Tópico dos aviões

Acabado de vir de férias com 6 vôos em 5 companhias diferentes, primeira vez que experimentei o 767

Apenas para deixar uma palavrinha à Air France. Empregados mais brutos/mal educados/broncos com os quais tive a infelicidade de me cruzar. Engraçado que no mundo da aviação parece haver sempre aquela tentativa de tratar bem os passageiros e é raro encontrar-se alguém deliberadamente mal educado mas até hoje tinha a sorte de nunca me ter cruzado com a Air France

Na verdade e já tendo contactado com franceses por demasiado tempo já devia estar à espera mas foi um ligeiro choque

Sobre os aviões apenas menção para o 777-300 ER da Air France com os bancos mais desconfortáveis que encontrei até hoje no longo curso e o A320 da mesma companhia com o interior mias desactualizado que encontrei, os bancos da espessura de portas blindadas ainda tinham cinzeiros no apoio de braços :sh). Já lá vão uns anos valentes desde a última vez que tinha visto algo assim
 
lembram-se de uma notícia de uma comandante de 26 anos na Easyjet ?

está muito bem acompanhada

http://www.tvi24.iol.pt/internacional/easyjet/kate-nao-tem-asas-nos-pes-mas-voa

eu não duvido da competência de nenhum dos dois, mas não me parece uma decisão muito sensata. Em primeiro lugar porque em todas as profissões, mas nesta muito especificamente, a experiência conta e muito. em segundo lugar porque, se por algum azar, acontece um imprevisto, um incidente, ou mesmo um acidente, a Easyjet vai ser sempre acusada de colocar duas pessoas sem experiência no cockpit, seja qual for o motivo. Acho que é demasiado arriscado e pode mesmo afectar um pouco a imagem da companhia, e certamente haverá um ou outro passageiro que se sente incomodado por ter uma tripulação tão jovem.

Que coloquem a rapariga com 26 anos como comandante, ok. Mas porque não um FO de 40 ou 45 a acompanhá-la? Acho que colocar um adoslecente é um arriscar demasiado em todos os aspectos.
 
Acabado de vir de férias com 6 vôos em 5 companhias diferentes, primeira vez que experimentei o 767

Apenas para deixar uma palavrinha à Air France. Empregados mais brutos/mal educados/broncos com os quais tive a infelicidade de me cruzar. Engraçado que no mundo da aviação parece haver sempre aquela tentativa de tratar bem os passageiros e é raro encontrar-se alguém deliberadamente mal educado mas até hoje tinha a sorte de nunca me ter cruzado com a Air France

Na verdade e já tendo contactado com franceses por demasiado tempo já devia estar à espera mas foi um ligeiro choque

Sobre os aviões apenas menção para o 777-300 ER da Air France com os bancos mais desconfortáveis que encontrei até hoje no longo curso e o A320 da mesma companhia com o interior mias desactualizado que encontrei, os bancos da espessura de portas blindadas ainda tinham cinzeiros no apoio de braços :sh). Já lá vão uns anos valentes desde a última vez que tinha visto algo assim

Já voei várias vezes na AF (médio e longo curso) e gostei. Mas que há essa fama, há.
 
eu não duvido da competência de nenhum dos dois, mas não me parece uma decisão muito sensata. Em primeiro lugar porque em todas as profissões, mas nesta muito especificamente, a experiência conta e muito. em segundo lugar porque, se por algum azar, acontece um imprevisto, um incidente, ou mesmo um acidente, a Easyjet vai ser sempre acusada de colocar duas pessoas sem experiência no cockpit, seja qual for o motivo. Acho que é demasiado arriscado e pode mesmo afectar um pouco a imagem da companhia, e certamente haverá um ou outro passageiro que se sente incomodado por ter uma tripulação tão jovem.

Que coloquem a rapariga com 26 anos como comandante, ok. Mas porque não um FO de 40 ou 45 a acompanhá-la? Acho que colocar um adoslecente é um arriscar demasiado em todos os aspectos.
Acho que em todas as profissões, se as pessoas forem boas naquilo que fazem, a idade nao é importante...
 
Acho que em todas as profissões, se as pessoas forem boas naquilo que fazem, a idade nao é importante...


a idade não, a experiência sim. Não é à toa que sempre que se fala de um comandante, a primeira coisa que se diz são os números das horas de vôo. Não é à toa que só tiras uma licença quando tens um determinado número de horas, etc, etc. Não me venham dizer que um piloto com 1.000 horas de vôo tem a mesma capacidade de lidar com problemas que tem um outro com 20,000 horas que já enfrentou diversas situações reais em que teve de intervir para não haver problemas graves. Até pode ter, assim como um condutor de 18 anos pode conduzir melhor do que um outro de 50 que tem mais de 30 anos de experiência a conduzir. Mas normalmente o mais experiente tem mais capacidades, em especial em profissões deste nível de exigência.
 
2a feira é dia de viajar pela 1a vez no Embraer ERJ 145 e aterrar também pela 1a vez no aeroporto Axamo em Jonkoping.
O avião é confortável para uma viagem Frankfurt-Jonkoping (+-1h45)?
 
2a feira é dia de viajar pela 1a vez no Embraer ERJ 145 e aterrar também pela 1a vez no aeroporto Axamo em Jonkoping.
O avião é confortável para uma viagem Frankfurt-Jonkoping (+-1h45)?

Para um voo desses qualquer avião é confortável [;)]
 
a idade não, a experiência sim. Não é à toa que sempre que se fala de um comandante, a primeira coisa que se diz são os números das horas de vôo. Não é à toa que só tiras uma licença quando tens um determinado número de horas, etc, etc. Não me venham dizer que um piloto com 1.000 horas de vôo tem a mesma capacidade de lidar com problemas que tem um outro com 20,000 horas que já enfrentou diversas situações reais em que teve de intervir para não haver problemas graves. Até pode ter, assim como um condutor de 18 anos pode conduzir melhor do que um outro de 50 que tem mais de 30 anos de experiência a conduzir. Mas normalmente o mais experiente tem mais capacidades, em especial em profissões deste nível de exigência.

Hoje em dia eles são mais operadores de sistemas informáticos do que aviadores propriamente ditos. Estes dois já são da geração que brinca com telemóveis e todo o tipo de brinquedos electrónicos desde o berço. [:D][:D]

Posto isto, a coisa realmente é um bocado assustadora mas, se pensarmos racionalmente, temos de concluir que se eles chegaram àquelas cadeiras é porque têm a formação e experiência necessárias para ali estarem.
 
Pergunta parva...dá para passar milhas de uma companhia staralliance (Lufthansa/miles&more) para outra (tap/Victoria)?
 
Hoje em dia eles são mais operadores de sistemas informáticos do que aviadores propriamente ditos. Estes dois já são da geração que brinca com telemóveis e todo o tipo de brinquedos electrónicos desde o berço. [:D][:D]

Posto isto, a coisa realmente é um bocado assustadora mas, se pensarmos racionalmente, temos de concluir que se eles chegaram àquelas cadeiras é porque têm a formação e experiência necessárias para ali estarem.


Eu não questiono a idade, eu questiono a experiência. De facto se eles chegaram onde estão é porque têm capacidades, mas também podemos pensar na quantidade de erros de gestão e supervisão que acontecem todos os dias nas empresas. Basta lembrar o caso da GermanWings.

Eu nao digo que eles não sejam perfeitamente capacitados para comandar uma aeronave, eu questiono é se uma triupulação de 26 e 19 anos terá capacidade para lidar com um hipotético problema grave que apareça em pleno vôo. Não é só o conhecimento teórico que conta, a experiência é importantíssima. Alguém com 30 anos de experiência tem certamente mais calma para lidar com uma situação de risco do que alguém que começou a ser comandante há 15 dias.
 
Eu não questiono a idade, eu questiono a experiência. De facto se eles chegaram onde estão é porque têm capacidades, mas também podemos pensar na quantidade de erros de gestão e supervisão que acontecem todos os dias nas empresas. Basta lembrar o caso da GermanWings.

Eu nao digo que eles não sejam perfeitamente capacitados para comandar uma aeronave, eu questiono é se uma triupulação de 26 e 19 anos terá capacidade para lidar com um hipotético problema grave que apareça em pleno vôo. Não é só o conhecimento teórico que conta, a experiência é importantíssima. Alguém com 30 anos de experiência tem certamente mais calma para lidar com uma situação de risco do que alguém que começou a ser comandante há 15 dias.

E além do mais normalmente excedem os limites de velocidade, fazem ultrapassagens perigosas, fazem peões para as miudas, etc, até atingirem a maturidade. Enfim estarão cheios de tes#$ao [;)]
 
Eu nao digo que eles não sejam perfeitamente capacitados para comandar uma aeronave, eu questiono é se uma triupulação de 26 e 19 anos terá capacidade para lidar com um hipotético problema grave que apareça em pleno vôo. Não é só o conhecimento teórico que conta, a experiência é importantíssima. Alguém com 30 anos de experiência tem certamente mais calma para lidar com uma situação de risco do que alguém que começou a ser comandante há 15 dias.

Não me parece líquido que a pessoa com mais experiência lide melhor com as situações de risco. Eu, que já sou um veterano no meu trabalho, lido com gente muito mais jovem e habitualmente vejo neles uma maturidade muito maior do eu tinha na idade deles. Quase quarenta anos faz muita diferença: os mais jovens, aos 25 anos, dominam tecnologia que não estava sequer disponível na minha altura e têm muito mais mundo do que eu tinha.
 
Não me parece líquido que a pessoa com mais experiência lide melhor com as situações de risco. Eu, que já sou um veterano no meu trabalho, lido com gente muito mais jovem e habitualmente vejo neles uma maturidade muito maior do eu tinha na idade deles. Quase quarenta anos faz muita diferença: os mais jovens, aos 25 anos, dominam tecnologia que não estava sequer disponível na minha altura e têm muito mais mundo do que eu tinha.


Se a própria indústria não valorizasse a experiência, não teríamos os especialistas a falar em horas de vôo. repara que quando acontece por exemplo um acidente, a primeira coisa que se menciona ao falar da tripulação são as horas de vôo. Se isso fosse irrelevante, ninguém perderia tempo sequer em mencionar. Lembro-me por exemplo do acidente da AirFrance no atlântico em que o comandante foi criticado por deixar os tripulantes menos experientes sozinhos no cockpit naquela fase de vôo, em particular um deles que tinha poucas horas de vôo. Não é a minha opinião pessoal, é a própria indústria da aviação que valoriza a experiência.
 
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