Parece-me, pelos relatos, que cada gestão deve ter influência em cada mercado. No de Vila do Conde, o que mais me agradou foi o espaçamento entre corredores, bastante largos, permitindo passagem à vontade de carrinhos, enquanto as pessoas estão a ver os produtos. Os frescos são bons, os produtos próprios, do que já experimentei, refrigerantes, cervejas, limpeza, etc, parecem-me de boa relação preço/qualidade. A padaria também é boa, há dias um colega trouxe sushi para todos e não foi nada mau... ainda só lá fui 2 vezes, mas saí de carrinho cheio e, até ver, fosse mais perto, tornava-se mercado de eleição.
É arrumado, arejado, bem distribuído, os preços estão bem marcados perto dos produtos, organização lógica das prateleiras (por exemplo, pode ser coisa minha, mas se gerisse um super-mercado, bebidas, leite, produtos de limpeza, etc... seriam as primeiras coisas à entrada. Produtos mais "pesados" de maior volume, para entrar no carrinho, deixando os mais leves/frágeis para colocar por cima. Compreendo que estrategicamente, não faça sentido, pois se se começa a ver o carrinho muito cheio, começa a evitar-se colocar coisas d
entro e que a maioria funciona assim... dado que sou pouco de rebanhos, quando vou às compras, levo o carrinho até à outra ponta do supermercado e começo as compras com esta lógica... [

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Voltando ao assunto Mercadona, outro pormenor que achei interessante, os carrinhos não precisam de moeda, mas têm um sistema de bloqueio no passeio", só rolam em pavimento liso, evitando que as pessoas saiam do supermercado com o carrinho (um Pingo Doce aqui da zona já deve ter mais carrinhos à porta de casa dos clientes do que no parque de estacionamento.