pelo menos, por isso isto vai impactar obras pequenas ou obrigar a melhoramentos em casas mais baratas.

Segundo um certificado energético que tenho aqui mais ou menos recente, 29,7% das certificações entre 2014 e 2018 são classe E e F.

Também não sei porque apresentam estatísticas desatualizadas quase 5 anos.[:D]

No site oficial dizem 20,3% que parto do princípio sejam todos, mas como não tem legendas, não tenho a certeza.

https://www.sce.pt/estatisticas/

Nunca escrevi sobre isso para não ser o emigrante chato, mas estava admirado de na Alemanha isso ser um grande tópico, sempre com a palavra UE pelo meio, e Portugal que é da UE isso não era falado. Nem tudo é imposição da UE, mas obrigação de postos de carregamento de electicos, paneis solares, melhorias de eficiencia energetica, tanto para casas novas como para casas a construir, fundos para reconversão energética que está a diminuir a construção de casas novas em função de obras de reabilitação energética, casas usadas vendidas com "desconto" de milhares de euros para compensar pelas futuras obras, preocupações com a falta de mão de obra para se atingir as metas, aumento de condominos em 50 a 100 euros por mês para se começar a poupar para obras energéticas, etc... isso já é tudo noticias de ontem por aqui.
 
Para se ter uma ideia, com a tan anterior, €100k pagavam €39 de juros por mês. Com a nova vão ser €357.

O ratio capital/juros em cada prestação passa de 89/11% para 36/64%.

Mostra agora o MTIC de ambos..... ai é que se passa de pagar 1,2 casas para pagar 2.x casas :D
 
Nunca escrevi sobre isso para não ser o emigrante chato, mas estava admirado de na Alemanha isso ser um grande tópico, sempre com a palavra UE pelo meio, e Portugal que é da UE isso não era falado. Nem tudo é imposição da UE, mas obrigação de postos de carregamento de electicos, paneis solares, melhorias de eficiencia energetica, tanto para casas novas como para casas a construir, fundos para reconversão energética que está a diminuir a construção de casas novas em função de obras de reabilitação energética, casas usadas vendidas com "desconto" de milhares de euros para compensar pelas futuras obras, preocupações com a falta de mão de obra para se atingir as metas, aumento de condominos em 50 a 100 euros por mês para se começar a poupar para obras energéticas, etc... isso já é tudo noticias de ontem por aqui.

Acho normal, porque a Alemanha está mais impactada em termos energéticas e tem de fazer alterações. Certas ou erradas, não conheço o país para o dizer.


Mas cá nós temos jeito em dar a volta a leis.[:D]


À primeira vista não me atinge, mas eu gosto mesmo é de medidas que impactam classe média e baixa por burocracias parvas que o tempo estava a alterar de forma natural...[:D]
 
Bem, que filme administrativo para conseguir resgatar um PPR para o pagamento da prestação ao banco ao abrigo do decreto “da inflação”.

Só presencialmente no balcão (CGD, Fidelidade), ninguém sabia bem qual era o impresso ou o formulário electrónico necessário, confusões com o valor do IAS, nem sabem que papéis têm que mandar à Fidelidade, nem se o valor é creditado na conta ou se é descontado directamente ao valor da prestação…

Está a ser uma experiência gira.

[:D]
 
https://observador.pt/opiniao/uniao-...-casas-verdes/


Destaco só esta frase, porque já sei que a maioria não vai ler o artigo todo.[:D]


"A EPBD impõe a passagem obrigatória dos edifícios residenciais e unidades imobiliárias para a classe E até ao dia 1 de Janeiro de 2030 e até 1 de Janeiro de 2033 a transição para a classe D, sob pena de sanções que terão de ser aplicadas por cada um dos Estados-membros."

Burocracia habitual de bruxelas.

Actualmente, tudo o que reconstruído em larga escala já tem de ter classe C pelo menos, por isso isto vai impactar obras pequenas ou obrigar a melhoramentos em casas mais baratas.

Segundo um certificado energético que tenho aqui mais ou menos recente, 29,7% das certificações entre 2014 e 2018 são classe E e F.

Também não sei porque apresentam estatísticas desatualizadas quase 5 anos.[:D]

No site oficial dizem 20,3% que parto do princípio sejam todos, mas como não tem legendas, não tenho a certeza.

https://www.sce.pt/estatisticas/

Já vem tarde essa obrigação, foram décadas a construir pessimamente em Portugal, estão agora as pessoas a tremer de frio dentro de casa porque não tem isolamento nenhum e todo o calor gerado pelos aquecedores rapidamente se evapora. Uma vergonha.
 
Bem, que filme administrativo para conseguir resgatar um PPR para o pagamento da prestação ao banco ao abrigo do decreto “da inflação”.

Só presencialmente no balcão (CGD, Fidelidade), ninguém sabia bem qual era o impresso ou o formulário electrónico necessário, confusões com o valor do IAS, nem sabem que papéis têm que mandar à Fidelidade, nem se o valor é creditado na conta ou se é descontado directamente ao valor da prestação…

Está a ser uma experiência gira.

[:D]

Isto é mais para o outro tópico mas... qual é o decreto "da inflação"?

É que acho que estás a misturar duas coisas completamente distintas.

Eu já vou no 3º mês consecutivo a resgatar PPR na Fidelidade (o 1º no balcão e os restantes através de email) e, tirando os prazos e agora um engano no montante, tem corrido bem.
 
Bem, que filme administrativo para conseguir resgatar um PPR para o pagamento da prestação ao banco ao abrigo do decreto “da inflação”.

Só presencialmente no balcão (CGD, Fidelidade), ninguém sabia bem qual era o impresso ou o formulário electrónico necessário, confusões com o valor do IAS, nem sabem que papéis têm que mandar à Fidelidade, nem se o valor é creditado na conta ou se é descontado directamente ao valor da prestação

Está a ser uma experiência gira.

[:D]

Não sabem pq "não querem saber", a situação é a mesma dos reembolsos para pagamento de prestação de crédito antiga ...

Para venderem tretas são uma maravilha, mais que isso já é tudo complicado - de propósito...
 
Bem, que filme administrativo para conseguir resgatar um PPR para o pagamento da prestação ao banco ao abrigo do decreto “da inflação”.

Só presencialmente no balcão (CGD, Fidelidade), ninguém sabia bem qual era o impresso ou o formulário electrónico necessário, confusões com o valor do IAS, nem sabem que papéis têm que mandar à Fidelidade, nem se o valor é creditado na conta ou se é descontado directamente ao valor da prestação…

Está a ser uma experiência gira.

[:D]

É mais fácil pedir o resgate sem mais. No BCP/Ocidental é só um preencher o formulário (no meu caso é mesmo só assinar pois a gestora preenche-o) e menos de uma semana depois o $ cai na conta.
 
Já vem tarde essa obrigação, foram décadas a construir pessimamente em Portugal, estão agora as pessoas a tremer de frio dentro de casa porque não tem isolamento nenhum e todo o calor gerado pelos aquecedores rapidamente se evapora. Uma vergonha.

Depois não se queixem do preço das casas...

Aumentar o IMI (por exemplo visto que terão que aplicar "contraordenações") a quem não tem capacidade de €€ ou capacidade burocrática para gastar uns 5000€ ou 10000€ numa casa E ou F é de um pragmatismo a toda a linha.

Às vezes pareço aqui um gajo do bloco de esquerda a alertar para os aumentos de custos sem justificação.


Já existiram vários incentivos de aumento energético para os portugueses. Não consta que sejam muito usados pela classe média ou baixa.
 
Dados fresquinhos.

A tan do meu ch em março vai aumentar de 0,473% para 4,287%. Ou seja nonuplica.:sh)

Não obstante a prestação sobe "apenas" 52%.

A minha (a 12m) actualiza em Fevereiro com valores de Dezembro 2022.
Entretanto fiz um abatimento de 6% do valor da dívida e consegui baixar o spread de 1.15 para 1%..

Estou á espera de valores certos mas estimo um aumento de 40%.
 
Bem, que filme administrativo para conseguir resgatar um PPR para o pagamento da prestação ao banco ao abrigo do decreto “da inflação”.

Só presencialmente no balcão (CGD, Fidelidade), ninguém sabia bem qual era o impresso ou o formulário electrónico necessário, confusões com o valor do IAS, nem sabem que papéis têm que mandar à Fidelidade, nem se o valor é creditado na conta ou se é descontado directamente ao valor da prestação…

Está a ser uma experiência gira.

[:D]

Estou a passar pelo mesmo... inferno de burocracias... ninguém se entende.
 
A minha (a 12m) actualiza em Fevereiro com valores de Dezembro 2022.
Entretanto fiz um abatimento de 6% do valor da dívida e consegui baixar o spread de 1.15 para 1%..

Estou á espera de valores certos mas estimo um aumento de 40%.

O teu indexante sobe de -0,502% para 3,026%.

Assumindo tb a baixa do spread, a tan era em 22 de 0,648% e vai passar em 23 para 4,026%.
 
Estou a passar pelo mesmo... inferno de burocracias... ninguém se entende.

Qual é o problema?

Pediste o resgate do valor do IAS ao abrigo do regime excecional e temporário?
Ou o pagamento de prestações do CH? (que "sempre" esteve previsto na lei)

São coisas totalmente distintas.
 
Bem, que filme administrativo para conseguir resgatar um PPR para o pagamento da prestação ao banco ao abrigo do decreto “da inflação”.

Só presencialmente no balcão (CGD, Fidelidade), ninguém sabia bem qual era o impresso ou o formulário electrónico necessário, confusões com o valor do IAS, nem sabem que papéis têm que mandar à Fidelidade, nem se o valor é creditado na conta ou se é descontado directamente ao valor da prestação…

Está a ser uma experiência gira.

[:D]

Se quiseres mando-te o formulário que a gestora da CGD me enviou, ressalvando que estava sempre a ser atualizado e que tinha de ser entregue presencialmente.

Eu acabei por protelar uns tempos o resgate mensal (no meu caso no valor do IAS), dado que o PPR se encontra no vermelho, mas a recuperar com o crescimento dos mercados neste JAN23.
 
A nossa prestação é atualizada de acordo com a Euribor 12M em agosto.
Se não tivéssemos feito as amortizações a prestação estava mais alta 25%.
Mas este ano se continuar a tendência de subida se não fizéssemos amortizações estimo que subiria uns 75% em relação ao valor inicial.

O que custa é ver as centenas de euros em juros.
Surreal
 
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