Alfa 4c

Permite-me que discorde com esta frase final. É claro que é mais importante o chassis que o autorrádio, mas a tua intervenção visa essencialmente sobrevalorizar o desempenho em estrada descurando um pouco a imensa importância da imagem.
Num carro deste preço, e principalmente neste campeonato, tudo interessa, até ao mais pequeno detalhe.

E é precisamente aí, nos detalhes, que tropeçamos em coisas difíceis de engolir. Se no exterior temos as óticas dianteiras que não agradam nem ao menino Jesus, no interior temos alguns pormenores que desiludiram. Apontamentos estéticos que certamente irão ser corrigidos num futuro facelift.

Mas se o maior peso na escolha de um carro recai claramente na estética exterior e interior, num desportivo que tem como um dos principais objetivos captar olhares por onde quer que passe, podes crer que todos os detalhes contam no que toca à beleza.
Acho inadmissíveis esses pequenos detalhes mal conseguidos, especialmente quando no concept os designers conseguiram apresentar ideias tão boas.
Os faróis são o mais puro exemplo de que nem sempre inovar é sinónimo de deslumbrar. Dá até a ideia de que foram feitas por outras pessoas, tal foi o resultado que estragou uma carroçaria de sonho
.

Eu gosto dos farois !

São tipo Mick Jagger tão feios, tão feios, que até se tornam interessantes [:D]

Não gosto de carros todos bonitinhos, prefiro alguma animalidade, irreverência, selvajaria e os faróis dão esse toque.
 
Contrariamente ao que se tem vindo a fazer crer, comparações com Lotus, Porsches e afins fazem todo o sentido mal se soube o preço do benjamim desportivo da Alfa.
Digam o que disserem, a verdade é que todos nós ficámos espantados com o elevado preço do 4C.

Optaram pela utilização de um motor pequeno com baixa potência, que para se tornar competitivo e apresentar uma performance à altura de outros modelos mais potentes, foi obrigado a emagrecer através do amplo recurso à fibra de carbono, para disponibilizar uma relação peso/potência aceitáveis.

A fibra de carbono é caríssima e, está visto, o preço disparou, pelo que a partir do momento que se colocou nesse patamar não terá outra hipótese a não ser ter de se bater com modelos de gabarito e provas dadas. Não há volta a dar.
Missão nada fácil para um outsider.
E quer queiram quer não, o logo incrustado na carroçaria conta muito, pelo que marcas que sempre viveram no reino superdesportivo e detêm uma fama que as precedem, levam vantagem.

Pessoalmente, considero extremamente errada a tática comercial da Alfa com este 4C.
Menos fibra de carbono e um preço mais competitivo levá-lo-ia a “mares nunca antes navegados” pelas tais marcas de renome em terra de queimar borracha no asfalto que ameaça, apresentando-se como uma excelente alternativa a um outro universo de clientes.
Tenho ideia de que se não ultrapassasse os 40.000€ (em vez dos 60), seria um enorme êxito de vendas em todo o mundo.

Compreendo que queiram criar uma imagem de elevada qualidade na terra do tio Sam, bem diferente da deixada há cerca de 20 anos atrás.
Mas este wannabe Ferrari é uma má aposta, sobretudo quando o coração não é o mesmo do cavalinho.
A Alfa tem de preencher o nicho entre a Ferrari e os generalistas do grupo transalpino – é esse o seu território natural.

É preciso não esquecer que a imagem e o status são muito importantes neste “campeonato”, pelo que temo que, mesmo com um bom comportamento em estrada, acabe por não ser suficiente para convencer no momento de abrir os cordões à bolsa e escolher um modelo sem provas dadas em detrimento de outras estrelas donas da praia.

Olhe-se para o 4C como um halo-car, um manifesto (a Alfa desde o Giulietta que tem vindo a bater no tópico relação peso-potência, o que obrigará os seus carros a perder peso), uma forma de dizer... Sim, ainda estamos aqui[:D].
E isso já conseguiram.
É caro? sem dúvida.
Mas o caminho que eles decidiram escolher não poderia ser de outra forma.
As limitações produtivas inerentes ao material, e o hardware necessário para o produzir, colocam a recuperação do investimento nas possíveis 2500 un/ano anunciadas para tornar tudo rentável. E mesmo com componentes partilhados e soluções manhosas para contornar custos, mesmo assim é bastante caro.

E a escolha de uma célula central em fibra de carbono vem dos primórdios do projecto, ainda antes de se ter decidido que a Alfa teria um modelo extraído dessa base. Não nos esqueçamos que este projecto nasceu na Dallara para criar uma máquina específica para Abarth com objectivos focados no desempenho em circuito. Caso tivesse ido para a frente, teríamos um concorrente directo do Elise/Exige, provavelmente um rival de Caterhams e KTM, tão ou mais minimalista e certamente mais "curto e grosso" que aquilo que o 4C é.

Para sports-car mais acessiveis, dentro de +- 2 anos teremos o Spider feito em conjunto com a Mazda.
Do que se conhece, o Spider posicionar-se-á acima do Mx5, e aposto que será mais que garantido que deverá recorrer aos mesmos argumentos mecânicos do 4C. O 1.75 turbo e a TCT deverá ser a base mecânica do Spider, e com preços que deverão ser metade daquilo que temos agora com o 4C.

O 4C é um muito bom exercício a vários niveis.
Comparando com o 8C, que era objecto de coleccionador e não passava de um Maserati com outra carroçaria, temos um modelo criado de raíz, de forte conteudo tecnológico.
Temos um carro que partilha os "comos" de superdesportivos como o McLaren 12C.
Tecnologicamente é um carro avançado e esperemos que o know-how dê frutos em futuros modelos Alfa.
Baseia-se também num paradigma que terá de ser obrigatoriamente o caminho para os carros do futuro: Leveza.
E que melhores razões para este argumento que performances ao nivel de carros com 6 cilindros e 80-100cv mais, e hipotéticos consumos/emissões ao nivel de hot-hatchs?

Considerei fútil o 8C, porque não acrescentava nada à Alfa. Apenas uma glorificação nostálgica...
Mas o 4C é o tipo de projectos que a Alfa deveria realmente perseguir para se elevar no panorama mundial como o Marchionne pretende.
Pois o 4C permite que a marca evolua.
Desde que se garanta rentabilidade e lucro, acho que é o caminho que devem seguir, pois se querem realmente estar ao nivel de outras referências, a curva de aprendizagem terá de ser rápida.
 
Sim senhor estou a gostar muito dos últimos posts.

Se fosse eu a tomar decisões (eu, um assumido ignorante) teria optado por aluminio em vez de carbono e por um V6 2,4 em vez do 1,75.

No final do dia talvez tivesse um carro 100 kg/150 kg mais pesado (ainda assim com um peso muito contido), mas um pouco mais barato, um pouco mais nobre e para massificar um pouco mais.

Um carro assim a custar 50/55 mil euros no nosso mercado tinha um posicionamento muito interessante e quase não tinha concorrentes.
Qual 2.4 V6 já agora?

No nosso mercado, com um motor 2.4, mais gastador (maior cilindrada e com uma carroçaria mais pesada para puxar), maior carga fiscal, junto com os custos imputados de desenvolver um motor novo, mais facilmente ia ser mais caro do que mais barato, aproveitando ainda a marca a tal "nobreza" do V6 para posicionar o carro.
E a verdadeira nobreza dos 100/150kg a menos (muito importante na dinâmica) tinha ido por água abaixo no processo. Lose/lose.
 
Qual 2.4 V6 já agora?

No nosso mercado, com um motor 2.4, mais gastador (maior cilindrada e com uma carroçaria mais pesada para puxar), maior carga fiscal, junto com os custos imputados de desenvolver um motor novo, mais facilmente ia ser mais caro do que mais barato, aproveitando ainda a marca a tal "nobreza" do V6 para posicionar o carro.
E a verdadeira nobreza dos 100/150kg a menos (muito importante na dinâmica) tinha ido por água abaixo no processo. Lose/lose
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Eu avisei que era só a minha opinião [:D]

O 2,4 teria que ser desenvolvido [;)] há volvos 2,4 a custar 47/48 mil euros no nosso mercado.[:p]
 
Definitivamente para mim, e por muito que tenham trabalhado a sonoridade do 4cilindros, este carro merecia um 2º motor, mais nobre...a continuação do v6 3.2 por exemplo...
 
Definitivamente para mim, e por muito que tenham trabalhado a sonoridade do 4cilindros, este carro merecia um 2º motor, mais nobre...a continuação do v6 3.2 por exemplo...

O desenvolvimento de V6 Busso para já, ou melhor, desde já algum tempo, está suspenso.
Pelo que o único V6 disponível no grupo FIAT seria o 3.0 V6 fabricado em Modena para o novo Quattroporte.
Pelo que na minha modesta opinião, o melhor seria pensar outro.
 
Até nem acho mal o 1.750 dado o historial da marca nesta cilindrada. É como se fosse a ponte. A ponte entre um Lightweigt (1300/1600) e um 2000 ou V6. Isto ja vem dos tempos dos coupes Bertone, e mais recentemente com os 156, que muita gente preferia os 1.8 (na realidade eram 1747 cc) do que os 2.0. E bem vistas as coisas tinham razão. Os 1.6 tinham 120 cvs, os 1.8 144 e os 2.0 155. Ou seja eram os que tinham melhor relação cvs/lt e com bastante potencial. Existe um em Portugal com cerca de 180/185 cvs extraidos do 1.8, e como carro de dia-a-dia ter 100 cvs/litro de um atmosferico é bem bom.
 
O motor pode ser o calcanhar de Aquiles apenas por o carro por via do preço entrar em concorrência directa com carros com mecânicas mais nobres. Um I4 nunca vais ser um 6 cilindros. Mas percebe-se. O grupo não tem no momento nenhum V6 referencia, a opção será este honesto e comprovado motor.

Por isso uma paginas atrás disse que se calhar tinha sido mais fácil a AR entra na competição directa com modelos tipo GT86. Fun car, menos nobre e refinado mas mais bem barato. Subir a fasquia, é entrar no que ja se falou. Cayman. A referencia actual no segmento. E que referencia de tudo o que li e vi o carro é uma brutal maquina de devorar pista e estrada sinuosa.

Mas se quer ter sucesso tem forçadamente de fazer peito aos melhores. Vide o Nissan GTR. So foi respeitado quando foi mais rapuido que o 911 turbo no ring.
 
Permite-me que discorde com esta frase final. É claro que é mais importante o chassis que o autorrádio, mas a tua intervenção visa essencialmente sobrevalorizar o desempenho em estrada descurando um pouco a imensa importância da imagem.
Num carro deste preço, e principalmente neste campeonato, tudo interessa, até ao mais pequeno detalhe.

E é precisamente aí, nos detalhes, que tropeçamos em coisas difíceis de engolir. Se no exterior temos as óticas dianteiras que não agradam nem ao menino Jesus, no interior temos alguns pormenores que desiludiram. Apontamentos estéticos que certamente irão ser corrigidos num futuro facelift.

Mas se o maior peso na escolha de um carro recai claramente na estética exterior e interior, num desportivo que tem como um dos principais objetivos captar olhares por onde quer que passe, podes crer que todos os detalhes contam no que toca à beleza.
Acho inadmissíveis esses pequenos detalhes mal conseguidos, especialmente quando no concept os designers conseguiram apresentar ideias tão boas.
Os faróis são o mais puro exemplo de que nem sempre inovar é sinónimo de deslumbrar. Dá até a ideia de que foram feitas por outras pessoas, tal foi o resultado que estragou uma carroçaria de sonho.
Olha, ó Blade... Já o disse por diversas vezes aqui neste forum e vou repetir. Compro carros com base na seguinte hierarquia: 1º chassis; 2º motor; 3º tudo o resto (sem contar com o preço, obviamente, que é o que tudo define).
Não vou exagerar ao ponto de dizer que, se o carro viesse com o interior a desmontar-se que o compraria...
Mas também não vão ser os tais "pormenores" de que falas que me vão afastar da compra de qualquer carro. Alfa Romeo ou outro.
Aliás, se me permites, encaro com muita surpresa que mais gente num forum automóvel não pense como eu. Na população em geral eu percebo isso. Mas num forum automóvel onde, supostamente, intervêm pessoas apaixonadas por automóveis, pela performance, pela desportividade, pela emoção, não consigo "encaixar".
Mas sou eu que estou errado, isso tenho a certeza pois já percebi que a maior parte das pessoas aqui no forum prefere carrinhas a carros, caixas automáticas a manuais, equipamento a motor, conforto a performance...
 
Tenho ideia de que se não ultrapassasse os 40.000€ (em vez dos 60), seria um enorme êxito de vendas em todo o mundo.

Tenho ideia que a esse preço a Alfa não teria capacidade de produção para satisfazer as encomendas por uma larga margem a esse preço. Já assim veremos (tudo dependerá tb do preço nos states). De qq forma os 60k parecem-me exagerados, para mim e já o disse antes o target equilibrado deste carro situar-se-ia nos 55k cá, entre 48 a 50k lá fora... De qq forma os 60k parecem-me não ser o preço de entrada depois da launch edition (e um preço mais elevado para uma launch edition numerada, não me choca e não concorre com os restantes "run of the mill"), mas lá está, veremos se tudo isto se confirma...
 
Tirando o auto-rádio horrivel e aquele plástico das opticas que com os passar dos anos vai ficar "branco", o carro está bem conseguido. O preço, isso já é outra história pois acho muito puxado se comparado com o Elise.
Resta esperar pelos testes para ver como resulta.
 
O uso da tecnologia e know how para diminuir o peso para se poder reduzir o consumo e melhorar a performance, é o caminho do futuro, e a Alfa está a segui-lo. Só há que louvar.
Só que neste momento, e face aos atuais elevados preços de produção da fibra de carbono, na minha ótica a escolha acertada seria para um modelo maior e mais potente, num segmento mais caro, onde o peso da tecnologia investida pesasse menos no peso final do produto.

Temos os TT, Z4 e SLK da Audi, BMW e Mercedes com dimensões aproximadas (apenas cerca de 10 a 20cm maiores) e preços de entrada em Portugal que oscilam entre os 40 e os 47 mil €. O Alfa deverá rondar os 75 mil.
Nenhum destes modelos faz má figura nem as marcas saem desprestigiadas.

Questiono-me então se, num carro deste segmento, será uma boa opção o uso de toda esta arquitetura leve no momento atual?
E porquê que o 4C teve de subir a parada e atacar um outro grupo onde temos por exemplo um Cayman mais potente e bem mais barato?
Eu sei que a nível de consumos e ecologia o 4C tem vantagem (eu que o diga que um sou defensor da natureza), mas será que quem vai comprar um desportivo tem no topo das suas preocupações os consumos e o ambiente?
Será que vai colocá-lo a gás ou a eletricidade?

E não venham falar de performances do Porsche, porque estamos a falar num carro que tem recebido os mais rasgados elogios pela crítica internacional.
Quem diz este, diz outros modelos de outras marcas. Daí a minha preocupação face ao preço.

Acho bem que o 4C queira ser melhor e dar um passo mais além, mas é mesmo bom que o seja, senão estaremos perante um enorme flop de vendas.
Por algum motivo outras marcas não usaram as mesmas tecnologias caras em modelos congéneres.
Teremos de aguardar pelo comportamento dinâmico, aerodinâmica, agilidade, grip, a facilidade de condução, acelerações/travagens, recuperações, o comportamento em curva, a precisão da direção a ver se é comunicativa qb, a eficiência da caixa, a estabilidade direcional, para aquilatarmos se o produto vale aquilo que se pede por ele.

Desculpem lá o meu ceticismo, mas prefiro esperar pelos números de vendas para ver no que vai dar. Espero sinceramente que as minhas reticências não tenham qualquer fundamento, pois seria bom que o modelo vendesse bem e abrisse caminho para mais modelos dentro da mesma filosofia.

Mas referi isto porque o produto não precisa só de ser bom, porque não fica numa sala de exposições, ou é oferecido ao público.
Um produto tem de ser bom, mas tem-se de avaliar corretamente o mercado que conta com concorrentes e consumidores.
São estas as variáveis que ditam o sucesso ou não de um produto.
E infelizmente a Alfa tem dado provas de falhas na leitura do mercada que dão pano para mangas. Daí as minhas...

É que além do design, sofisticação tecnológica, nível de equipamento de segurança e ajuda à condução, conforto e eficácia na estrada, um dos pontos a ter em conta são os preços combativos... o que para já, e até ver, não abona nada a favor do Alfa.
Mas provavelmente sou eu que não pesco nada da coisa e estou a criar uma tempestade num copo de água. Nota, estou apaixonado pelo carro, só receio que não venha a vingar como esperado.
Como raramente dou a minha opinião, agora já deu para fartar.[:D]
 
Última edição:
Os Z4 e TT etc, não são modelos congéneres. O que vocês procuram é o sucessor do GTV ou Brera. De preferência RWD e tal.

Mas o 4C não é isso.

Se concorre com esses mencionados? O mercado é livre... há pessoas que até podem hesitar entre um roadster e uma carrinha Volvo que tenha um preço semelhante.

Da mesma maneira o Elise também "concorre" com esses modelos. Mas na verdade não. Carros construídos com filosofias totalmente diferentes e com fins diferentes. Apenas o Boxster se aproxima pela arquitectura, mas afasta-se pela filosofia.
 
Última edição:
Temos os TT, Z4 e SLK da Audi, BMW e Mercedes com dimensões aproximadas (apenas cerca de 10 a 20cm maiores) e preços de entrada em Portugal que oscilam entre os 40 e os 47 mil €. O Alfa deverá rondar os 75 mil.
Nenhum destes modelos faz má figura nem as marcas saem desprestigiadas.

Éh lá, onde é que vais buscar este valor? Não será tanto, certamente. Não esqueças que a carga fiscal para este carro é "relativamente" baixa... menos de 5k, mais IVA. Não acredito nada que chegue a esses valores cá. (e os 60k anunciados, além de uma vez mais serem launch edition são já com IVA nos outros países (fui verificar isto pq já estava com dúvida), pelo que o diferencial para o nosso país serão os tais 4,8k do ISV + IVA + Delta das Taxas de IVA... Com alguma eventual compensação que possa ser feita no nosso mercado não tem por onde crescer tanto.
 
O problema aqui é que o 4C mistura segmentos, por um lado temos materiais/construção de um segmento, depois motor/alguns acabamentos de um segmento 'inferior'. O uso do carbono a meu ver era desnecessário, a diferença de peso não seria tão notória e o carro já teria uma ideia mais homogénea que o ajudasse a situar-se num único segmento.

Por um lado temos um chassis refinado que usa o melhor dos materiais, usado apenas em grandes desportivos, arrisco super desportivos.
Por outro temos um nivel de acabamento e escolha de equipamentos que está enquadrado com desportivos 'comuns'.
 
O problema aqui é que o 4C mistura segmentos, por um lado temos materiais/construção de um segmento, depois motor/alguns acabamentos de um segmento 'inferior'. O uso do carbono a meu ver era desnecessário, a diferença de peso não seria tão notória e o carro já teria uma ideia mais homogénea que o ajudasse a situar-se num único segmento.

Por um lado temos um chassis refinado que usa o melhor dos materiais, usado apenas em grandes desportivos, arrisco super desportivos.
Por outro temos um nivel de acabamento e escolha de equipamentos que está enquadrado com desportivos 'comuns'.

Ou seja, não tem segmento.
 
O problema aqui é que o 4C mistura segmentos, por um lado temos materiais/construção de um segmento, depois motor/alguns acabamentos de um segmento 'inferior'. O uso do carbono a meu ver era desnecessário, a diferença de peso não seria tão notória e o carro já teria uma ideia mais homogénea que o ajudasse a situar-se num único segmento.

Por um lado temos um chassis refinado que usa o melhor dos materiais, usado apenas em grandes desportivos, arrisco super desportivos.
Por outro temos um nivel de acabamento e escolha de equipamentos que está enquadrado com desportivos 'comuns'.
Na procura de um carro o mais leve possível, ambos os lados são o mesmo. Construíram o carro para a eficiência do seu peso e andar a gastar em carbono para depois lhe meter kgs de equipamento fútil em cima seria uma contradição.

Para bons equipamentos, sofisticação e não uso de carbono, mais uma vez o que procuram será um novo GTV/Brera (está planeado?).
 
Na procura de um carro o mais leve possível, ambos os lados são o mesmo. Construíram o carro para a eficiência do seu peso e andar a gastar em carbono para depois lhe meter kgs de equipamento fútil em cima seria uma contradição.

Para bons equipamentos, sofisticação e não uso de carbono, mais uma vez o que procuram será um novo GTV/Brera (está planeado?).

Não posso concordar, alumínio resultava igualmente, vivia-se bem com mais 20/40 kgs, o que faria que o valor fosse inferior e o segmento se tornasse mais definido. Mas podemos pegar no outro ponto, aliar um 1700 a um chassis de carbono. De um ponto de vista de vendas não faz muito sentido, ainda mais no mercado que quer abrir portas (USA).
 
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