Tópico das Casas

É uma solução encontrada pelos construtores para rentabilizar ao máximo o espaço. Em vez de um prédio dar para x apartamentos, com essa solução dá para x+y...
99% dos apartamentos novos em londres têm essa configuração.
Essa solução vê-se em praticamente todas as mc mansions novas, onde espaço é tudo menos problema.
 
Agora sou que preciso de ajuda:

Vou vender um imóvel a um jovem casal. Um deles é de nacionalidade brasileira e o outro de nacionalidade Portuguesa. São casados, mas apesar disso, o de nacionalidade brasileira só tem direito à nacionalidade Portuguesa lá para 2020.

O crédito bancário pode ir no nome dos 2 ou obrigatoriamente só pode ir em nome de um dos conjugues (neste caso o de nacionalidade Portuguesa)? É que a casa vai ficar em nome dos dois, até porque julgo que são casados em regime de bens adquiridos.


Tranquilo, é como se fossem os dois portugueses. Sendo casados têm direito a autorização de residência, se essa parte estiver regularizada no banco apresenta a autorização de residência em vez do cartão de cidadão e o processo é rigorosamente igual ao de 2 portugueses.

No meu caso a minha mulher não é portuguesa e quando fomos pedir o crédito foi assim que se processou, visto que ela está legal cá, trabalha, paga impostos, etc...

Pediram documentos de identificação ela simplesmente apresentou o cartão de residente e o numero de contribuinte ( o cartão dela na altura ainda era o antigo, o atual é idêntico ao nosso CC, já tem tambem o NIF) e a partir dai a nacionalidade não interessou para mais nada. Se for esse o caso deles podem pedir crédito em nome dos dois sem qualquer problema.
 
Gosto do conceito de cozinha aberta mas para mim não dá.
Tenho 4 filhos e empregada full time, a cozinha é como que o espaço deles.
Como se algum dia conseguisse estar na sala e ela a cozinhar ou engomar ali.
 
Por curiosidade podes descrever o perfil da tua amiga?

Se quiseres claro.

Desperta-me curiosidade o perfil Português que assume um T2 de 330 mil € nos arredores de Lisboa... [:D]

Nesse condomínio 330k era o valor que começavam os T2. Havia vários a 360-370 e mesmo para lá dos 380 (andares mais altos com varanda/terraço maior ou Piso 0 com jardim privativo além do terraço).

A rapidez com que fui tudo vendido indica que o preço foi certeiro. Desapareceu tudo em pouco mais de 2 dias úteis.

E percebe-se:
1. Design. É um condomínio "bonito" (provavelmente dos projectos mais engraçados dos últimos tempos que anda por aí), com imensos espaços verdes, uma piscina com ar "natural" que foge do azulão habitual, com boa orientação solar (apartamentos ou virados a sul/sudoeste ou virados a oeste).
2. Acabamentos. Tive acesso à lista dos materiais (porque estive mesmo para comprar) e posso dizer-vos que encontrava-se desde mármores de Estremoz nos WC e bancada do terraço, a soalho fluente com boas madeiras, terraço com deck de madeira também...genericamente tudo de bom nível e bom gosto
3. Bons espaços exteriores (no mínimo tens uma varanda generosa de 20m2 e podes ter terraços que chegam aos 43m2) e os apartamentos foram desenhados não só para a sala mas também os quartos terem acesso a esse espaço exterior "prolongando a casa".
4. Vista desafogada para o vale do Jamor e a sua mancha verde (e até mesmo uma nesga de mar nos andares mais altos). Acresce que fica mesmo no eixo da ciclovia ("eixo verde-azul") que vai ser construída e permitir a qualquer residente chegar ao passeio marítimo de Oeiras com enorme facilidade...pegar na bike e chegar ao rio/mar com enorme facilidade é qualidade de vida...
5. São bons arredores de Lisboa, estás próximo do acesso da A5 pelo Estádio Nacional uu por Carnaxide/Linda-a-velha, CREL e até podes aceder ao IC19 com "relativa" facilidade pela estrada que liga a Queluz.

O grande senão, a meu ver, eram as áreas curtas, tanto para T2 (à volta dos 90m2) como T3 (à volta dos 120) e o facto de só estar finalizado em 2020. Espaços de arrumação não abundavam, sem despesa individualizada, cozinha completamente aberta para a sala (tens fãs e críticos, depende do que valorizas).

Btw, as exigências financeiras também eram puxadas. Do que me lembro 10k para reservar, CPCV em 10 dias úteis totalizando 20%, 6 meses depois 15%, 6 meses após mais 15% e só 50% na escritura. Não é qualquer um que consegue isso.
 
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Nesse condomínio 330k era o valor que começavam os T2. Havia vários a 360-370 e mesmo para lá dos 380 (andares mais altos com varanda/terraço maior ou Piso 0 com jardim privativo além do terraço).

A rapidez com que fui tudo vendido indica que o preço foi certeiro. Desapareceu tudo em pouco mais de 2 dias úteis.

E percebe-se:
1. Design. É um condomínio "bonito" (provavelmente dos projectos mais engraçados dos últimos tempos que anda por aí), com imensos espaços verdes, uma piscina com ar "natural" que foge do azulão habitual, com boa orientação solar (apartamentos ou virados a sul/sudoeste ou virados a oeste).
2. Acabamentos. Tive acesso à lista dos materiais (porque estive mesmo para comprar) e posso dizer-vos que encontrava-se desde mármores de Estremoz nos WC e bancada do terraço, a soalho fluente com boas madeiras, terraço com deck de madeira também...genericamente tudo de bom nível e bom gosto
3. Bons espaços exteriores (no mínimo tens uma varanda generosa de 20m2 e podes ter terraços que chegam aos 43m2) e os apartamentos foram desenhados não só para a sala mas também os quartos terem acesso a esse espaço exterior "prolongando a casa".
4. Vista desafogada para o vale do Jamor e a sua mancha verde (e até mesmo uma nesga de mar nos andares mais altos). Acresce que fica mesmo no eixo da ciclovia ("eixo verde-azul") que vai ser construída e permitir a qualquer residente chegar ao passeio marítimo de Oeiras com enorme facilidade...pegar na bike e chegar ao rio/mar com enorme facilidade é qualidade de vida...
5. São bons arredores de Lisboa, estás próximo do acesso da A5 pelo Estádio Nacional uu por Carnaxide/Linda-a-velha, CREL e até podes aceder ao IC19 com "relativa" facilidade pela estrada que liga a Queluz.

O grande senão, a meu ver, eram as áreas curtas, tanto para T2 (à volta dos 90m2) como T3 (à volta dos 120) e o facto de só estar finalizado em 2020. Espaços de arrumação não abundavam, sem despesa individualizada, cozinha completamente aberta para a sala (tens fãs e críticos, depende do que valorizas).

Btw, as exigências financeiras também eram puxadas. Do que me lembro 10k para reservar, CPCV em 10 dias úteis totalizando 20%, 6 meses depois 15%, 6 meses após mais 15% e só 50% na escritura. Não é qualquer um que consegue isso.
No fundo 3k por m2 números redondos, com piscina etc. Isso é arredores onde? Não premium assumo eu..
 
Um bom extrator custa quase tanto como algumas cozinhas. A malta fala sem saber.

Entretanto estou para avançar com construção de moradia e essa foi a solução que adoptámos, pois para o nosso modo de vida será o ideal, certo é que pouco cozinhamos em casa porém com um bom exaustor não haverá problemas com cheiros, agora se falam em exaustores de 700/800€ do ikea não há milagres.
 
Nesse condomínio 330k era o valor que começavam os T2. Havia vários a 360-370 e mesmo para lá dos 380 (andares mais altos com varanda/terraço maior ou Piso 0 com jardim privativo além do terraço).

A rapidez com que fui tudo vendido indica que o preço foi certeiro. Desapareceu tudo em pouco mais de 2 dias úteis.

E percebe-se:
1. Design. É um condomínio "bonito" (provavelmente dos projectos mais engraçados dos últimos tempos que anda por aí), com imensos espaços verdes, uma piscina com ar "natural" que foge do azulão habitual, com boa orientação solar (apartamentos ou virados a sul/sudoeste ou virados a oeste).
2. Acabamentos. Tive acesso à lista dos materiais (porque estive mesmo para comprar) e posso dizer-vos que encontrava-se desde mármores de Estremoz nos WC e bancada do terraço, a soalho fluente com boas madeiras, terraço com deck de madeira também...genericamente tudo de bom nível e bom gosto
3. Bons espaços exteriores (no mínimo tens uma varanda generosa de 20m2 e podes ter terraços que chegam aos 43m2) e os apartamentos foram desenhados não só para a sala mas também os quartos terem acesso a esse espaço exterior "prolongando a casa".
4. Vista desafogada para o vale do Jamor e a sua mancha verde (e até mesmo uma nesga de mar nos andares mais altos). Acresce que fica mesmo no eixo da ciclovia ("eixo verde-azul") que vai ser construída e permitir a qualquer residente chegar ao passeio marítimo de Oeiras com enorme facilidade...pegar na bike e chegar ao rio/mar com enorme facilidade é qualidade de vida...
5. São bons arredores de Lisboa, estás próximo do acesso da A5 pelo Estádio Nacional uu por Carnaxide/Linda-a-velha, CREL e até podes aceder ao IC19 com "relativa" facilidade pela estrada que liga a Queluz.

O grande senão, a meu ver, eram as áreas curtas, tanto para T2 (à volta dos 90m2) como T3 (à volta dos 120) e o facto de só estar finalizado em 2020. Espaços de arrumação não abundavam, sem despesa individualizada, cozinha completamente aberta para a sala (tens fãs e críticos, depende do que valorizas).

Btw, as exigências financeiras também eram puxadas. Do que me lembro 10k para reservar, CPCV em 10 dias úteis totalizando 20%, 6 meses depois 15%, 6 meses após mais 15% e só 50% na escritura. Não é qualquer um que consegue isso.

essas condições são puxadas! Principalmente os 15% aos 6 meses...
 
Projectos em planta são sempre um risco.
Por vários motivos mas dou já um exemplo dum caso que conhço de perto.

Acaba a obra e um problema técnico empatou a atribuição de licença de habitabilidade durante mais 2 anitos. 5 anos para entrar dentro de casa.

Empreiteiros que apresentam insolvência : o clássico.

Etc.

Mas sim: pode-se ganhar dinheiro nos casos em que se compra barato.
 
Sem perceber muito de casas, desde já digo que apesar dos preços elevados para a grande maioria dos portugueses, o projeto, tendo em conta as fotos, quer dos apartamentos, quer do condomínio em si, parecem-me muito acima da média.

Se tem em vista um cliente que gosta do que é bonito e dá no olho? Certamente

Mas quem não gostaria de ter todos aqueles serviços disponíveis? Só quem ou não pode ou não quer gastar dinheiro, isto de forma geral.

Mas posso sempre deixar o desafio de colocarem apartamentos da mesma tipologia melhores e mais em conta.[;)]
 
Nesse condomínio 330k era o valor que começavam os T2. Havia vários a 360-370 e mesmo para lá dos 380 (andares mais altos com varanda/terraço maior ou Piso 0 com jardim privativo além do terraço).

A rapidez com que fui tudo vendido indica que o preço foi certeiro. Desapareceu tudo em pouco mais de 2 dias úteis.

E percebe-se:
1. Design. É um condomínio "bonito" (provavelmente dos projectos mais engraçados dos últimos tempos que anda por aí), com imensos espaços verdes, uma piscina com ar "natural" que foge do azulão habitual, com boa orientação solar (apartamentos ou virados a sul/sudoeste ou virados a oeste).
2. Acabamentos. Tive acesso à lista dos materiais (porque estive mesmo para comprar) e posso dizer-vos que encontrava-se desde mármores de Estremoz nos WC e bancada do terraço, a soalho fluente com boas madeiras, terraço com deck de madeira também...genericamente tudo de bom nível e bom gosto
3. Bons espaços exteriores (no mínimo tens uma varanda generosa de 20m2 e podes ter terraços que chegam aos 43m2) e os apartamentos foram desenhados não só para a sala mas também os quartos terem acesso a esse espaço exterior "prolongando a casa".
4. Vista desafogada para o vale do Jamor e a sua mancha verde (e até mesmo uma nesga de mar nos andares mais altos). Acresce que fica mesmo no eixo da ciclovia ("eixo verde-azul") que vai ser construída e permitir a qualquer residente chegar ao passeio marítimo de Oeiras com enorme facilidade...pegar na bike e chegar ao rio/mar com enorme facilidade é qualidade de vida...
5. São bons arredores de Lisboa, estás próximo do acesso da A5 pelo Estádio Nacional uu por Carnaxide/Linda-a-velha, CREL e até podes aceder ao IC19 com "relativa" facilidade pela estrada que liga a Queluz.

O grande senão, a meu ver, eram as áreas curtas, tanto para T2 (à volta dos 90m2) como T3 (à volta dos 120) e o facto de só estar finalizado em 2020. Espaços de arrumação não abundavam, sem despesa individualizada, cozinha completamente aberta para a sala (tens fãs e críticos, depende do que valorizas).

Btw, as exigências financeiras também eram puxadas. Do que me lembro 10k para reservar, CPCV em 10 dias úteis totalizando 20%, 6 meses depois 15%, 6 meses após mais 15% e só 50% na escritura. Não é qualquer um que consegue isso.


O tamanho das divisões é "apenas" a característica de uma casa que mais valorizo, é que os acabamentos e os equipamentos podem ir sendo melhorados ao longo do tempo, já o tamanho das divisões nem por isso.
 
Não tenho muito contacto com essa realidade
Mas o último caso que soube era só 10k de entrada e o resto na escritura....

Num caso destes como se processa o crédito?
Ou no caso do T3 de 500.000€ é preciso pagar 50k + 50k + 75k + 75K do bolso?

Não é necessário entrares com tudo do teu bolso, podes acordar com o teu banco o adiantamento de montantes.
 
Não tenho muito contacto com essa realidade
Mas o último caso que soube era só 10k de entrada e o resto na escritura....

Num caso destes como se processa o crédito?
Ou no caso do T3 de 500.000€ é preciso pagar 50k + 50k + 75k + 75K do bolso?

Em muitos casos as empresas/empreiteiros só conseguem terminar as obras com estes montantes parcelados.

Estive interessado em adquirir um apartamento em planta, em que as condições de pagamentos são idénticas, no entanto a minha companheira recusou porque não arrisca a comprar em planta. Algumas semanas depois tive a informação que as obras estavam atrasadas porque houve derrapagem e o banco não pretendia financiar para além do montante inicial e neste momento necessitam do dinheiro dos compradores para terminar as obras.
 
Não vejo esse potencial de 100% de subida. Históricamente e em termos de imobiliário, Lisboa sempre foi a cidade mais cara do país e o Porto nunca foi a segunda cidade mais cara.
Históricamente o Porto acho que nunca chegou sequer ao top-10 das cidades mais caras de Portugal em termos de imobiliário. Há frente do Porto há cidades como Aveiro, Coimbra, Funchal, Cascais, Oeiras, Loulé, Albufeira, etc. em que os preços por m2 sempre foram e continuam a ser mais altos.

E ainda bem para os Portuenses. A mediana dos salários no Porto é significativamente inferior à de Lisboa. Seria uma calamidade para o seus habitantes se os preços do imobiliário se aproximassem dos de Lisboa.

Tens dados que suportem essa lista?

Não é que duvide de ti mas acho muito estranho essa lista. Tenho consciência que o Porto está "subvalorizado" (já aqui o disse) no entanto tinha ideia que apenas Cascais e talvez Albufeira estavam à frente do Porto.
 
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