[Sociedade] Tópico dos sismos.

Este nunca mais acabava...praí 1 min com o sofá a abanar ( lol, 1 min pode parecer muito ou nao ser nada, em termos de sofá a dançar [:D] ).

Pobres marroquinos...foi forte.
 
Entretanto parece que Marrocos já pediu ajuda a Espanha...

eu tenho, na Fidelidade

Fenómenos sísmicos 125.714,29 €
franquia 6.285,71 €


mas não sei o que me adianta estando também num condomínio de 4 andares

Tenho mas sinceramente num cenário de caos nem sei de que valerá ...

Nos condomínios, atendendo que infelizmente não é obrigatória uma cobertura do risco sísmico, a coisa pode ser bicuda se uma parte das fracções não se encontrar abrangida por essa cobertura. Dada a dificuldade em se contratar a cobertura de risco sísmico para imóveis mais antigos, o estado deveria criar um mecanismo similar ao existente para a cobertura de furacões nas zonas tipicamente mais afectadas nos EUA.

Nas moradias, em menos de 1 mês a malta tem o dinheiro na mão, podendo iniciar o longo e moroso processo de reparação/reconstrução.

Num cenário de caos o Estado mete o dinheiro e reconstrói tudo não?

A minha habitação é um assunto demasiado sério para ser deixada nas mãos do estado. É ver como correu, e quanto tempo demorou, a reconstrução de umas dezenas de habitações após os incêndios de 2017.
 
Então quem não tem um seguro que cubra sismos fica apeado? É que não foi propriamente o Zé que foi ali ao WC e largou uma bujarda de tal maneira forte que fez ruir metade da rua...
 
É um bem privado. Se espatifares o carro o estado não te paga nada.

Mas um carro tu ainda consegues ter algum controlo... Agora um fenómeno sísmico não.

É sabido que eu não sou a favor de um Estado a meter "o bedelho em todo o lado", mas nestas situações estamos a falar de fenómenos que não se pode nem prever e nem sempre mitigar (um verdadeiro fenómeno excepcional).
 
Vai para que valor o prémio? Com conteúdo, ou só Fração?

a minha apólice contempla o conteúdo, mas não sei se é em conjunto com a cobertura dos sismos

anda à volta dos 180/190 anuais

mas como disse, não sei se os outros vizinhos têm esta cobertura, se houvesse grandes danos no prédio por causa de um sismo, não sei o que aconteceria, não sei que indemnização eu teria
 
2.122 mortos, o valor oficial, mas que tem já 24h.

São locais de mau acesso e muita casa precária.

A Força Aérea foi logo no dia seguinte buscar 102 pessoas.

Mas a TAP reforçou os voos e teve mais de 1000 pedidos de regresso.
 
Mas um carro tu ainda consegues ter algum controlo... Agora um fenómeno sísmico não.

É sabido que eu não sou a favor de um Estado a meter "o bedelho em todo o lado", mas nestas situações estamos a falar de fenómenos que não se pode nem prever e nem sempre mitigar (um verdadeiro fenómeno excepcional).

Se cair uma tempestade de pedras de granizo e te espatifar o carro, tu não tens controlo nenhum e o estado não te paga nada.
O estado não pode ser o garante de todos os bens privados, a não ser que sejas um desgraçadinho ou pertenças a uma minoria protegida.
 
2.122 mortos, o valor oficial, mas que tem já 24h.

São locais de mau acesso e muita casa precária.

A Força Aérea foi logo no dia seguinte buscar 102 pessoas.

Mas a TAP reforçou os voos e teve mais de 1000 pedidos de regresso.

E para já, Marrocos só aceitou a ajuda de 4 países para equipas de busca e salvamento.
 
Se cair uma tempestade de pedras de granizo e te espatifar o carro, tu não tens controlo nenhum e o estado não te paga nada.
O estado não pode ser o garante de todos os bens privados, a não ser que sejas um desgraçadinho ou pertenças a uma minoria protegida.

Boa, então se vier um grande terramoto e 90% da população de Lisboa e arredores ficar sem casa por não ter seguro... Tá bonito [:D]
 
Se cair uma tempestade de pedras de granizo e te espatifar o carro, tu não tens controlo nenhum e o estado não te paga nada.
O estado não pode ser o garante de todos os bens privados, a não ser que sejas um desgraçadinho ou pertenças a uma minoria protegida.

No caso de um evento sísmico (ou outro), que acarrete uma disrupção do normal funcionamento da sociedade, o estado entra na reconstrução. Se não o fizer, corre o risco de arrastar por anos/décadas uma crise humanitária. Isto não tem a ver com ser um estado de esquerda ou de direita, dado que até os EUA o fizeram por exemplo, na reconstrução após o Katrina.

Pode é fazê-lo de várias formas, em diversas percentagens e em mais ou menos tempo. E é aí que ter um seguro pode ajudar, recebendo num prazo reduzido o valor de reconstrução (e não o valor comercial)...Para se ter uma ideia, quando foram as cheias da Madeira, um evento de pequena magnitude é certo, houve clientes a receber indemnizações menos de 48h após o evento.

Continuo a defender que um multirriscos habitação, com cobertura sísmica, deveria ser obrigatório. Seja por via convencional, seja através de um fundo mutualista com o risco colocado em num colégio de seguradores/resseguradores
 
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