Tópico do crime

Bem, acho que todos concordamos que a CMTv faz um tipo de jornalismo assim pró não convencional, mas numa coisa acho que concordam comigo: é o único orgão de comunicação social que está a transmitir o estado a que este país outrora considerado jardim à beira mar se está tornar...

Já compararam as ocorrências noticiadas por eles vs outros canais, e até rádios? E não me venham cá com pactos de silêncio para não assustar a população. Isto é o país real que temos, mais violento dia após dia, e sem tendência para melhorar...
 
É giro porque não nos calha a nós.
O pessoal é logo violador e tudo que mais.
Depois tem lá os cromos que tratam logo da sentença - de morte até.

Tem poucas ( o que acho piada ):

Um ex.

http://www.erc.pt/download/YToyOntz...9nLXR2Ijt9/deliberacao-erc2016141-contprog-tv

Se todos os cidadãos se dessem ao trabalho... tinham 20 milhões de queixas/deliberações deste género por ano. Tinham mesmo que fechar o curral.

Mas o pessoal o que quer é sangue, está de boa.
 
Bem, acho que todos concordamos que a CMTv faz um tipo de jornalismo assim pró não convencional, mas numa coisa acho que concordam comigo: é o único orgão de comunicação social que está a transmitir o estado a que este país outrora considerado jardim à beira mar se está tornar...

Já compararam as ocorrências noticiadas por eles vs outros canais, e até rádios? E não me venham cá com pactos de silêncio para não assustar a população. Isto é o país real que temos, mais violento dia após dia, e sem tendência para melhorar...

A questão não é essa, é todo o ênfase mediático que fazem.
Até pode aumentar o crime e a violência (sujeito a confirmação) mas não da forma que vemos (Se só tivermos em conta certos serviços noticiosos)

Exemplo: No outro dia perguntei à minha avó (estava a ver o telejornal da TVI)
"Achas que agora há mais acidentes de carro?"
E ela - "Sim, não tem comparação, isto agora é uma desgraça, mortos todos os dias"
Expliquei-lhe que os números da sinistralidade têm vindo a baixar de forma consistente nos últimos anos, há cerca de metade das vítimas de há 10-15 anos, o que agora há é muito mais cobertura mediática.

Para pessoas menos informadas, acham logo que isto está a ferro e fogo, quando as estatísticas o desmentem a maior parte das vezes.
 
A questão não é essa, é todo o ênfase mediático que fazem.
Até pode aumentar o crime e a violência (sujeito a confirmação) mas não da forma que vemos (Se só tivermos em conta certos serviços noticiosos)

Exemplo: No outro dia perguntei à minha avó (estava a ver o telejornal da TVI)
"Achas que agora há mais acidentes de carro?"
E ela - "Sim, não tem comparação, isto agora é uma desgraça, mortos todos os dias"
Expliquei-lhe que os números da sinistralidade têm vindo a baixar de forma consistente nos últimos anos, há cerca de metade das vítimas de há 10-15 anos, o que agora há é muito mais cobertura mediática.

Para pessoas menos informadas, acham logo que isto está a ferro e fogo, quando as estatísticas o desmentem a maior parte das vezes.


Sim,concordo,mas eu não me refiro ao número de minutos de divulgação por ocorrência,mas sim ao número de ocorrências.
 
A CMTV tem sucesso por causa da maneira como expõe as coisas. Se existe um homicídio ao lado da minha casa, no cu de judas ou no meio do monte, é provável que seja o único meio de comunicação social a nível nacional que vá falar sobre o incidente.
 
Que é dificil apanhá-lo, claro que é, mas não se vê grande esforço para além dos GNR para apanhar este gajo, os militares deveriam ser os primeiros a dar a cara para estas missões extremas, porque muitos estão nos quartéis parados e têm meios para este tipo de operação.

Em Vila Real está o regimento de infantaria nº 13 do exército, eles já deveriam estar a bater o mato à volta do último local onde ele foi visto.

É uma questão de competências e atribuições.

Este é um caso que é da competência da GNR, e com a coordenação da PSP e restantes grupos operativos que integram estas forças.

Só em casos muito extremos e com outra dimensão é que se recorre ás Forças Armadas.

Este tipo de comentário só pode partir de quem não tem noção da "hierarquia orgânica", se quiserem... das forças de segurança, e das suas competências e atribuições.

[;)]
 
No caso do Pedro Dias, há que ter em conta várias pormenores. Um deles, como já referido, é a hierarquia e divisão de competência das forças de segurança. Este não é, de todo, um caso para utilizar as forças armadas.

O Pedro Dias é suspeito de alguns crimes e, como tal, terá sempre de ser detido pela GNR, PSP, ou PJ. Essa não é a função de um militar, seja ele do Exército, Marinha, ou Força Aérea.

Tendo em conta que falamos de uma zona que é responsabilidade da GNR, são eles a comandar as operações. Tal como a PSP, a GNR também tem um Grupo de Operações Especiais, especialmente treinado para situações de captura.

Quanto à forma de agir, não podemos confundir isto com os filmes. Nos filmes é que a polícia entra em tiroteios no meio da rua, onde apenas morrem os criminosos. Sabendo o histórico do suspeito em causa, o mais seguro é abordá-lo com precaução e sempre em zonas sem civis.
 
No caso do Pedro Dias, há que ter em conta várias pormenores. Um deles, como já referido, é a hierarquia e divisão de competência das forças de segurança. Este não é, de todo, um caso para utilizar as forças armadas.

O Pedro Dias é suspeito de alguns crimes e, como tal, terá sempre de ser detido pela GNR, PSP, ou PJ. Essa não é a função de um militar, seja ele do Exército, Marinha, ou Força Aérea.

Tendo em conta que falamos de uma zona que é responsabilidade da GNR, são eles a comandar as operações. Tal como a PSP, a GNR também tem um Grupo de Operações Especiais, especialmente treinado para situações de captura.

Quanto à forma de agir, não podemos confundir isto com os filmes. Nos filmes é que a polícia entra em tiroteios no meio da rua, onde apenas morrem os criminosos. Sabendo o histórico do suspeito em causa, o mais seguro é abordá-lo com precaução e sempre em zonas sem civis.

Creio que agora é com a policia judiciária, não ?
 
Creio que agora é com a policia judiciária, não ?
Eles acho que só investigam as mortes, por terem sido usadas armas de fogo.
Para apanhar o gajo, pelo que percebo disto (que não é muito, diga-se) é a GNR que dá instruções.
Até podem ter ajudas dos Comandos (até ver, ninguém confirmou ou desmentiu), e todos em articulação, mas quem tem a última palavra é a GNR.
E como diz o JGTB, devem estar à espera do melhor momento para o caçar. Cá para mim, até sabem já onde está e deve estar a ser altamente vigiado, mas por alguma razão (basta estar sempre acompanhado por civis, um que seja) não lhe pegam.
 
No caso do Pedro Dias, há que ter em conta várias pormenores. Um deles, como já referido, é a hierarquia e divisão de competência das forças de segurança. Este não é, de todo, um caso para utilizar as forças armadas.

O Pedro Dias é suspeito de alguns crimes e, como tal, terá sempre de ser detido pela GNR, PSP, ou PJ. Essa não é a função de um militar, seja ele do Exército, Marinha, ou Força Aérea.

Tendo em conta que falamos de uma zona que é responsabilidade da GNR, são eles a comandar as operações. Tal como a PSP, a GNR também tem um Grupo de Operações Especiais, especialmente treinado para situações de captura.

Quanto à forma de agir, não podemos confundir isto com os filmes. Nos filmes é que a polícia entra em tiroteios no meio da rua, onde apenas morrem os criminosos. Sabendo o histórico do suspeito em causa, o mais seguro é abordá-lo com precaução e sempre em zonas sem civis.

O unico comentario que acrescento é que quantos mais dias passam, maior o risco de haver inocentes civis nisto.

Pode nao ser como nos filmes, mas ao andar por ai solto, pode perfeitamente fazer alguem refem ou matar mais alguem.
 
A PJ trata da investigação, se bem que tenha agentes no terreno, mas a principal "logística" no terreno será da GNR.

São eles que têm os meios para colocar em prática todos os resultados da investigação... no contexto da "caça ao homem"!

Isto de "caça" parece muito pouco, o que vê são tipos com coletes da GNR em amena cavaqueira a passear por ali.
 
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