Também há quem atropele pessoas e fuja.:sh)Eu não consigo passar por um animal em sofrimento e não fazer nada.
Não sei explicar mas não tenho força suficiente para simplesmente ignorar e ir embora.
Já não é a 1ª vez que vejo pessoas a atropelarem cães onde lhes partem uma pata e simplesmente caem fora.
A quem anda na estrada pode acontecer. Mas caramba, não é assim que se faz.
Quem não respeita os animais será que respeita os outros seres humanos?
Alguém já teve um setter irlandês? sempre foi um raça que me despertou muita curiosidade, e acho que está na hora de dar um amigo ao canino lá de casa..
Eu não consigo passar por um animal em sofrimento e não fazer nada.
Não sei explicar mas não tenho força suficiente para simplesmente ignorar e ir embora.
Já não é a 1ª vez que vejo pessoas a atropelarem cães onde lhes partem uma pata e simplesmente caem fora.
A quem anda na estrada pode acontecer. Mas caramba, não é assim que se faz.
Quem não respeita os animais será que respeita os outros seres humanos?
Começa a estudar a raça, pede uma lista de Criadores ao CPC, entra em contacto com alguns, coloca as tuas dúvidas, estuda muito bem a raça e suas necessidades, verifica se está ou não dentro do teu estilo de vida, visita criadores para contactares e conheceres os cães, e depois então pensa na aquisição.
Não tenhas pressa[]
Posso dizer-te que tenho em mira a aquisição de um cão de uma determinada raça, para além do Dobermann, mas essa suposta aquisição só será real daqui a 1 ou 2 anos ou mais, no entanto já estou a contactar criadores, portugueses e estrangeiros, já estou a estudar a raça e ver se se enquadra no nosso estilo de vida, na nossa matilha (porque já tenho cães), se é preferível um macho ou uma fêmea, etc etc...[]
Desafio: Vamos atingir os 20.000 fãs de modo a que as novidades que temos cheguem cada vez mais longe. Como temos a certeza que juntos vamos conseguir para celebrar vamos entregar 200kg de ração aos Amigos da Teti.
Visitem www.facebook.com/animalife.pt e cliquem em gosto na páginacontamos com a vossa ajuda.
![]()
Junta da Galiza autoriza a morte de cavalos selvagens que não tenham chip
Os cavalos selvagens capturados e que não tenham o obrigatório chip de identificação ou que não sejam reclamados pelo proprietário, podem ser imediatamente enviados para o matadouro. A lei da Junta da Galiza, Espanha, já é oficial e está a causar alguma polémica. Em causa estão os cavalos selvagens que vivem em liberdade e que esta lei pode levar à extinção, segundo alguns defensores.
No entanto, segundo o Asturgalicia Notícias, existe uma possibilidade de os animais não serem imediatamente mortos. A decisão final caberá às autoridades municipais. Estas podem, como alternativa, optar por enviar os cavalos capturados para leilões ou então entregá-los a centros de acolhimento que tenham capacidade para os albergar.
Esta medida coloca pressão em quem aposta na continuidade desta espécie. A criação destes cavalos não traz benefícios económicos e ter de pagar, cerca de 40 euros, para identificar os animais apenas traz mais um prejuízo.
Portal Equisport - Cavalos, Equitação e Desporto Equestre - Junta da Galiza autoriza a morte de cavalos selvagens que não tenham chip
Há decisões do Governo que são absolutamente inconcebíveis, e não é só por cá....
[8b]
Os elefantes que'' trabalham'' na Tailândia e em outros destinos turísticos, têm que passar por um ritual chamado phajaan, ou "paixão".
Ele começa com os elefantes ainda bebés (geralmente de três a quatro anos de idade) sendo tirados de suas mães e colocados em uma grade de madeira.
Para obtê-los de forma segura na grade, esses bebés são espancados com varas de bambu, com unhas ligadas à ponta e anzóis de touro.
Uma vez no lugar, o esmagamento ... dura cerca de uma semana.
Durante este tempo, eles são espancados, espancado, com ganchos ligados aos seus ouvidos sensíveis, e são privados de comida e de água, bem como o sono, tudo em nome de romper o vínculo com suas mães e se tornarem domesticado.
Enquanto no esmagamento, através da imposição de dor, eles aprendem a aceitar os pilotos, a fazer truques de circo e pintura.
Isto é projectado para quebrar o espírito do animal que certamente alcança, mas muitas vezes leva também a sua sanidade mental.
Usado há séculos para domesticar elefantes selvagens, este método de treinamento a tortura ainda é aceite como o método de treinamento apenas viável para manipuladores de elefantes e é usado em quase todos os elefantes de atração na Tailândia.
E, uma vez que têm as suas almas "tiradas para fora", eles são simplesmente vasos para entreter as pessoas.
Eles estão acorrentados e não comem o suficiente.
Como os seres humanos, os elefantes têm a capacidade de formar relacionamentos e ter emoções.
Mas não, os elefantes de trabalho para os turistas.
As pessoas que visitam a Tailândia - e outros países com turismo elefante - não percebem os danos que foram causados a estes elefantes, quando eles os suportam levando-os aos campos de trekking, ou a ir a circos ou comprar as pinturas feitas por essas criaturas.
Sem saber, eles enviam uma mensagem clara para a indústria do turismo do elefante que mostra que apoiar a tortura destes animais, percorrer no início das suas vidas, bem como as condições terríveis em que vivem como engrenagens na roda do turismo.
Por favor, nunca apoiar esta horrível prática, nunca monte um elefante. (Andres Grijalva)
Por favor, assinar a carta aqui e de maior impacto, por favor enviar e-mails para:
O primeiro-ministro Shinawatra Yingluck: soc@soc.go.th (o Secretariado do Gabinete)
O Ministro do Comércio: webmaster@moc.go.th
O Depertment de Relações Públicas: prforeign@thailand.prd.go.th
Ministério dos Negócios Estrangeiros: webmaster@mfa.go.th
Bloco e-mail .... soc@soc.go.th, webmaster@moc.go.th, prforeign@thailand.prd.go.th, webmaster@mfa.go.th
[h=1]Cadela Campera não resiste a múltiplas falências orgânicas e morre[/h]http://www.ptjornal.com/201207109498/geral/sociedade/cadela-campera-nao-resiste-a-multiplas-falencias-organicas-e-morre.html
Infelizmente é verdade...[s)][s)]
é mesmo verdade? [s)]
Lamentamos muito informar que a luta da Campera acabou. A Campera morreu hoje.
O que sabemos é que à Campera foram disponibilizados todos os cuidados médico-veterinários com a intenção de salvar-lhe a vida.
O que sabemos é que a Campera quase não tinha vida.
Naquele corpinho martirizado pela fome, pela sede, pela negligência, pela indiferença só havia vontade.
Mas nem toda a vontade, nem toda a medicação, nem todo o cuidado podem vencer tanto sofrimento acumulado ao longo de tanto tempo.
Nem toda a vontade, nem toda a medicação, nem todo o cuidado puderam resgatar à morte aquele corpinho martirizado também pela Leishmaniose não tratada e causadora de danos irreparáveis nos rins.
O que sabemos é que, provavelmente, nunca a Campera foi tão mimada, tão abraçada, tão beijada, tão amada, tão respeitada na sua qualidade de ser senciente, capaz de sentir dor e prazer, como durante os dias que passou na União Zoófila.
A luta da Campera acabou mas a nossa continua.
Nesta hora há uma força tremenda que nos arrasta para a inacção. Queremos ir para casa, correr as cortinas para que a luz não entre e deixar entrar apenas a dor de ter perdido a Campera.
Mas a nossa, e a vossa, luta tem de continuar porque da nossa capacidade de continuar a lutar dependem animais como a Feira, pontapeada com uma violência capaz de partir-lhe a bacia e o fémur, ou o Barry, que chegou à UZ tão morto de fome, sede e doença como a Campera.
A luta da Campera acabou mas a nossa continua e continua também por causa dela.
(A tua luta acabou, Campera, e como lutaste, brava guerreira! Em tua memória, a nossa continua, amiga.)
Porque nem só de histórias tristes se faz uma associação...
A semana passada entregaram-nos este gatinho (já adulto) na nossa campanha de sensibilização de adopção na Rua das Montras. Segundo o que nos disseram estava perdido perto daquela zona há muito tempo.
O gatinho não tinha sinais de maus tratos mas estava sujo e triste. Muito triste.
Algumas horas depois dirigiu-se uma senhora à nossa campanha para nos contar a história do seu gato Martim. O Martim tinha desaparecido de casa em Fevereiro. A dona correu tudo na altura à procura dele sem nunca ter sucesso e como tal já tinha perdido a esperança de o encontrar.
Enquanto nos contava esta história o gatinho que nos tinha sido entregue começou a miar sem parar o que fez com que a senhora olhasse para a transportadora. SURPRESA! Era o Martim! Reconheceu a dona e estava a chama-la!
E mais palavras para quê? Aqui está o momento do reencontro =')
Felicidades ao Martim e à sua dona!
Estava a precisar de uma notícia alegre relacionada com animais. Já me animou aprapr
. Depois de duas notícias horríveis e saber da morte do cão do meu tio (serra da estrela lindo que fez xixi com sangue um dia e no dia a seguir estava morto, suspeitamos de envenenamento...).