Tópico das Casas

Acho que nos faltava uma coisa deste género em Portugal, vai ser interessante acompanhar na Argentina.

https://executivedigest.sapo.pt/noti...aign=destaques

Vai de encontro ao que postei aqui há uns dias. A melhor solução para ter mais casas de forma mais célere era que o governo da garotada tivesse tintins para alterar de forma substancial as leis do arrendamento.

Legislar para que os senhorios deixem de fazer o papel de segurança social. Óbvio que num país com uma maioria com mentalidade de esquerda em relação ao imobiliário, os políticos não se atrevem. Para todos os efeitos este é um país socialista.
 
Last edited:
Quem diria que o liberalismo funciona.... É só o estado deixar de atrapalhar e sair da frente, baixar impostos, deixar de ser uma pega gorda confusa e burocrática... as coisas funcionam logo melhor.
 
Quem diria que o liberalismo funciona.... É só o estado deixar de atrapalhar e sair da frente, baixar impostos, deixar de ser uma pega gorda confusa e burocrática... as coisas funcionam logo melhor.

Psiuuu! Este sucesso do "louco" Milei vai ser completamente ofuscado pela generalidade dos media tugas.
 
Pelo que percebi, na Argentina vigorava até dezembro do ano passado uma lei altamente restritiva para os proprietários, que tinham de arrendar casas por um período mínimo de 3 anos, e com um valor máximo estipulado para cada habitação.

A lei que o Milei aprovou determina que arrendatário e inquilino podem negociar livremente os termos do contrato e a duração do mesmo, caso contrário este terá uma duração de 2 anos.. Ou seja, mesmo com as novas medidas ainda é uma situação mais restrita do que aqui, onde a duração mínima do contrato é de 1 ano.

Cheganos, sempre a desinformar.. [:D]

 
Ora aí temos um exemplo. Carneirada que vota socialista e que nunca há de compreender como se deve por o mercado habitacional a funcionar.
 
Pelo que percebi, na Argentina vigorava até dezembro do ano passado uma lei altamente restritiva para os proprietários, que tinham de arrendar casas por um período mínimo de 3 anos, e com um valor máximo estipulado para cada habitação.

A lei que o Milei aprovou determina que arrendatário e inquilino podem negociar livremente os termos do contrato e a duração do mesmo, caso contrário este terá uma duração de 2 anos.. Ou seja, mesmo com as novas medidas ainda é uma situação mais restrita do que aqui, onde a duração mínima do contrato é de 1 ano.

Cheganos, sempre a desinformar.. [:D]

Na realidade o mínimo aqui não é 1 ano, porque se quiseres meter o inquilino fora, só ao fim de 3 anos. Apesar do contrato ser de 1 ano.

O problema cá está mais ligado à fiscalidade excessiva, inacção das entidades responsáveis em casos de incumprimento e protecção excessiva do inquilino (limitação do aumento das rendas, rendas congeladas, etc.).
 
Quanto mais se sair do clássico, mais depressa ficam desactualizadas visualmente.

Numa das obras recentes fez-se um WC com louça suspensa e com acabamento a reboco hidrófugo pintado com tinta epóxi branco mate. Visualmente ficou muito interessante. Não tem as problemáticas juntas como os cerâmicos e é de fácil limpeza.
É difícil de executar porque qualquer imperfeição no reboco salta à vista.
 
A liberalização é um inicio, mas por sí só resolve pouco, o UK tem um mercado muito pró-senhorio e os preços continuam altos e a oferta reduzida.

Liberização do mercado, justiça eficiente, seguros obrigatórios, reforma fiscal, desburocratização de todo o processo de construção. etc, faz falta um plano de habitação digno desse nome. Que também tenha propostas que a direita não gosto, como impostos de luxo para quem quiser estacionar dinheiro em casas vazias, etc.

No Canadá existe agora um fenômeno interessante, que suspeito que talvez chegue a Portugal daqui a uns bons anos, que foi os condomínios mais recentes, foram todos feitos a pensar em investidores, o mercado arrefeceu, já não compensa investir, e o que tinha qualidade para um investidor pagar 500 mil para um desconhecido viver, é uma coisa, mas o próprio lá viver, a musica é outra, pagar 500 mil por soluções mal amanhadas, péssima distruição de aras, péssima qualidade de materiais, cheios de maus detalhes, ninguém quer e apesar de ser zonas premium ninguém quer aos preços actuais.
 
Last edited:
Como se calcula as mais valias de um terreno urbano, que foi herdado na década de 90?
É sobre o valor patrimonial?
 
Estou há 2 anos com a minha companheira num T1 em Lisboa a pagar 750 €.
Ontem a senhoria ligou a dizer que falta um ano para terminar o contrato e a avisar que o novo o valor será aumentado para 950 na celebração do novo e se não quisermos seguimos a nossa vida. É um ordenado praticamente...
Sinceramente estou desanimado, pois o meu sonho foi sempre comprar casa e agora ando aos pontapés dos senhorios (comprar casa é uma miragem).
É um desabafo meu e de tantos outros...

Nota: Continuamos a ter um governo minoritário e que nada pode fazer de relevante para aumentar a oferta de casas no mercado a longo prazo. Não falo de casas do estado. Falo em tornar o mercado/facilitação de burocracia mais apetecível para a iniciativa privada.


​​​​​​
 
Last edited:
Se nasceste em 89 em 2014 tinhas 25 anos e as casas estavam muitíssimo mais baratas que atualmente além de poderes pedir um empréstimo a 40 anos o que te daria uma prestação baixa. Os que nasceram 10 ou 20 anos depois de ti estão muito piores. A tua geração ainda teve uma oportunidade, as seguintes nem isso. Se aproveitaram a oportunidade ou não é outra questão.
 
Estou há 2 anos com a minha companheira num T1 em Lisboa (Olaias) a pagar 750 €.
Ontem a senhoria ligou a dizer que falta um ano para terminar o contrato e a avisar que o novo o valor será aumentado para 950 na celebração do novo e se não quisermos seguimos a nossa vida. É um ordenado praticamente...
Sinceramente estou desanimado, pois o meu sonho foi sempre comprar casa e agora ando aos pontapés dos senhorios (comprar casa é uma miragem).
É um desabafo meu e de tantos outros...

Nota: Continuamos a ter um governo minoritário e que nada pode fazer de relevante para aumentar a oferta de casas no mercado a longo prazo. Não falo de casas do estado. Falo em tornar o mercado/facilitação de burocracia mais apetecível para a iniciativa privada.


​​​​​​

Não pode fazer? Porquê?

Não pode é fazer milagres na construção, nem tem coragem para fazer a revolução que o arrendamento precisa.
 
Com as regras atuais isto só deve piorar. Deveria ser proibido uma pessoa poder comprar um número ilimitado de casas,. Ou por cada casa a mais, o IMI deveria disparar exponencialmente! Conheço pessoas que andam nesse negócio de comprar tudo o vêem para por a render. Para quem nada em dinheiro, é uma maravilha, umas casas pagam as outras.
 
Se nasceste em 89 em 2014 tinhas 25 anos e as casas estavam muitíssimo mais baratas que atualmente além de poderes pedir um empréstimo a 40 anos o que te daria uma prestação baixa. Os que nasceram 10 ou 20 anos depois de ti estão muito piores. A tua geração ainda teve uma oportunidade, as seguintes nem isso. Se aproveitaram a oportunidade ou não é outra questão.


Não aproveitei porque não tinha condições (€€) para tal.
 
Com as regras atuais isto só deve piorar. Deveria ser proibido uma pessoa poder comprar um número ilimitado de casas,. Ou por cada casa a mais, o IMI deveria disparar exponencialmente! Conheço pessoas que andam nesse negócio de comprar tudo o vêem para por a render. Para quem nada em dinheiro, é uma maravilha, umas casas pagam as outras.

Pessoas que vivem a base do arrendamento sempre existiram.
O problema é mesmo a falta de construção = Falta de oferta.

​​​​​​A pouca construção que há é para a classe alta.
 
Back
Top