No caso do Pedro Dias, há que ter em conta várias pormenores. Um deles, como já referido, é a hierarquia e divisão de competência das forças de segurança. Este não é, de todo, um caso para utilizar as forças armadas.
O Pedro Dias é suspeito de alguns crimes e, como tal, terá sempre de ser detido pela GNR, PSP, ou PJ. Essa não é a função de um militar, seja ele do Exército, Marinha, ou Força Aérea.
Tendo em conta que falamos de uma zona que é responsabilidade da GNR, são eles a comandar as operações. Tal como a PSP, a GNR também tem um Grupo de Operações Especiais, especialmente treinado para situações de captura.
Quanto à forma de agir, não podemos confundir isto com os filmes. Nos filmes é que a polícia entra em tiroteios no meio da rua, onde apenas morrem os criminosos. Sabendo o histórico do suspeito em causa, o mais seguro é abordá-lo com precaução e sempre em zonas sem civis.