[Economia] Amor e uma conta bancária...?

Amor e uma conta bancária...?


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Sabe e não vejo porque não o deveria saber. Cada um sabe da conta do outro e se um está a gastar mais dinheiro no quotidiano o outro procura um equilíbrio porque a maior parte das despesas são comuns.
Mas sem grandes preocupações, porque o dinheiro é apenas um bem necessário para termos uma vida minimamente condigna e podermos fazer uma extravagância de longe a longe senão a coisa não tinha piada.
Acho que esconder uma coisa entre o casal demonstra uma falta de abertura e de confiança no outro. Só não o revela quem tem algo a esconder e isso é lamentável.

Como exemplo acho que o paradigma da máxima estupidez e o mínimo amor foi o caso do casal de namorados que ganharam o euromilhões e que correram para os tribunais para poder cada um deles ficar com o dinheiro todo (como se aquilo não chegasse para os dois:sh)).
Se calhar muitos casais têm o seu caso de euromilhões entre eles, porque em vez de partilharem o que têm contribuindo para a felicidade comum, têm um oceano de egoísmo e desconfiança entre eles que se chama tudo menos amor.


Concordo e acrescento

Existe uma conta (só uma) para os dois , existem carros , 1 em meu nome e 4 (os carros que compro e restauro) em nome dela , existem 2 casas em nome dela , e se perguntarem porquê eu digo simplesmente , se me acontecer alguma merd*** ela não tem de se preocupar com muitas burocracias . e existem ainda declarações de venda dos carros assinadas em caso de ser ao contrário . Ela merece que eu seja honesto desde o princípio , afinal começamos com quase nada e ela sempre poupou muito e ainda hoje nada se desperdiça nesta casa , corrigi um defeito meu , comprava muitas Parker e uso sempre a mesma , comprei uma meia duzia de relógios e uso sempre o mesmo , acabou-se , só tenho uma mão para escrever e só uso um relógio de cada vez , portanto tinha de ganhar juízo , agora carros para restaurar é ........................ inevitável
 
No meu dinheiro mando eu mas so no meu, no dela manda ela. Temos as nossas responsabilidades e cada qual assume as suas sem problema. Nao sei quanto dinheiro ela tem nem me interessa mas de certeza que tem mais do que eu [:D] .
 
eu estou como 2º titular das contas dela, ela com 2º titular das minhas contas, logo no homebanking aparece tudo, não há nada a esconder

É isto, mas como eu me esqueci dos meus codigos de acesso não faço a minima, nem quero saber, o dinheiro que ela tem
 
Sabe e não vejo porque não o deveria saber. Cada um sabe da conta do outro e se um está a gastar mais dinheiro no quotidiano o outro procura um equilíbrio porque a maior parte das despesas são comuns.
Mas sem grandes preocupações, porque o dinheiro é apenas um bem necessário para termos uma vida minimamente condigna e podermos fazer uma extravagância de longe a longe senão a coisa não tinha piada.
Acho que esconder uma coisa entre o casal demonstra uma falta de abertura e de confiança no outro. Só não o revela quem tem algo a esconder e isso é lamentável.

Como exemplo acho que o paradigma da máxima estupidez e o mínimo amor foi o caso do casal de namorados que ganharam o euromilhões e que correram para os tribunais para poder cada um deles ficar com o dinheiro todo (como se aquilo não chegasse para os dois:sh)).
Se calhar muitos casais têm o seu caso de euromilhões entre eles, porque em vez de partilharem o que têm contribuindo para a felicidade comum, têm um oceano de egoísmo e desconfiança entre eles que se chama tudo menos amor.
Falou tudo ... estou totalmente de acordo :)
 
Algo a esconder... as pessoas só se conhecem quando fogem do ninho, e muitas vezes nem esse sinal dão para a sua matreirice.

Cautela e caldos de galinha...
 
Cada um tem a sua opinião, agora eu acho que juntar tudo na mesma conta pode dar alguns atritos.

Imaginem que eu tenho um hobby, e vou comprar por exemplo algo por volta dos 800/900€. Usando claro a conta que é dos dois, a maria não vai achar piada porque essa conta tb é dela e vai mandar bocas e afins.

Ou então, ela faz anos vocês vão comprar uma prenda usando o cartão dessa conta comum. No fundo vão comprar uma prenda com dinheiro que tb é dela e ela vai ver quanto custou..
 
As nossas despesas mensais resumem-se a:

- Energia
- Agua
- Empregados
- Rancho
- Condominio
- DSTV
- ZAP

Eu encarrego-me de todas as despesas (Eu ganho muito mais)

A minha mulher encarrega-se das despesas dos miudos (fraldas, leite, roupas) e das despesas dela....

Por isso temos um fundo comum (onde pomos uma % do salário que cobre essas despesas e poupamos algum) e tem cada um a sua conta individual. Mas cada um sabe mais ou menos o que o outro tem....

Em relação aos bens, eu não tenho nada em meu nome (casas, carros) está tudo em nome dela.

E a minha mulher também mudou muito os meus hábitos. Há despesas inuteis que deixei de fazer
 
No meu caso e desde que nos casamos, cada um manteve a conta que tinha mas passaram as duas contas a ter ambos os titulares.

E como temos ambos as contas na CGD, pelo site online sabemos sempre tudo.
 
Sem dúvida.

O problema é quando esse "recanto" se traduz numa casa que fica "esquecida", porque quando a pessoa morre, ninguém sabe da existência dela, ou porque existem umas contas recheadas, que ninguém sabendo da existência, acabam por ficar "perdidas"...

Pode acontecer, mas o saber-se não implica que se saiba tudo.

Eu sei as contas que há, sei o património que há, e há informação disso, mas as coisas são dela, ela é que gere, e ela é que acede.

Ou seja há privacidade, mas não há secretismo. São coisas diferentes.
 
Na verdade e pegando no que vou vendo, em casais mais maduros, segundos casamentos, pessoas um pouco mais velhas, tende-se a valorizar mais alguma separação.

A ideia de partilha total anda, muitas vezes, de mão dada com alguma inocência, não querendo isto dizer que não é meritória.

Basta 2 pessoas terem filosofias de poupança muito diferentes, para a total partilha poder ser fonte de desentendimentos.
 
no meu caso, temos 4 contas: a minha de solteiro da CGD, a minha de casado na CGD, a dela de solteiro da CGD, e de casado na CCAM. Há algum segredo, mas não total. Já li por aí que as despesas da casa são a 50%...então se vocês ganharem 1000€ e ela 500€ (ou ao contrario claro), ele mete 500€ na de comum ela 250€? acham justo isso? eu não...No meu caso eu meto lá 95% do que ganho e ela idem...ficando cada um com apenas uns euros para aqueles miminhos.
 
Na verdade e pegando no que vou vendo, em casais mais maduros, segundos casamentos, pessoas um pouco mais velhas, tende-se a valorizar mais alguma separação.

A ideia de partilha total anda, muitas vezes, de mão dada com alguma inocência, não querendo isto dizer que não é meritória.

Basta 2 pessoas terem filosofias de poupança muito diferentes, para a total partilha poder ser fonte de desentendimentos.

Os meus pais, com perto de 70 anos, sempre tiveram a mesma conta. Uma para os dois. E mesmo contas posteriores, foram sempre os dois titulares.

Como já referiram, se há amor, há confiança e basta uma conta ou contas com ambos os titulares.
 
no meu caso, temos 4 contas: a minha de solteiro da CGD, a minha de casado na CGD, a dela de solteiro da CGD, e de casado na CCAM. Há algum segredo, mas não total. Já li por aí que as despesas da casa são a 50%...então se vocês ganharem 1000€ e ela 500€ (ou ao contrario claro), ele mete 500€ na de comum ela 250€? acham justo isso? eu não...No meu caso eu meto lá 95% do que ganho e ela idem...ficando cada um com apenas uns euros para aqueles miminhos.

O casal ganha para o conjunto, independentemente do que cada um ganha. Estão a construir uma vida em conjunto.

E tantos casais que um está desempregado e não ganha para casa. Como é? É excluído? Fica escravo?

Mentalidade um pouco tacanha.
 
Os meus pais, com perto de 70 anos, sempre tiveram a mesma conta. Uma para os dois. E mesmo contas posteriores, foram sempre os dois titulares.

Como já referiram, se há amor, há confiança e basta uma conta ou contas com ambos os titulares.

Esse é um exemplo dessa situação, haverá seguramente exemplos do contrário.

Essa do "se há amor, há confiança" não é assim necessariamente e cada um ter a sua conta também não significa que não haja confiança.

O que não falta por aí é "estórias" de amor em que não há confiança, tanto entre amantes, como entre pais e filhos ou até entre o condutor e o seu Alfa Romeo [:D]

Às vezes chama-se amor a algo que pode ser mais uma boa amizade.

Por outro lado as pessoas antigas tipicamente utilizavam menos os bancos portanto é mais fácil encontrar casos desses só com uma conta
 
Tenho a maioria das contas conjuntas com a minha mulher com excepção de 2 que tenho em bancos online onde faço algumas aplicações de risco (controlado) e depósitos de curto prazo pois os juros são sempre mais elevados.

De 3 em 3 meses envio-lhe um mail ( à minha mulher ) com a nossa situação financeira detalhada ( incluindo as minha contas online) e nunca falamos de dinheiro em casa.[:D]


O meu Irmão por exemplo tem contas separadas paras tudo. Com 2 filhas, chegam ao cúmulo de ir por exemplo ao Mac e ele paga o dele e de uma filha e ela paga o dela e da outra filha.[:)]

E dão-se super bem só que as contas são separadas.[:D]
 
Concordo e acrescento

Existe uma conta (só uma) para os dois , existem carros , 1 em meu nome e 4 (os carros que compro e restauro) em nome dela , existem 2 casas em nome dela , e se perguntarem porquê eu digo simplesmente , se me acontecer alguma merd*** ela não tem de se preocupar com muitas burocracias . e existem ainda declarações de venda dos carros assinadas em caso de ser ao contrário . Ela merece que eu seja honesto desde o princípio , afinal começamos com quase nada e ela sempre poupou muito e ainda hoje nada se desperdiça nesta casa , corrigi um defeito meu , comprava muitas Parker e uso sempre a mesma , comprei uma meia duzia de relógios e uso sempre o mesmo , acabou-se , só tenho uma mão para escrever e só uso um relógio de cada vez , portanto tinha de ganhar juízo , agora carros para restaurar é ........................ inevitável

Ou seja mantiveste o hobby mais caro de todos. Também só tens um cú para andar tremido. Está certo [:D]

Cada um tem a sua opinião, agora eu acho que juntar tudo na mesma conta pode dar alguns atritos.

Imaginem que eu tenho um hobby, e vou comprar por exemplo algo por volta dos 800/900€. Usando claro a conta que é dos dois, a maria não vai achar piada porque essa conta tb é dela e vai mandar bocas e afins.

Ou então, ela faz anos vocês vão comprar uma prenda usando o cartão dessa conta comum. No fundo vão comprar uma prenda com dinheiro que tb é dela e ela vai ver quanto custou..


Se fores ninja vais levantando pequenas quantias com uns meses de antecedência para quando chegar a altura e poderes efectuar a compra [;)]
 
Na verdade e pegando no que vou vendo, em casais mais maduros, segundos casamentos, pessoas um pouco mais velhas, tende-se a valorizar mais alguma separação.

A ideia de partilha total anda, muitas vezes, de mão dada com alguma inocência, não querendo isto dizer que não é meritória.

Basta 2 pessoas terem filosofias de poupança muito diferentes, para a total partilha poder ser fonte de desentendimentos.

Eu acho exactamente o contrário. Antigamente é que havia mais ligação e partilha total. Hoje em dia há muito mais separação.

Por norma isto vem de uma alteração na visa das pessoas.

Antes o homem ganhava o dinheiro e pagava as contas, a mulher ficava em casa. Só havia uma conta.

Depois a mulher começou a trabalhar, mas o casamento era cedo e ambos partilhavam a vida em conjunto desde muito cedo. E por norma o nível de vida era igual. ricos com ricos e pobres com pobres.

Mais recentemente é que as coisas mudaram, as pessoas juntam-se mais tarde, as classes estão mais misturadas e as relações são menos estáveis. O que faz com que haja mais separação.
 
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