Tópico das Casas

161.700€ com o coeficiente desvalorização de moeda.


Havia também muito mais oferta de habitação nessa altura.

Contando com os 2 anos antes e incluindo 1998 foram construídos 234.885 fogos.

Com os dados mais recentes de (2019, 2020 e 2021) foram só 48.586 fogos.


Agora novo, em Almada sinceramente não conheço construção nova mas haveria de andar por 400.000 para T4 acho eu.

4 assoalhadas é T3.

De qualquer das formas comparativamente aos dias de hoje os 110000 euros em 1998 pelo T3 com box, foram uma pechincha.
 
E carros não? É que estamos num fórum de carros. 😁

Tocas num ponto interessante, carros.
Da minha parte cá em casa se de 2001 a 2011 comprámos 4 veículos, nos últimos 12 anos nunca mais gastei dinheiro nisso, mantendo 3 veículos velhos e preferindo ter as casas pagas. O dinheiro não estica para todas as frentes.
 
Tens toda a razão.

Mas também já foi falado atrás, normalmente nos países mais ricos opta-se pela estabilidade (taxa fixa), nós que somos uns tesos temos de optar pelo que é mais barato no momento.

Talvez comece a mudar.

Eu já dei por mim a pensar que se tiver outro CH vou ponderar seriamente a taxa fixa.

Não é o mais barato no momento, neste momento está a ser a exceção e só para quem fez nos últimos anos. Mesmo assim quem fez nos últimos anos provavelmente ainda não recuperou o que pagou a mais. Já nem indo a quem fez taxa fixa há 10 anos por exemplo que perdeu dezenas de milhares de euros se a manteve.
As taxas fixas não têm sido minimamente competitivas.
Nos países que falas com certeza e por norma as taxas devem andar mais perto da taxa real com poucas variações.
Mesmo quem fez taxa fica a 2% ou 2,5% anda garante que daqui por 1 ano ou 2 já não esteja a perder.
 
Não é o mais barato no momento, neste momento está a ser a exceção e só para quem fez nos últimos anos. Mesmo assim quem fez nos últimos anos provavelmente ainda não recuperou o que pagou a mais. Já nem indo a quem fez taxa fixa há 10 anos por exemplo que perdeu dezenas de milhares de euros se a manteve.
As taxas fixas não têm sido minimamente competitivas.
Nos países que falas com certeza e por norma as taxas devem andar mais perto da taxa real com poucas variações.
Mesmo quem fez taxa fica a 2% ou 2,5% anda garante que daqui por 1 ano ou 2 já não esteja a perder.

Esta é daquelas coisas que só quando acaba o crédito é que se sabe. 😀

Até aos dias de hoje a variável tem compensado.

Quem fez nos últimos 2/3 anos e apanhou taxa fixa a 1.2 ou 1.3 provavelmente está a ganhar e muito neste momento.

Mas também penso que o escolher taxa fixa vai para além do ser mais barato ou mais caro, pode ser mesmo pela questão da estabilidade ao longo do contrato e essa estabilidade tem um preço

No nosso caso, a taxa variável está a “obrigar-nos” a fazer amortizações para que a prestação não dispare.

Se fosse taxa fixa estávamos muito mais tranquilos
 
Esta é daquelas coisas que só quando acaba o crédito é que se sabe. 😀

Até aos dias de hoje a variável tem compensado.

Quem fez nos últimos 2/3 anos e apanhou taxa fixa a 1.2 ou 1.3 provavelmente está a ganhar e muito neste momento.

Mas também penso que o escolher taxa fixa vai para além do ser mais barato ou mais caro, pode ser mesmo pela questão da estabilidade ao longo do contrato e essa estabilidade tem um preço

No nosso caso, a taxa variável está a “obrigar-nos” a fazer amortizações para que a prestação não dispare.

Se fosse taxa fixa estávamos muito mais tranquilos
Depende do valor da taxa fixa...
Não acredito que haja muita gente com taxas fixas de 1,2 ou 1,3%. Basta pensar no spread que os bancos cobram e associar alguma margem de risco para o Branco.
Pelos 2% sim, mais plausível, muito abaixo disso deve ser completamente residual.
Pelo menos a mim custa-me acreditar que alguém que fosse fazer um crédito e tivesse uma proposta de fixo com 1,2% recusasse, face a uma variável que teria à partida um spread bem perto de 1%, senão mesmo acima disso.

Em todo o caso a taxa média da euribor dos últimos 15 anos anda perto de 1% (muito graças às taxas negativas que tivemos).
 
Tocas num ponto interessante, carros.
Da minha parte cá em casa se de 2001 a 2011 comprámos 4 veículos, nos últimos 12 anos nunca mais gastei dinheiro nisso, mantendo 3 veículos velhos e preferindo ter as casas pagas. O dinheiro não estica para todas as frentes.
O exercício dos carros é sempre curioso, porque depende muito da dinâmica profissional e familiar de cada pessoa.

Por aqui percorreram-se mais de 550 mil km desde 2011, e chegaram duas crianças, portanto as trocas de carros são "inevitáveis". Já a média de km dos nossos carros pessoais é de 277 mil km, e de idades é de 19 anos (28+10).

A gestão do encargo da casa tem sido sempre feita de forma a que a mesma não represente uma preocupação ao fim do mês. Ainda há uns tempos, depois de uma semana alucinada a trabalhar entre 12 a 19h por dia, a minha mulher me lembrou que se quiser arriscar e sair, temos "margem". Por outro lado, depois de ver o meu pai a morrer aos 51 anos, enquanto lutava para pagar a casa, "esmagado" pela subida das taxas em 2008, fez-me ver a vida com outros olhos e tentar ao máximo não ser "refém" da casa. Mas isto vai da vivência e do mindset de cada um, e não existem certos e errados "absolutos".
 
Depende do valor da taxa fixa...
Não acredito que haja muita gente com taxas fixas de 1,2 ou 1,3%. Basta pensar no spread que os bancos cobram e associar alguma margem de risco para o Branco.
Pelos 2% sim, mais plausível, muito abaixo disso deve ser completamente residual.
Pelo menos a mim custa-me acreditar que alguém que fosse fazer um crédito e tivesse uma proposta de fixo com 1,2% recusasse, face a uma variável que teria à partida um spread bem perto de 1%, senão mesmo acima disso.

Em todo o caso a taxa média da euribor dos últimos 15 anos anda perto de 1% (muito graças às taxas negativas que tivemos).

Há 2 ou 3 anos, recusei 1,25% a 30 anos.. fiquei com euribor + spread 1,05.
 
Há 2 ou 3 anos, recusei 1,25% a 30 anos.. fiquei com euribor + spread 1,05.

Por algum motivo em especial recusaste isso? É que não faz qualquer sentido seja qual for o ponto de vista.
Só o Spred era quase igual à taxa que te propuseram. Atendendo a que a Euribor em média 8que é o que importa) estará sempre positiva e por norma até acima de 1.
 
Por algum motivo em especial recusaste isso? É que não faz qualquer sentido seja qual for o ponto de vista.
Só o Spred era quase igual à taxa que te propuseram. Atendendo a que a Euribor em média 8que é o que importa) estará sempre positiva e por norma até acima de 1.

Porque na altura que me ofereceram isso o objetivo era amortizar em 5-6 anos. Agora já não penso assim.

A TAN na altura penso que era 0,65, era mais ou menos metade. Lembro-me que o bancario me disse na altura que era grande taxa porque bastava a euribor ir para 0 para a TAN ser aquilo, esse bancario fez na altura com que muitos clientes dele passassem para fixa com essa taxa, nem sequer era transferência de credito, era só ativar um swap.
 
Depende do valor da taxa fixa...
Não acredito que haja muita gente com taxas fixas de 1,2 ou 1,3%. Basta pensar no spread que os bancos cobram e associar alguma margem de risco para o Branco.
Pelos 2% sim, mais plausível, muito abaixo disso deve ser completamente residual.
Pelo menos a mim custa-me acreditar que alguém que fosse fazer um crédito e tivesse uma proposta de fixo com 1,2% recusasse, face a uma variável que teria à partida um spread bem perto de 1%, senão mesmo acima disso.

Em todo o caso a taxa média da euribor dos últimos 15 anos anda perto de 1% (muito graças às taxas negativas que tivemos).

Penso que já o disse mas nós quando fizemos CH não me lembro da funcionária do banco nos ter apresentado taxa fixa.

Isto em 2021 mas penso que houve um colega aqui do fórum que fez no mesmo ano com taxa fixa por 1.2 ou 1.3 no mesmo banco.

Nós temos 1.05 - feito em julho de 2021

Embora também admito que não estávamos sensibilizado para taxa fixa tanto que também não perguntamos.
 
Sim, é uma hipótese mas infelizmente nós (portugueses) ainda não temos essa mentalidade.

Estamos formatados para pedir variável porque os últimos 10 anos as taxas estiveram muito baixas.

No fundo acreditamos que as taxas vão descer até aos 2%.

Na zona euro os CH com taxa variável têm vindo a aumentar nos últimos tempos.
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161.700€ com o coeficiente desvalorização de moeda.


Havia também muito mais oferta de habitação nessa altura.

Contando com os 2 anos antes e incluindo 1998 foram construídos 234.885 fogos.

Com os dados mais recentes de (2019, 2020 e 2021) foram só 48.586 fogos.


Agora novo, em Almada sinceramente não conheço construção nova mas haveria de andar por 350.000 para T3 acho eu.

Está calculadora dá-me 184k .


https://www.inflationtool.com/euro-...lue?amount=110000&year2=2023&frequency=yearly

Mesmo assim, com rendimentos acima da média, o user Sandro já tinha uma taxa de esforço de 30% na altura. O equivalente a um casal hoje com um rendimento médio de 2k líquido pagar uma prestação de 600€.
 
Na zona euro os CH com taxa variável têm vindo a aumentar nos últimos tempos.
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Sim, estão a aumentar mas se percebi corretamente - neste momento representam 25% dos CH na Zona Euro.

Em Portugal é certamente algo 80/20 ou na melhor das hipóteses 70/30
 
Tocas num ponto interessante, carros.
Da minha parte cá em casa se de 2001 a 2011 comprámos 4 veículos, nos últimos 12 anos nunca mais gastei dinheiro nisso, mantendo 3 veículos velhos e preferindo ter as casas pagas. O dinheiro não estica para todas as frentes.

Bem se lixou quem não comprou até finais de 20 inicio de 21.

Agora, precisando de comprar, tem que pagar mtas vezes mais 20% pelo mesmo produto.

Preço dos carros mais vendidos aumentou 22,6% desde a pandemia
https://www.dinheirovivo.pt/economi...s-aumentou-226-desde-a-pandemia-16154667.html

Os usados tb valorizaram brutalmente desde então pelo que um carro adquirido até aí teve uma desvalorização mto menos expressiva do que em condições "normais".
 
O exercício dos carros é sempre curioso, porque depende muito da dinâmica profissional e familiar de cada pessoa.

Por aqui percorreram-se mais de 550 mil km desde 2011, e chegaram duas crianças, portanto as trocas de carros são "inevitáveis". Já a média de km dos nossos carros pessoais é de 277 mil km, e de idades é de 19 anos (28+10).

A gestão do encargo da casa tem sido sempre feita de forma a que a mesma não represente uma preocupação ao fim do mês. Ainda há uns tempos, depois de uma semana alucinada a trabalhar entre 12 a 19h por dia, a minha mulher me lembrou que se quiser arriscar e sair, temos "margem". Por outro lado, depois de ver o meu pai a morrer aos 51 anos, enquanto lutava para pagar a casa, "esmagado" pela subida das taxas em 2008, fez-me ver a vida com outros olhos e tentar ao máximo não ser "refém" da casa. Mas isto vai da vivência e do mindset de cada um, e não existem certos e errados "absolutos".

Claro que a dinâmica profissional tem importância nisso 😉, eu deixei de fazer quase kms desde à 3 anos a esta parte e mesmo de 2010 para a frente já tinha um abrandamento grande.
Mas aqui os kms são todos suportados do nosso bolso.
Espero não me estar a enganar, mas penso que a maioria dos teus kms são realizados em trabalho e suportados pela entidade empregadora!?

Em relação ao assunto casas, também nunca me endividei muito.
Como tal foi pacifico liquidar depressa. Não tenho créditos atualmente.
 
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