Tópico MAZDA - Superioridade Evidente!

Boas!

Vou colocar aqui algumas questões relativas à fiabilidade da última geração do 6, a ver se alguém me sabe responder.

Do que se lê, o DPF continua a ser um bocado sensível ao tipo de uso e também os discos de travão de destacam pela sua reduzida durabilidade.

A questão é: as evoluções que este modelo tem sofrido melhoraram pelo menos a questão do DPF? Vejo que houve um restyling em 02/2015 e outro em 2017. Em 07/2018 vi também que houve uma evolução do motor 2.2 D mais potente, que de 175 CV/400 Nm passou para 184 CV/445 Nm.

São, em geral, carros ainda hoje recomendáveis, com fiabilidade "à japonesa" (tirando os aspectos mencionados) ou é melhor "fugir" deles?
 
Estás à vontade.

A unica recomendação que te dou é de cortar o serviço motor em dois.

10kkm,ou 6 meses.
 
Então? Duas opiniões opostas? Mau sinal!


Só o facto de se ter que trocar óleo de 6 em 6 meses na minha opinião já me parece um indicador da (falta de) robustez destes motores.

No caso de se tentar seguir com o plano de manutenções recomendado, mais tarde ou mais cedo a luz vai começar a acender e obrigar a fazer a troca prematura.


Não encontro muita informação relativamente a este motor mais 'recente' mas não acredito que tenha havido muitas alterações relativamente aos antigos 150/175.

Com a constante contaminação do óleo torna-se um motor muito sensível, resultante do desgaste no geral acentuado e prematuro especialmente do turbo, cames e injeção... Depois há as junta da cabeça, obstrução recorrente da admissão, falha catastrófica sem aviso resultado de correntes partidas, bombas de óleo que deixam de funcionar, chupadores de óleo entupidos.
 
Por aqui Suiça,Mazda é aos pontapés.

Tive 4 Mazda.

O último foi um GH break 2.2.

Mudei a corrente uma vez sim senhor aos 140kkm.

O modelo que veio depois tiveram problemas no 2.2 Skyactiv,foram mudados motores em garantia e zero stresses depois disso.

Mudar o óleo e filtro a cada 10kkm é simplesmente devido ao pós-combustão que como toda a gente sabe acaba por contaminar o óleo e o nivel deste acaba por subir,do nivel máx ao X da vareta é mais de 1 litro,portanto imaginem.

A minha 6 GH simplesmente foi vendida porque a caixa de direção assistida foi à vida e trocar era metade do preço do valor dela.

185kkm quando a vendi.

Tirando a troca da corrente foram 0 problemas de motor.

Só tive que recorrer uma vez da garantia devido a uma pinça de travões que gripou.
 
Só o facto de se ter que trocar óleo de 6 em 6 meses na minha opinião já me parece um indicador da (falta de) robustez destes motores.

No caso de se tentar seguir com o plano de manutenções recomendado, mais tarde ou mais cedo a luz vai começar a acender e obrigar a fazer a troca prematura.


Não encontro muita informação relativamente a este motor mais 'recente' mas não acredito que tenha havido muitas alterações relativamente aos antigos 150/175.

Com a constante contaminação do óleo torna-se um motor muito sensível, resultante do desgaste no geral acentuado e prematuro especialmente do turbo, cames e injeção... Depois há as junta da cabeça, obstrução recorrente da admissão, falha catastrófica sem aviso resultado de correntes partidas, bombas de óleo que deixam de funcionar, chupadores de óleo entupidos.

A mazda aconselha caso se faça muita cidade com pará-arrancas efetuar a mudança de 10k em 10k (aka: utilização agressiva) ma se fizeres muita estrada e tiveres o cuidado de não desligares o carro quando estiver a queimar no FAP.
 
A mazda aconselha caso se faça muita cidade com pará-arrancas efetuar a mudança de 10k em 10k (aka: utilização agressiva) ma se fizeres muita estrada e tiveres o cuidado de não desligares o carro quando estiver a queimar no FAP.

E que mais? Não andar com ele quando está a chover porque se constipa? [:cool:]

Quem faz 30.000 km por ano tem de ir trocar óleo e filtros 3 vezes por ano? E não pode simplesmente desligar o carro e sair quando necessita? Num banal 4 cilindros diesel?


Meus amigos, um Huracan V10 tem mais de 600cv, faz 8800 RPM, pode ser desligado quando se quer tem serviço mínimo de 15.000km ou 12 meses, e há pessoas a ter mais cuidados na utilização e manutenção com um motor de brincar a gasóleo? Mas a malta perdeu definitivamente o juízo?
 
Boas!

Vou colocar aqui algumas questões relativas à fiabilidade da última geração do 6, a ver se alguém me sabe responder.

Do que se lê, o DPF continua a ser um bocado sensível ao tipo de uso e também os discos de travão de destacam pela sua reduzida durabilidade.

A questão é: as evoluções que este modelo tem sofrido melhoraram pelo menos a questão do DPF? Vejo que houve um restyling em 02/2015 e outro em 2017. Em 07/2018 vi também que houve uma evolução do motor 2.2 D mais potente, que de 175 CV/400 Nm passou para 184 CV/445 Nm.

São, em geral, carros ainda hoje recomendáveis, com fiabilidade "à japonesa" (tirando os aspectos mencionados) ou é melhor "fugir" deles?
Boas tenho uma 6 de 175cv desde 2018, fez agora 100.000km, só fazer revisão e meter gasolina.

Mas faço diariamente 50km em nacional, nunca tive de ir antes trocar óleo ou fazer qq tipo de manutenção ao filtro de partículas.
 
Se não queres perceber o que escrevi tudo bem, quem faz 30000 km por ano, dificilmente só faz cidade com para-arranca.

Como todos os diesel recentes, se só fizerem cidade a probabilidade de virem a ter problemas com dpf é bastante elevada.
 
ainda não saiu do diesel a europa?
Se não queres perceber o que escrevi tudo bem, quem faz 30000 km por ano, dificilmente só faz cidade com para-arranca.

Como todos os diesel recentes, se só fizerem cidade a probabilidade de virem a ter problemas com dpf é bastante elevada.
 
Estes são os principais países que ainda se agarram ao diesel.

A partir de agora pouco a pouco as coisas vão mudando pois a maioria das marcas deixam de fabricar veículos ligeiros de passageiros a diesel,sendo na sua maioria otto e híbridos.

Depois temos os elétricos.

E veremos o que o futuro vai ditar para o hidrogénio.
 
Vision Study Concept, antevisão do Miata possivelmente:
Mazda%20Vision%20Study%20Model.jpg
mazda-vision-study-concept-2.jpg
 
Muito interessante o regresso do wankel... Vamos ver como se portam a nível de fiabilidade.

No entanto é um conceito estranho, pois sendo um motor super suave, é excelente para "gerador" onde o melhor é ficar camuflado, no entanto os wankel não têm boa fama de gostarem de ser ligados e desligados, por isso presumo que quando ligar o gerador, deve ficar um certo tempo a funcionar.

Estou curioso para ver como eles conseguiram tratar das emissões.
 
Back
Top