Tópico dos Papás!! E Mamãs

Desculpem a frontalidade.

Frequentei com a minha mulher um curso pré-parto e foi falado nos "n" benefícios do leite materno. E TODAS as mulheres têm leite, não entendo porque razão muita gente dá leite adaptado.

Antigamente como seria então?

Agora, há motivos sobre os quais se entende, nomeadamente as mulheres que tenham silicone creio que não podem amamentar.

***

Quanto ao carrinho, já encomendei a tal compacta, deverá chegar amanhã, depois deixo feedback.

O problema está na tua 2ª premissa, infelizmente nem todas as mulheres têm leite. [;)]
 
Desculpem a frontalidade.

Frequentei com a minha mulher um curso pré-parto e foi falado nos "n" benefícios do leite materno. E TODAS as mulheres têm leite, não entendo porque razão muita gente dá leite adaptado.

Antigamente como seria então?

Agora, há motivos sobre os quais se entende, nomeadamente as mulheres que tenham silicone creio que não podem amamentar.

***

Quanto ao carrinho, já encomendei a tal compacta, deverá chegar amanhã, depois deixo feedback.

A amamentação é muito difícil por inúmeros motivos. Dava uma conversa longa.

E só quem passa por elas é que sabe.

Até mesmo uma mulher que decida não amamentar, sabe dos benefícios do LM. É uma decisão muito pessoal e o maior tabboo da maternidade.
 
Isso é um mito.
Só ocorre em casos muito graves o "secamento" do leite.

Pode é haver outros factores (não querer estragar as mamas, ansiedade, falta de paciência, etc..)

"Para ajudar a mulher e família a conquistar a confiança necessária para o sucesso na amamentação, Achilles Cruz, especialista em ginecologia e obstetrícia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, esclarece as dúvidas mais frequentes sobre o tema. Confira:

1. Amamentar dói

Nem mito, nem fato. Vai depender de uma série de fatores como sensibilidade da mãe, se o bebê suga o peito da forma correta, estado emocional da mulher, entre outros. Normalmente, a mulher não sente nenhuma dor. É importante observar se o bebê abocanha a aréola e não somente o mamilo (bico). É nessa região que ficam os bolsões de leite. Dessa forma, evita-se as rachaduras que provocam dor durante as mamadas.

2. Seio pequeno não produz leite

Mito. O tamanho do seio não tem influência nenhuma no sucesso da amamentação! O que faz a diferença no tamanho dos seios não é a quantidade de glândulas, mas a quantidade de gordura de cada mama. As células produtoras (glândulas mamárias) e os ductos de leite são os mesmos em todas as mulheres, até mesmo naquelas que fizeram cirurgia plástica para colocar prótese de silicone. Só no caso de cirurgias redutoras é que este número pode ser reduzido. É mito associar tamanho de seio com fartura de leite. O processo de produção do leite começa durante a gravidez quando o tecido glandular já começa a ser preparado. Por isso, os seios vão ficando maiores principalmente no final da gestação. Após o parto, a resposta hormonal estimula as glândulas mamárias a produzir o leite e a conduzi-lo por meio dos seios até o bico para que o bebê possa mamar. A produção aumenta gradativamente. Assim, a quantidade de leite que seu filho vai receber depende das suas próprias necessidades, e de quanto a mama seja estimulada adequadamente. Quanto mais ele sugar, mais leite será produzido.

3. Amamentar é um ótimo anticoncepcional

Mito. Algumas mulheres podem voltar a ovular mesmo no período da amamentação quando o ciclo menstrual está bloqueado devido à supressão dos hormônios. E para que funcione é necessário que a amamentação seja exclusiva com as mamadas muito frequentes, com curtos intervalos entre uma e outra. Como esta rotina não é para todas, o ideal é que ela já comece a adotar algum tipo de método contraceptivo a partir da sexta semana após o parto. Logo no primeiro retorno ao ginecologista, o ideal é que a mãe converse sobre o método mais adequado para evitar uma nova gravidez em pouco tempo. Ele irá orientá-la sobre o uso de camisinha, DIU, implantes ou até mesmo as pílulas de progestagênio, que são as mais indicadas para esse período.

4. A mulher que está amamentando pode tomar qualquer tipo de pílula

Mito. Existe uma pílula anticoncepcional desenvolvida especialmente para as mamães que estão amamentando. São compostas de progestagênio, hormônio que inibe a ovulação. Conhecidas como minipílulas, elas podem ser tomadas a partir da sexta semana depois do parto. Como são livres de estrogênio, não inibem a produção de leite materno nem tampouco interferem na sua qualidade e volume. Outro benefício é que seu princípio ativo não passa para o leite, não alterando seu gosto ou qualidade. E, então, a mulher terá segurança dupla. Primeiro quanto ao seu filho e depois com uma nova gestação durante essa fase. Segundo o médico, as mulheres que estão amamentando não podem usar as pílulas comuns, chamadas hormonais combinadas, porque podem diminuir a quantidade do leite além de transferir o hormônio feminino para ele e, consequentemente, para a criança.

5. Engravidar enquanto está amamentando é benéfico

Mito. Não existe um intervalo estabelecido entre uma gravidez e outra, porém, é aconselhável que a mulher não engravide enquanto estiver amamentando, porque a sobrecarga da amamentação somada a uma nova gestação pode comprometer a saúde da mãe, caso ela não tenha uma condição nutricional adequada.

6. A alimentação da mãe influencia o leite

Fato. Tudo o que a mãe come acaba passando para o leite materno. Por isso, é importante que a mulher tenha uma dieta saudável e beba bastante líquido nesse período. O consumo de bebidas alcoólicas ou cigarros é contraindicado. Medicamentos, por exemplo, só devem ser tomados com orientação médica.

7. O leite materno pode ser fraco

Mito.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, muitas mulheres têm essa percepção porque comparam seu leite ao da vaca que é mais denso e consistente, tem moléculas maiores e sua digestão é bem mais lenta. O leite materno tem 97% de água e, por isso, é facilmente digerido e logo o bebê sente fome novamente. Além disso, o leite humano é composto por células vivas que transferem para o bebê a imunidade materna aos agentes infecciosos. Os glóbulos brancos presentes nele levam os anticorpos da mãe para o filho. O que poucas mulheres sabem é que quando o bebê começa a sugar, o leite materno tem maior concentração de água mesmo, é normal, é chamado de "anterior". Nessa fase, ele contém ainda vitaminas, minerais e anticorpos. Após um tempinho de mamada, começa a descer o leite que chamamos de "posterior", que é mais rico em gordura, que fornece mais energia e permite que o bebê fique satisfeito e ganhe peso. Por isso, a recomendação é que a mãe ofereça um seio por mamada, ou seja, que a mamada não seja interrompida até que o bebê consiga ingerir bastante quantidade do leite posterior, que tem mais gordura. Somente depois de esvaziar uma mama, se necessário, o outro seio deve ser oferecido, o que normalmente com bebês maiores, que já mamam muito. Desse jeito você garante que o bebê retire do peito o leite anterior, rico em água, e o posterior, rico em gordura.

8. Na volta ao trabalho, o leite seca

Nem mito, nem fato. Caso a mulher consiga fazer a ordenha no trabalho e guardar na geladeira, ou ainda sair para amamentar o bebê durante o expediente, a produção de leite vai se manter inalterada. Muitas empresas possuem um espaço privativo para realizar a ordenha e uma geladeira para armazenar o leite. E, quando estiver com o filho em casa, antes ou depois do trabalho, deve oferecer o leite em livre demanda, ou seja, por quanto tempo o bebê quiser. As mamadas noturnas podem ser cansativas, mas são fundamentais para manter uma boa produção de leite materno, pois é a hora de maior liberação da prolactina, hormônio que controla a produção do leite humano.

9. Prótese de silicone atrapalha a amamentação

Mito. Com as técnicas atuais de colocação de próteses mamárias, geralmente não, mas dependendo da técnica pode atrapalhar a amamentação por interferir na quantidade e na saída/retirada do leite, mas não na qualidade dele.

10. Estresse e nervosismo atrapalham a produção de leite

Fato. Quando a mulher está muito cansada ou ansiosa, a produção do hormônio ocitocina, que é o responsável pela vasão do leite, é reduzida. O que pode prejudicar a descida do leite, e em casos graves até secar o leite!"
 
Última edição:
Desculpem a frontalidade.

Frequentei com a minha mulher um curso pré-parto e foi falado nos "n" benefícios do leite materno. E TODAS as mulheres têm leite, não entendo porque razão muita gente dá leite adaptado.

Antigamente como seria então?

Agora, há motivos sobre os quais se entende, nomeadamente as mulheres que tenham silicone creio que não podem amamentar.

***

Quanto ao carrinho, já encomendei a tal compacta, deverá chegar amanhã, depois deixo feedback.

Resposta com frontalidade:

A minha primeira filha nasceu prematura a minha mulher ainda não tinha leite, como tal, começamos a dar o leite adaptado e assim continuou as necessidades dela nunca fizeram match com a capacidade de dar leite da mãe.
No meu segundo filho, começamos com um misto de leite materno e adaptado, mas rapidamente passou quase exclusivamente para o adaptado, uma das principais razão era o cansaço da mãe e a partilha desta tarefa com o pai.

Antigamente era como é agora, a minha mãe também teve pouco leite e à 40 anos já existiam outros animais que davam leite... [;)]
 
Isso é um mito.
Só ocorre em casos muito graves o "secamento" do leite.

Pode é haver outros factores (não querer estragar as mamas, ansiedade, falta de paciência, etc..)

Para ajudar a mulher e família a conquistar a confiança necessária para o sucesso na amamentação, Achilles Cruz, especialista em ginecologia e obstetrícia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, esclarece as dúvidas mais frequentes sobre o tema. Confira:

1. Amamentar dói

Nem mito, nem fato. Vai depender de uma série de fatores como sensibilidade da mãe, se o bebê suga o peito da forma correta, estado emocional da mulher, entre outros. Normalmente, a mulher não sente nenhuma dor. É importante observar se o bebê abocanha a aréola e não somente o mamilo (bico). É nessa região que ficam os bolsões de leite. Dessa forma, evita-se as rachaduras que provocam dor durante as mamadas.


2. Seio pequeno não produz leite

Mito. O tamanho do seio não tem influência nenhuma no sucesso da amamentação! O que faz a diferença no tamanho dos seios não é a quantidade de glândulas, mas a quantidade de gordura de cada mama. As células produtoras (glândulas mamárias) e os ductos de leite são os mesmos em todas as mulheres, até mesmo naquelas que fizeram cirurgia plástica para colocar prótese de silicone. Só no caso de cirurgias redutoras é que este número pode ser reduzido. É mito associar tamanho de seio com fartura de leite. O processo de produção do leite começa durante a gravidez quando o tecido glandular já começa a ser preparado. Por isso, os seios vão ficando maiores principalmente no final da gestação. Após o parto, a resposta hormonal estimula as glândulas mamárias a produzir o leite e a conduzi-lo por meio dos seios até o bico para que o bebê possa mamar. A produção aumenta gradativamente. Assim, a quantidade de leite que seu filho vai receber depende das suas próprias necessidades, e de quanto a mama seja estimulada adequadamente. Quanto mais ele sugar, mais leite será produzido.

3. Amamentar é um ótimo anticoncepcional

Mito. Algumas mulheres podem voltar a ovular mesmo no período da amamentação quando o ciclo menstrual está bloqueado devido à supressão dos hormônios. E para que funcione é necessário que a amamentação seja exclusiva com as mamadas muito frequentes, com curtos intervalos entre uma e outra. Como esta rotina não é para todas, o ideal é que ela já comece a adotar algum tipo de método contraceptivo a partir da sexta semana após o parto. Logo no primeiro retorno ao ginecologista, o ideal é que a mãe converse sobre o método mais adequado para evitar uma nova gravidez em pouco tempo. Ele irá orientá-la sobre o uso de camisinha, DIU, implantes ou até mesmo as pílulas de progestagênio, que são as mais indicadas para esse período.

4. A mulher que está amamentando pode tomar qualquer tipo de pílula

Mito. Existe uma pílula anticoncepcional desenvolvida especialmente para as mamães que estão amamentando. São compostas de progestagênio, hormônio que inibe a ovulação. Conhecidas como minipílulas, elas podem ser tomadas a partir da sexta semana depois do parto. Como são livres de estrogênio, não inibem a produção de leite materno nem tampouco interferem na sua qualidade e volume. Outro benefício é que seu princípio ativo não passa para o leite, não alterando seu gosto ou qualidade. E, então, a mulher terá segurança dupla. Primeiro quanto ao seu filho e depois com uma nova gestação durante essa fase. Segundo o médico, as mulheres que estão amamentando não podem usar as pílulas comuns, chamadas hormonais combinadas, porque podem diminuir a quantidade do leite além de transferir o hormônio feminino para ele e, consequentemente, para a criança.

5. Engravidar enquanto está amamentando é benéfico

Mito. Não existe um intervalo estabelecido entre uma gravidez e outra, porém, é aconselhável que a mulher não engravide enquanto estiver amamentando, porque a sobrecarga da amamentação somada a uma nova gestação pode comprometer a saúde da mãe, caso ela não tenha uma condição nutricional adequada.

6. A alimentação da mãe influencia o leite

Fato. Tudo o que a mãe come acaba passando para o leite materno. Por isso, é importante que a mulher tenha uma dieta saudável e beba bastante líquido nesse período. O consumo de bebidas alcoólicas ou cigarros é contraindicado. Medicamentos, por exemplo, só devem ser tomados com orientação médica.

7. O leite materno pode ser fraco

Mito. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, muitas mulheres têm essa percepção porque comparam seu leite ao da vaca que é mais denso e consistente, tem moléculas maiores e sua digestão é bem mais lenta. O leite materno tem 97% de água e, por isso, é facilmente digerido e logo o bebê sente fome novamente. Além disso, o leite humano é composto por células vivas que transferem para o bebê a imunidade materna aos agentes infecciosos. Os glóbulos brancos presentes nele levam os anticorpos da mãe para o filho. O que poucas mulheres sabem é que quando o bebê começa a sugar, o leite materno tem maior concentração de água mesmo, é normal, é chamado de "anterior". Nessa fase, ele contém ainda vitaminas, minerais e anticorpos. Após um tempinho de mamada, começa a descer o leite que chamamos de "posterior", que é mais rico em gordura, que fornece mais energia e permite que o bebê fique satisfeito e ganhe peso. Por isso, a recomendação é que a mãe ofereça um seio por mamada, ou seja, que a mamada não seja interrompida até que o bebê consiga ingerir bastante quantidade do leite posterior, que tem mais gordura. Somente depois de esvaziar uma mama, se necessário, o outro seio deve ser oferecido, o que normalmente com bebês maiores, que já mamam muito. Desse jeito você garante que o bebê retire do peito o leite anterior, rico em água, e o posterior, rico em gordura.

8. Na volta ao trabalho, o leite seca

Nem mito, nem fato. Caso a mulher consiga fazer a ordenha no trabalho e guardar na geladeira, ou ainda sair para amamentar o bebê durante o expediente, a produção de leite vai se manter inalterada. Muitas empresas possuem um espaço privativo para realizar a ordenha e uma geladeira para armazenar o leite. E, quando estiver com o filho em casa, antes ou depois do trabalho, deve oferecer o leite em livre demanda, ou seja, por quanto tempo o bebê quiser. As mamadas noturnas podem ser cansativas, mas são fundamentais para manter uma boa produção de leite materno, pois é a hora de maior liberação da prolactina, hormônio que controla a produção do leite humano.

9. Prótese de silicone atrapalha a amamentação

Mito. Com as técnicas atuais de colocação de próteses mamárias, geralmente não, mas dependendo da técnica pode atrapalhar a amamentação por interferir na quantidade e na saída/retirada do leite, mas não na qualidade dele.

10. Estresse e nervosismo atrapalham a produção de leite

Fato. Quando a mulher está muito cansada ou ansiosa, a produção do hormônio ocitocina, que é o responsável pela vasão do leite, é reduzida. O que pode prejudicar a descida do leite, e em casos graves até secar o leite!

São muito poucas as mulheres que não têm leite, definitivamente. [;)]

É um mito muito grande que gera imensos desmames precoces :(

Não sei se é mito, eu tenho dois filhos mas foi com a mesma mulher. E portanto pode ter-me calhado um casso desses raro.

No primeiro filho foram quase 2 meses a insistir diversas vezes ao dia (criança e bomba), banhos quentes, panos quentes, medicação, etc. e o resultado foi... residual.

No segundo filho foram ainda algumas semanas na mesma via sacra.

Portanto, se há coisa que aprendi foi a não fazer juízos de valor. Teorias, há muitas, mas só quando lá se passa é que se vê. [;)]
 
São muito poucas as mulheres que não têm leite, definitivamente. [;)]

É um mito muito grande que gera imensos desmames precoces :(

Claro. Daí ter ficado espantando quando ouvi amigos a dizer que a mulher dá só leite adaptado.

Resposta com frontalidade:

A minha primeira filha nasceu prematura a minha mulher ainda não tinha leite, como tal, começamos a dar o leite adaptado e assim continuou as necessidades dela nunca fizeram match com a capacidade de dar leite da mãe.
No meu segundo filho, começamos com um misto de leite materno e adaptado, mas rapidamente passou quase exclusivamente para o adaptado, uma das principais razão era o cansaço da mãe e a partilha desta tarefa com o pai.

Antigamente era como é agora, a minha mãe também teve pouco leite e à 40 anos já existiam outros animais que davam leite... [;)]

Claro, mas isso são factores emocionais, físicos, etc.

Mas não podes dizer que ela não tem leite. No caso, sendo a bebé prematura, não sei se terá influência, confesso...

Eu sei bem o que a minha mulher passa.. o puto faz 1 ano domingo e ainda mama às 22h / 02h / 5h... é um sacrifício terrível de facto.
 
Não sei se é mito, eu tenho dois filhos mas foi com a mesma mulher. E portanto pode ter-me calhado um casso desses raro.

No primeiro filho foram quase 2 meses a insistir diversas vezes ao dia (criança e bomba), banhos quentes, panos quentes, medicação, etc. e o resultado foi... residual.

No segundo filho foram ainda algumas semanas na mesma via sacra.

Portanto, se há coisa que aprendi foi a não fazer juízos de valor. Teorias, há muitas, mas só quando lá se passa é que se vê. [;)]

Pode ser também o bebé a não saber mamar.

O meu só após uns dias aprendeu a succar de forma correcta (colostro).
 
Pode ser também o bebé a não saber mamar.

O meu só após uns dias aprendeu a succar de forma correcta (colostro).

Neste caso seriam 2 bebés a não saber mamar, o primeiro durante 2 meses, as bombas avariadas a não fazerem sucção, os banhos quentes a serem um mito e a medicação a estar adulterada...

Confesso que ficou um bocado eriçado com esta conversa da amamentação, porque vi o que a minha mulher sofreu psicologicamente e fisicamente. Fosse por ser sentir impotente, pela pressão psicológica de algumas pessoas entre os quais profissionais de saúde, ou pelas dores dos mamilos feridos.

A amamentação tem obviamente os seus beneficios, mas no meu entender não justifica o que a minha mulher sofreu por não o conseguir fazer. Mas um dia, havemos de evoluir nesse campo, por enquanto a estratégia é tratar a mulher como uma vaca leiteira.
 
A amamentação é mesmo um tabu.

Acredito que devem ser poucas mulheres que não devem ficar a bater mal quando definitivamente não conseguem amamentar.

Eu quase apanhei uma depressão por causa da amamentação.

Não amamentar não é uma decisão de ânimo leve.

Felizmente fiz de ouvidos ocos a muitas pessoas e hoje já vou em 8 meses de amamentação. 6 meses exclusivo (tirando as 3 primeiras semanas que dei LA pelas dificuldades da amamentação) e hoje, mesmo com 8 meses, não bebe LA. Tiro com bomba.

Gostava de poder ajudar outras mulheres neste tema porque se eu não tivesse conseguido dar ia bater mal durante uns tempos.

É uma conversa que me custa ter sem soltar umas lágrimas.[:p]
 
A amamentação é mesmo um tabu.

Acredito que devem ser poucas mulheres que não devem ficar a bater mal quando definitivamente não conseguem amamentar.

Eu quase apanhei uma depressão por causa da amamentação.

Não amamentar não é uma decisão de ânimo leve.

Felizmente fiz de ouvidos ocos a muitas pessoas e hoje já vou em 8 meses de amamentação. 6 meses exclusivo (tirando as 3 primeiras semanas que dei LA pelas dificuldades da amamentação) e hoje, mesmo com 8 meses, não bebe LA. Tiro com bomba.

Gostava de poder ajudar outras mulheres neste tema porque se eu não tivesse conseguido dar ia bater mal durante uns tempos.

É uma conversa que me custa ter sem soltar umas lágrimas.[:p]

Pois, aqui tive que ser eu a fazer isso. Porque é como dizes, a sociedade faz pressão exactamente ao contrário.

Eu concordo que se incentive a amamentação, mas dentro da razoabilidade.

É muito complicado vermos a pessoa a "afundar", e acharmos (correctamente ou não) que somos os únicos a remar par ao lado certo.

Posto isto, o "processo" acabou já depois dos 2 meses depois de me saltar a tampa e tomar uma atitude. Parafernália da amamentação, tudo arrumado/devolvido/emprestado... [:D]
 
Pois, aqui tive que ser eu a fazer isso. Porque é como dizes, a sociedade faz pressão exactamente ao contrário.

Eu concordo que se incentive a amamentação, mas dentro da razoabilidade.

É muito complicado vermos a pessoa a "afundar", e acharmos (correctamente ou não) que somos os únicos a remar par ao lado certo.

Posto isto, o "processo" acabou já depois dos 2 meses depois de me saltar a tampa e tomar uma atitude. Parafernália da amamentação, tudo arrumado/devolvido/emprestado... [:D]

Fizeste muito bem.
O papel do marido é fundamental nessa fase também.

E está tudo certo.

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No nosso caso, foi difícil ao início. Ainda na maternidade, as enfermeiras optaram por uns mamilos de silicone porque a bebé não conseguia mamar. Cada mamada demorava uma eternidade e com a bomba não saía praticamente nada.
Na primeira consulta com o pediatra, ele pediu para ver a minha filha a mamar. Aproximou-se, posicionou a mãe e a cabeça da bebé de uma forma diferente, tirou o mamilo de silicone e foi uma diferença da noite para o dia. Passou de mamar em 45 minutos para 10/15. Nunca chegou a usar leite adaptado e largou a mama em Outubro, aos 24 meses.
Concordo que é muito cansativo para a mãe, principalmente enquanto ainda acorda uma série de vezes por noite e gostava de poder ter ajudado mais. Cheguei a tentar o adaptado precisamente para a libertar um pouco, mas nunca conseguimos que ela bebesse.

EDIT: Isto para dizer que não julgo ninguém. Não fosse aquela consulta e certamente teríamos desistido dias depois.
 
Última edição:
No nosso caso, foi difícil ao início. Ainda na maternidade, as enfermeiras optaram por uns mamilos de silicone porque a bebé não conseguia mamar. Cada mamada demorava uma eternidade e com a bomba não saía praticamente nada.
Na primeira consulta com o pediatra, ele pediu para ver a minha filha a mamar. Aproximou-se, posicionou a mãe e a cabeça da bebé de uma forma diferente, tirou o mamilo de silicone e foi uma diferença da noite para o dia. Passou de mamar em 45 minutos para 10/15. Nunca chegou a usar leite adaptado e largou a mama em Outubro, aos 24 meses.
Concordo que é muito cansativo para a mãe, principalmente enquanto ainda acorda uma série de vezes por noite e gostava de poder ter ajudado mais. Cheguei a tentar o adaptado precisamente para a libertar um pouco, mas nunca conseguimos que ela bebesse.

EDIT: Isto para dizer que não julgo ninguém. Não fosse aquela consulta e certamente teríamos desistido dias depois.

Exatamente, o essencial é apoiar a mulher na sua decisão, não entrar em extremismos, não há uma receita para todos. Importante é aproveitar este momento único na vida, com ou sem leite materno à mistura [;)].
 
Desculpem a frontalidade.

Frequentei com a minha mulher um curso pré-parto e foi falado nos "n" benefícios do leite materno. E TODAS as mulheres têm leite, não entendo porque razão muita gente dá leite adaptado.

Antigamente como seria então?

Agora, há motivos sobre os quais se entende, nomeadamente as mulheres que tenham silicone creio que não podem amamentar.

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Quanto ao carrinho, já encomendei a tal compacta, deverá chegar amanhã, depois deixo feedback.


Falando do meu caso, foi muito complicado o inicio da amamentação, desde a bebé ter dificuldades em pegar na mama, as dores e feridas nos peitos da minha mulher, chegamos ao ponto de ter de dar algum adaptado, mas a minha filha não lhe pegou, o primeiro mês foi muito complicado, foi um sacrifício enorme da minha mulher e ela não é de se queixar, compreendo que algumas não consigam e acabem por desistir.

Felizmente a minha mulher tem muito leite e de qualidade, aos 6 meses a bebé está com 8,5kg.

Com implantes de silicone se for previsto pelo que me explicaram é possível amamentar.

Eu sou dos muitos que á 40 anos apenas tive leite durante um mês e estou aqui, todos sabemos das reais vantagens do aleitamento materno, mas a pressão e tão grande que quase passa a ideia que se a mãe não amamentar é uma má mãe, sei de um caso em que o bebe durante a primeira semana perdeu constantemente peso, ninguém parecia querer aceitar que o problema éra do leite, pois a mãe tinha muito, quando resolveram testar viram que apesar da quantidade o leite não tinha "qualidade", a amamentação tem demasiadas variáveis para podermos afirmar que todas as mães têm obrigatoriamente de dar de mamar.
 
Na amamentação há também a pressão no hospital... Pelo menos nós sofremos com isso.
A minha bébé nasceu no tempo correcto, mas bastante pequena. E foi uma pressão imensa das enfermeiras para darmos biberão em vez de mama, para ver se ela crescia, e que se perdesse muito peso e não ganhasse íamos embora sem ela e isto e aquilo.

E todo o processo da gravidez e parto é brutal para a mulher, com este tipo de pressões, e depois todos a opiniar sobre como mama melhor, faz com que muitas mulheres bloqueiem mentalmente. Diria que muitos dos casos do "não tem leite" é bloqueio mental, fruto destas pressões todas.
No final da gravidez paira sempre no ar essa ideia do "e se não mama bem", ou "e se eu não tenho leite bom", e tudo isso influência negativamente o processo.

Mas também conheço que tenha decidido não amamentar. E há que respeitar essas opções.
 
As minhas duas filhas sempre consumiram leite materno. Talvez por isso, raramente adoeçam. A mais velha nasceu prematura, de 41 semanas. A primeira noite na incubadora passou-a com ventilação não invasiva. Os enfermeiros da maternidade sempre batalharam na mesma tecla: há que insistir na amamentação! Inicialmente é difícil? Claro que sim. A tentação de utilizar leite de substituição é grande? Existe pressão nesse sentido, até por parte de alguns profissionais menos esclarecidos? É um facto. Mas também é muito mais cómodo não ter que andar de madrugada a fazer leite. É puxar da mama e pronto! O que sempre se disse na maternidade é que não existe leite forte e leite fraco. Perante as primeiras dificuldades na amamentação, há que insistir. Uma amiga nossa tanto insistiu, mesmo contra a opinião da enfermeira que a seguia no Centro de Saúde, que o bebé acabou por pegar bem na mama.
 
Então já pode ser uma cadeira virada para a frente.
Grupo 2/3.
As melhores são a Britax Kidfix III M e a Cybex S Fix ou Z i-fix.

Ter indicações de espessura vai ser complicado.

Ter idic

Kidfix III M




Parecem-se "grandotas" para a viatura em questão (Mazda Mx-5), mas que têm bom aspecto, especialmente a Britax, não questiono. Vou tentar perceber as dimensões. Algum site que recomendem, onde eventualmente "comparem" cadeiras auto, de várias marcas/modelos ?
 
Na amamentação há também a pressão no hospital... Pelo menos nós sofremos com isso.
A minha bébé nasceu no tempo correcto, mas bastante pequena. E foi uma pressão imensa das enfermeiras para darmos biberão em vez de mama, para ver se ela crescia, e que se perdesse muito peso e não ganhasse íamos embora sem ela e isto e aquilo.

E todo o processo da gravidez e parto é brutal para a mulher, com este tipo de pressões, e depois todos a opiniar sobre como mama melhor, faz com que muitas mulheres bloqueiem mentalmente. Diria que muitos dos casos do "não tem leite" é bloqueio mental, fruto destas pressões todas.
No final da gravidez paira sempre no ar essa ideia do "e se não mama bem", ou "e se eu não tenho leite bom", e tudo isso influência negativamente o processo.

Mas também conheço que tenha decidido não amamentar. E há que respeitar essas opções.


"Pressão para dar biberão"?

Só se for em hospitais não amigos do bebé ou que tenham perdido mais 10% de peso.

Aliás, nos lusíadas sais de lá com amostras de LA... Num hospital amigo do bebé, se o bebé não perder 10% do peso, nem se pensa nisso.
 
"Pressão para dar biberão"?

Só se for em hospitais não amigos do bebé ou que tenham perdido mais 10% de peso.

Aliás, nos lusíadas sais de lá com amostras de LA... Num hospital amigo do bebé, se o bebé não perder 10% do peso, nem se pensa nisso.

Como disse, foi no meu caso. A bebé era pequena, perdeu quase 10% do peso, e a pressão foi mesmo essa. Que ela tinha de ganhar peso para poder sair.
 
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