Pessoalmente, os meus créditos à habitação foram sempre contratados pelo prazo máximo permitido.
Enquanto as taxas de juros estiveram baixas, não compensou amortizar, e o dinheiro foi utilizado para outros fins (formação/educação, negócios, investimentos, etc...)
Agora que as taxas de juros estão a aumentar, temos amortizado no capital em dívida, nunca no prazo.
Por uma razão muito simples: num empréstimo com prazo mais longo, sou que controlo o valor adicional que pretendo amortizar (num mês posso amortizar mais ou menos, ou mesmo não amortizar nada...)
Num empréstimo com prazo mais curto, obviamente que amortizo mais depressa, mas como sou sempre obrigado a pagar uma prestação mais alta, fico mais condicionado na minha amortização adicional.
A desvantagem do empréstimo mais longo é que acabo por pagar mais juros, mas é o "preço" a pagar por esta opção...
Honestamente, nem sei se os bancos em Portugal permitem alterar o prazo do empréstimo sem haver nova renegociação das condições do empréstimo...