SilverArrow
Moderador
A única forma de baixar preços é pôr as câmaras a construir a preço controlado para as classes média e média-baixa, idealmente em terreno camarário. Elimina-se a margem de lucro do dono de obra e das imobiliárias.Por outro lado são empreendimentos maiores que já atraem empresas de construção de maior dimensão.
Agora se há competência nas autarquias para o fazer , são outros 500!
A ideia base é gira e boa, mas nunca, nunca irá funcionar.
Até basta ver o projecto para o Restelo. No programa de Renda acessível.
Eram mais de 600 casas num misto de apartamentos para venda e uns para renda acessível. (30% venda, 70% reda)
Depois em consulta pública e afins, reduziram os 11 edifícios para 9. e as casas para 578.
Depois reduziram outra vez, os pisos de 9 para 6 e as casas de 578 para 460.
Depois passou tudo a ser renda acessível.
Depois eram 80 milhões de investimento.
Depois era para começar em out de 2021.
Estamos em 2023... E o que há feito? Zero!
As rendas faladas seriam de 200 a 800€ por um T3.
O que terá um impacto enorme no desvalorizar da zona. E que tem sido a grande guerra da junta de freguesia.
E para alguém se candidatar se for um casal o limite máximo de IRS é de 45.000€
A verdade é que nunca se vai fazer nada, não há casas para quem quer comprar, não há casas para quem quer alugar.
E ao mesmo tempo impõem limites a quem quer casa ficando a classe média fora de tudo. Não consegue comprar e não pode participar na renda acessível.