Tópico dos Papás!! E Mamãs

O meu ainda não chegou a essa idade, mas supostamente o truque é não fazer perguntas muito abertas - tipo "como correu o dia" - já que os miúdos não vão conseguir responder tão genericamente ou ii) estão demasiado cansados para "pensar" e contar uma história com os eventos do dia. Dizem que o que se deve fazer é fazer perguntas mais concretas: O que almoçaste?, Ficaste sentado ao lado de quem? Algum amigo fez anos? A professora mandou TPC? etc etc

A minha também ainda não chegou a essa fase, mas também tenho ideia que é melhor fazer perguntas mais diretas, em vez de perguntar "Brincaste muito?" fazer a pergunta "brincaste com a Joana?".
 
Ontem, foi o primeiro dia da Pré escola do meu mais velho, e a técnica que usei foi vir para a varanda, com uma mantinha, sentamos no sofá, e comecei por lhe contar como foi o meu dia, ele fez perguntas e eu respondi, no fim perguntei como foi o dele e no fim já não se calava. Contava tudo, e mesmo respondia as perguntas todas que eu fazia, hoje vamos ver como vai ser

A minha quando lhe pergunto o que fez na escola, pede-se sempre para ser primeiro e contar o que fiz no trabalho. [:D]
Mas quer é empatar... ahahah
 
O meu ainda não chegou a essa idade, mas supostamente o truque é não fazer perguntas muito abertas - tipo "como correu o dia" - já que os miúdos não vão conseguir responder tão genericamente ou ii) estão demasiado cansados para "pensar" e contar uma história com os eventos do dia. Dizem que o que se deve fazer é fazer perguntas mais concretas: O que almoçaste?, Ficaste sentado ao lado de quem? Algum amigo fez anos? A professora mandou TPC? etc etc

Mas por outro lado deve-se "fugir" de perguntas de resposta Sim ou Não.
 
Também sempre tive esse problema de relatar o dia, as respostas eram sempre não me lembro, esqueci-me, não sei etc
Até que resolvi tentar adivinhar, por exemplo:
Hoje almoçaste frango a resposta era do gênero: não hoje comi sopa e a seguir arroz
Hoje andaste no triciclo, resposta: hoje não andei porque o João não me deixou e depois chorei etc
Hoje vieste cá para fora e lá respondia se sim ou não
Mas juntamente com a resposta lá desenvolvia mais alguma coisa, caso contrário não saía nada
 
Já perdi a conta do número de vezes que contei a história dos 3 porquinhos à mais nova (quase 3 anos)... [8b][8b][:)]

O meu é vídeos, tem 2 anos e 5 meses e torce pelo lobo (youtube versão PT 3 porquinhos) lol [:D]

O meu deve ter uma "trenga" na sala porque o "sim" para ele é "sinhe" e o "não" é "nãonh" [:D]

"o que lanchaste"? diz sempre "iogurte", essa palavra para ele deve querer dizer "lanche"!

Na creche não deixamos que lhe deem tulicreme às 2as feiras, bolo ás 6as e pão com manteiga (como pão apenas)!! Não entendo as ementas de lá!!
 
A minha mais velha faz 4 no mês que vem e quando pergunto assim directamente, não consigo grande coisa. Quer sempre saber o que fiz no trabalho, mas não relata quase nadado que fez.
Na creche/pré-escola utilizam uma plataforma com uma app (Educabiz) onde, entre outras coisas, partilham diariamente um sumário do que fizeram, com fotos e comentários. Ganhei o hábito de consultar a app primeiro, para depois ir puxando por ela e ver o que conta. Assim já diz qualquer coisa.
 
O meu dependia da disposição

Tenha dias que a respostas era "vais começar"

Amanhã é apresentação na 1 classe, vai ser uma mudança brutal, vamos lá ver como corre.
 
Pois eu não exagero. E de facto vou sabendo de pormenores ao longo do resto do dia.
Mas "custa" perguntar coisas e haver pouco interesse deles em responder. [:D]

E uma coisa que me acontece são as histórias.
Passa o dia a pedir-me para lhe contra histórias (principalmente quando vamos no carro) e eu não gosto de dizer que não. Mas as histórias são sempre as mesmas. festas de anos... A festa do Manuel, a festa da Joana, todos os dias 3x ao dia (na ida para a escola, na volta e para dormir). Já lhe digo que não, invento histórias, faço as tais perguntas do dia. Jogo jogos no carro. Mas invariavelmente lá vem a pergunta do "contas uma história??"
E depois o exagero e a repetição. À noite para fugir a isso inventei uma brincadeira de ler um livro à luz da lanterna. Agora é todos os dias 4 histórias com lanterna. [:D]

Uma pessoa esforça-se e não gosta de dizer que não. Mas as vezes custa. [:)]

As crianças mais pequenas gostam de repetição. Dá-lhes segurança.

Tb gostam de ver a mesma coisa n vezes. Repetição, repetição e repetição. Não tem problema nenhum.

É ter paciência.[:D]
 
O meu que está quase a fazer 3 anos também pouco ou nada fala sobre o dia. Às vezes até fala mas só se percebe metade [:D]

Estamos com alguma dificuldade com que ele fale linguagem que se entenda. Metade das coisas já vamos percebendo o que ele quer dizer mas o resto está mais dificil. Mudou agora de sala onde já está junto com crianças mais velhas e é notório o gap. Está num periodo experimental a ver como se habitua durante 15 dias às actividades desta sala e caso ainda esteja "muito verde" volta para a sala anterior, mas era algo que queria evitar até mesmo para o estimular a desenvolver, mas é algo que está a ser estudado (quanto a mim bem) pela educadora, nós e Pediatra a que vai hoje para consulta de rotina.
 
As crianças mais pequenas gostam de repetição. Dá-lhes segurança.

Tb gostam de ver a mesma coisa n vezes. Repetição, repetição e repetição. Não tem problema nenhum.

É ter paciência.[:D]

É por isso que muitos livros parecem estar sempre a repetir-se ao longo da história. Ajuda-os a trabalhar a antecipação do que vai acontecer.
 
O meu que está quase a fazer 3 anos também pouco ou nada fala sobre o dia. Às vezes até fala mas só se percebe metade [:D]

Estamos com alguma dificuldade com que ele fale linguagem que se entenda. Metade das coisas já vamos percebendo o que ele quer dizer mas o resto está mais dificil. Mudou agora de sala onde já está junto com crianças mais velhas e é notório o gap. Está num periodo experimental a ver como se habitua durante 15 dias às actividades desta sala e caso ainda esteja "muito verde" volta para a sala anterior, mas era algo que queria evitar até mesmo para o estimular a desenvolver, mas é algo que está a ser estudado (quanto a mim bem) pela educadora, nós e Pediatra a que vai hoje para consulta de rotina.

O meu mais velho fez isso na creche, com 2,5 passou para o ano seguinte. Era muito maior que os da idade e queria sempre ir para a sala do ano seguinte. Até foi bem recebido pelos outros e parecia gostar de estar ali, mas sinceramente não achamos que tenha sido bom.
Enquanto num convívio normal de crianças com idades variadas as actividades são aleatórias e rodam muito, numa creche é tudo muito orientado às capacidades e aptidões específicas da idade. Todos os outros absorvem bem, mas ele mal percebia o que se passava e quanto muito fazia por imitação, sem perceber o que estava a fazer. Ficou o resto do ano e depois voltou à turma antiga, antes de mudar de creche.
 
E agora um tema "sensível em casa". Os avós. (pais e sogros...)

Como têm sido as vossas relações com os avós. Tanto com os vossos pais, como com sogros?
Eu felizmente ainda tenho ambos os pais vivos e os sogros vivos.
Mas ainda são os 4 bastante activos e trabalhadores se bem que neste momento todos trabalham por conta própria por isso têm mais flexibilidade de horários.

Mas o que noto é que dos 4 há sempre vontade e disponibilidade de ficar com os netos, mas depois no momento é "uma chatice" ou porque ficam mais presos por casa ou porque tinham outros planos, ou até porque vão dormir mal (caso fiquem para dormir).

Claro que há inúmeros casos diferentes, e cada vida é uma vida. Mas conheço casos em avós activos ou não que ficam com netos, 1, 2, 3 ou até mais de uma vez, e por vezes semanas e semanas seguidas.
Também conheço casos e vejo na escola miúdos que são deixados e recolhidos todos os dias na escola pelos avós. [:D]

Eu acho que os avós devem aproveitar a vida. Mas passam a vida a dizer que querem ver os netos, mas depois quando se pede numa sexta ou fds ajuda para ficar, torcem sempre o nariz. [:D]

Como têm resolvido estas vossas batalhas.
 
E agora um tema "sensível em casa". Os avós. (pais e sogros...)

Como têm sido as vossas relações com os avós. Tanto com os vossos pais, como com sogros?
Eu felizmente ainda tenho ambos os pais vivos e os sogros vivos.
Mas ainda são os 4 bastante activos e trabalhadores se bem que neste momento todos trabalham por conta própria por isso têm mais flexibilidade de horários.

Mas o que noto é que dos 4 há sempre vontade e disponibilidade de ficar com os netos, mas depois no momento é "uma chatice" ou porque ficam mais presos por casa ou porque tinham outros planos, ou até porque vão dormir mal (caso fiquem para dormir).

Claro que há inúmeros casos diferentes, e cada vida é uma vida. Mas conheço casos em avós activos ou não que ficam com netos, 1, 2, 3 ou até mais de uma vez, e por vezes semanas e semanas seguidas.
Também conheço casos e vejo na escola miúdos que são deixados e recolhidos todos os dias na escola pelos avós. [:D]

Eu acho que os avós devem aproveitar a vida. Mas passam a vida a dizer que querem ver os netos, mas depois quando se pede numa sexta ou fds ajuda para ficar, torcem sempre o nariz. [:D]

Como têm resolvido estas vossas batalhas.

No meu caso, os meus sogros sempre tiveram (muita) disponibilidade. Quando nasceu o meu mais velho, passado pouco tempo reformaram-se, o que facilitou. No caso da minha mãe, apesar de ela ser dona de casa, as vezes que ficou com eles, era um bocado esse filme, tudo facilidades, mas na hora da verdade, lá vinha com a queixa que ou não podia, ou que não dava jeito.

Agora eles já são mais crescidos, (10 e 13 anos), e se for necessário já ficam sozinhos umas horas em casa. Apesar disso, mesmo agora, os meus sogros sempre mostraram disponibilidade total para nos ajudar a cuidar deles.
 
Eu acho que os avós devem aproveitar a vida. Mas passam a vida a dizer que querem ver os netos, mas depois quando se pede numa sexta ou fds ajuda para ficar, torcem sempre o nariz. [:D]

Provavelmente tem mais a ver com o timing com que se faz o pedido. Se for muito em cima da hora, é normal que as pessoas já tenham traçado planos.
 
Os meus pais estão na Madeira, por isso fica difícil estarem disponíveis.

Os meus sogros dizem sempre que estão disponíveis, mas a minha sogra tem alguns problemas de saúde e muito que fazer em casa, por isso os miúdos acabam por estar um pouco entregues a si próprios, com a tv e os dispositivos electrónicos (a permissividade é maior que a nossa).

Mas ainda assim, lá sempre têm quintal, relva e podem andar de bicicleta, trotinete, o que é melhor que num apartamento.

E de vez em quando vão lá dormir para podermos ter um jantarzinho sossegado :)
 
Provavelmente tem mais a ver com o timing com que se faz o pedido. Se for muito em cima da hora, é normal que as pessoas já tenham traçado planos.

Bem isso será normal e aceitável.
Mas nem é tanto isso.

Acho que as vezes são aquelas coisas de "malta mais velha" (e que nós vamos fazer o mesmo, não tenho ilusões).
Dizem que dormem mal, que as 7h já estão acordados.
Depois pede-se ajuda para qualquer coisa e ....

Ainda há 2 fds, ia haver um almoço as 13h. Uma das avós disse que ajudava de manhã e que estava disponível. Ficou combinado avisar quando estivesse despachada. Mas que as 7h já está a pé...
A neta acordou as 7h30, brincadeira, pequeno almoço, brincadeira, rua, apanhar ar passeio, etc etc. A avó? ligou as 12h20 a perguntar se era preciso ajuda. Quando já sabia que ia haver almoço as 13h. [:D]
 
Por aqui, talvez por casmurrice nossa em acharmos que tínhamos que ser nós a tomar conta delas, fomos evitando incomodar, apesar dos avós sempre se terem mostrado disponíveis dentro daquilo que as rotinas deles permitiam. Foram poucas as vezes que a mais velha ficou e agora não estando tão habituada custa-lhe mais um pouco quando é preciso. A mais pequena já tem ficado mais vezes, mas ainda está com 10 meses.

Isto para dizer que nos arrependemos de não ter habituado a mais velha desde cedo a ficar com os avós por períodos mais prolongados. Nunca lá dormiu e agora já só vai acontecer quando partir da vontade dela ou por necessidade extrema. Adora os 4 avós, mas mais que meio dia sozinha com eles e já acusa a nossa falta.

Havendo oportunidade, habituem as crianças porque de repente pode ser preciso ou simplesmente querem passar uma noite sozinhos e depois vêm-se aflitos.
 
Tanto pais como sogros estão a 400 kms de distância... temos a sorte de os vermos algumas vezes por ano e ficarem com os miúdos nessa altura. No resto dos "355" dias por ano, é por nossa conta.
 
Avós a 80 e 200 km é mais de visita, mas já os deixamos a dormir tanto nuns como noutros para escapadinhas de fds, e ficam bem.

Nas férias, lá ficam uma semana na aldeia com os avós, a tratar das galinhas, ir ao campo regar e apanhar legumes, brincar na terra... cansam os avós, mas adoram, tanto os avós como os netos [:D]
 
Eu tenho uns avós perto e uns longe.

Mas dormir já ficou várias vezes, num ou nos outros. Mas o máximo que ficou foram 2 noites. De resto 1 noite já ficou algumas vezes.
Digo mais porque conheço casos de miúdos estarem 15 dias ou até mais com os avós "na terra". [:D]
 
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