[Economia] Amor e uma conta bancária...?

Amor e uma conta bancária...?


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O meu Hobby são cerca de 150€/mês ( como é colecionismo, há sempre um valor que se pode recuperar um dia). Ela não se chateia nada... Mas tb não lhe pergunto nada qd vai às compras.[:D]
 
O casal ganha para o conjunto, independentemente do que cada um ganha. Estão a construir uma vida em conjunto.

E tantos casais que um está desempregado e não ganha para casa. Como é? É excluído? Fica escravo?

Mentalidade um pouco tacanha.

O casal ganha para o conjunto apartir de uma certa data (casamento, namoro, união de facto, casa em comum, sei lá!) e antes disso?

Duas pessoas de 25 a 30, que se conhecem, que já trabalhavam, se calhar até tinham duas casas, devem juntar tudo o que têm na vida a dividir pelos dois? Ou devem quando se juntam fazer contas juntos?

É que são coisas diferentes.

Estás a pensar em pessoas que se juntaram aos 18 anos (com 0€) e 50 anos depois ainda estão juntos.
 
Eu acho exactamente o contrário. Antigamente é que havia mais ligação e partilha total. Hoje em dia há muito mais separação.

Por norma isto vem de uma alteração na visa das pessoas.

Antes o homem ganhava o dinheiro e pagava as contas, a mulher ficava em casa. Só havia uma conta.

Depois a mulher começou a trabalhar, mas o casamento era cedo e ambos partilhavam a vida em conjunto desde muito cedo. E por norma o nível de vida era igual. ricos com ricos e pobres com pobres.

Mais recentemente é que as coisas mudaram, as pessoas juntam-se mais tarde, as classes estão mais misturadas e as relações são menos estáveis. O que faz com que haja mais separação
.

Isso que referes não é o contrário é a mesma coisa repara no outro post [;)]

Antigos, muito novos e inocente mais partilha

Maduros e mais experientes mais separação
 
Os meus pais, com perto de 70 anos, sempre tiveram a mesma conta. Uma para os dois. E mesmo contas posteriores, foram sempre os dois titulares.

Como já referiram, se há amor, há confiança e basta uma conta ou contas com ambos os titulares.

os meus pais tb, mas os tempos são outros..
 
Última edição:
O casal ganha para o conjunto apartir de uma certa data (casamento, namoro, união de facto, casa em comum, sei lá!) e antes disso?

Duas pessoas de 25 a 30, que se conhecem, que já trabalhavam, se calhar até tinham duas casas, devem juntar tudo o que têm na vida a dividir pelos dois? Ou devem quando se juntam fazer contas juntos?

É que são coisas diferentes.

Estás a pensar em pessoas que se juntaram aos 18 anos (com 0€) e 50 anos depois ainda estão juntos.

No caso de terem as casas penso que o mais sensato é cada um arrendar a sua e mudarem-se para uma que agrade aos dois e mantendo as casas anteriores.
Da perspectiva económica e do "pé atrás" é a melhor opção.
 
O casal ganha para o conjunto, independentemente do que cada um ganha. Estão a construir uma vida em conjunto.

E tantos casais que um está desempregado e não ganha para casa. Como é? É excluído? Fica escravo?

Mentalidade um pouco tacanha.

Devias respeitar a opinião dos outros..

No meu caso além das contas individuais, temos uma conjunta que metemos 60% do nosso rendimento para despesas da casa, infantário etc. A minha esposa vai agora ficar novamente desempregada, vou ter de colocar mais euros na conta conjunta. Qual o problema?
 
O casal ganha para o conjunto apartir de uma certa data (casamento, namoro, união de facto, casa em comum, sei lá!) e antes disso?

Duas pessoas de 25 a 30, que se conhecem, que já trabalhavam, se calhar até tinham duas casas, devem juntar tudo o que têm na vida a dividir pelos dois? Ou devem quando se juntam fazer contas juntos?

É que são coisas diferentes.

Estás a pensar em pessoas que se juntaram aos 18 anos (com 0€) e 50 anos depois ainda estão juntos.

COmo referiste, um casal é quando há um casamento, união de facto e passam realmente a viverem sob o mesmo teto. Passam a trabalhar para uma coisa em comum. É assim tão dificil perceber.

Namorados e cada um a viver em casas diferentes, por exemplo dos pais, isso não conta. ai terão cada um a sua conta.
 
Os meus pais, com perto de 70 anos, sempre tiveram a mesma conta. Uma para os dois. E mesmo contas posteriores, foram sempre os dois titulares.

Como já referiram, se há amor, há confiança e basta uma conta ou contas com ambos os titulares.

o que não entendo (quero dizer até entendo por que é normal neste fórum), é não se respeitar ou tentar compreender outras opiniões e formas de estar.

eu tenho 4 contas pessoais (uma delas nos EUA), a minha mulher 2 contas particulares, e há uma conta conjunta para as despesas correntes.
Eu respeito-a, ela a mim e não discutimos por dinheiro, e sempre foi assim desde há 10 anos.

Tenho ideia quanto ela terá, por alto, e ela terá alguma ideia, mas qual é o interesse de saber ao cêntimo quanto é que ela tem ou inverso? Ambos não sentimos necessidade. Sei que em caso de emergência financeira contamos um com o outro e isso chega.
 
COmo referiste, um casal é quando há um casamento, união de facto e passam realmente a viverem sob o mesmo teto. Passam a trabalhar para uma coisa em comum. É assim tão dificil perceber.

Namorados e cada um a viver em casas diferentes, por exemplo dos pais, isso não conta. ai terão cada um a sua conta.

Eu disse que era dificil de entender?

Mas então explica-me uma coisa.

Tu tens 25 anos e 250.000€ na conta. Ganhas 40.000 ano
Ela tem 25 anos e 1.000€ na conta. Ganha 12.000 ano

Apaixonam.se e casam.

Apartir daqui tem lógica que apesar de ganhares mais, que tenhas que fornecer mais para o rendimento conjunto.
Mas tal não deveria ser feito numa conta conjunta?

Ou dás livre acesso ao teu fundo de 250.000€ ? Para ela usar como quiser?
 
Vamos lá ver se nos entendemos.

Quando escrevi mentalidade tacanha estava a referir-me ao comentário do user tiagomaia. Este:

no meu caso, temos 4 contas: a minha de solteiro da CGD, a minha de casado na CGD, a dela de solteiro da CGD, e de casado na CCAM. Há algum segredo, mas não total. Já li por aí que as despesas da casa são a 50%...então se vocês ganharem 1000€ e ela 500€ (ou ao contrario claro), ele mete 500€ na de comum ela 250€? acham justo isso? eu não...No meu caso eu meto lá 95% do que ganho e ela idem...ficando cada um com apenas uns euros para aqueles miminhos.


E não consigo compreender como alguém escreve isto. Mais ou menos isto pode ser interpretado da seguinte maneira:

- eu ganho 5000€ por mês e a minha mulher ganha 500€ ou até está desempregada. Eu participo para o total vida conjugal. E ela não. Quer isto dizer que ela tem que se submeter ao que eu quero?

Peço desculpa mas é o que interpreto.


Agora, se cada um tem a sua conta e depois tem uma conjunta, se só tem uma, ou até tem o dinheiro debaixo do colchão, desde que se entendam está tudo bem.
O objetivo é construirem uma vida em comum, partilharem o bem e o mal, a saúde e a doença, com amor, amizade e confiança.
 
Eu disse que era dificil de entender?

Mas então explica-me uma coisa.

Tu tens 25 anos e 250.000€ na conta. Ganhas 40.000 ano
Ela tem 25 anos e 1.000€ na conta. Ganha 12.000 ano

Apaixonam.se e casam.

Apartir daqui tem lógica que apesar de ganhares mais, que tenhas que fornecer mais para o rendimento conjunto.
Mas tal não deveria ser feito numa conta conjunta?

Ou dás livre acesso ao teu fundo de 250.000€ ? Para ela usar como quiser?

Se tens algum problema desse género, o casamento é um contrato. E como um contrato que é podem ser estabelecidos cláusulas próprias. E podes regular o uso desse dinheiro.


Além disso, a Lei portuguesa define o seguinte:

A lei Portuguesa prevê três tipos de regimes de bens no ato do matrimónio:

  • Regime geral de bens - Neste regime de matrimónio, todos os bens de ambos os nubentes passam a pertencer ao casal. O casal é encarado como uma única entidade detentora de todos os bens, mesmo aqueles que cada um dos nubentes detinha antes do casamento. Em caso de separação, tudo será dividido pelos dois.

  • Comunhão de bens adquiridos - Neste regime de bens, existe separação de bens apenas nos bens que os nubentes já possuíam antes do casamento, sendo que os bens que cada um adquire após o casamento pertencem ao casal.

  • Separação de bens - Neste regime apesar de se efetuar um matrimónio, em sede de propriedade de bens existe uma total separação. Neste regime, cada nubente mantém como apenas seu quer os bens que levou para o casamento, como também aqueles que adquiriu após o casamento. Este regime é obrigatório quando um dos nubentes tem idade idêntica ou superior a 60 anos.



Se ninguém disser nada, aplica-se a comunhão de bens adquiridos. O que cada um tem antes do casamento é seu e depois do casamento é dos dois.
Simples.
 
Se tens algum problema desse género, o casamento é um contrato. E como um contrato que é podem ser estabelecidos cláusulas próprias. E podes regular o uso desse dinheiro.


Além disso, a Lei portuguesa define o seguinte:

A lei Portuguesa prevê três tipos de regimes de bens no ato do matrimónio:

  • Regime geral de bens - Neste regime de matrimónio, todos os bens de ambos os nubentes passam a pertencer ao casal. O casal é encarado como uma única entidade detentora de todos os bens, mesmo aqueles que cada um dos nubentes detinha antes do casamento. Em caso de separação, tudo será dividido pelos dois.

  • Comunhão de bens adquiridos - Neste regime de bens, existe separação de bens apenas nos bens que os nubentes já possuíam antes do casamento, sendo que os bens que cada um adquire após o casamento pertencem ao casal.

  • Separação de bens - Neste regime apesar de se efetuar um matrimónio, em sede de propriedade de bens existe uma total separação. Neste regime, cada nubente mantém como apenas seu quer os bens que levou para o casamento, como também aqueles que adquiriu após o casamento. Este regime é obrigatório quando um dos nubentes tem idade idêntica ou superior a 60 anos.



Se ninguém disser nada, aplica-se a comunhão de bens adquiridos. O que cada um tem antes do casamento é seu e depois do casamento é dos dois.
Simples.


Eu não estava a questionar o modelo do casamento e as suas vertentes de "contrato".

Eu estava a questionar-te a TI o que achas da situação.

Estavas a defender o amor e a conta única.

E mesmo com separação de bens ou bens adquiridos, como resolves a situação que expliquei? A conta passa a ser dos dois? Permites o uso livre das tuas poupanças?
 
Mas se pensares doutra maneira reparas que é também uma forma de investimento , além de ser hobby .

É sempre essa a desculpa mas sabes que não há dinheiro que pago o trabalho dum restauro e além disso, a procura de carro restaurados não me parece ser assim tão grande.

A malta gosta mesmo é de comprar para restaurar.
 
Eu costumo restaurar alguns e o princípio foi mesmo ganhar dinheiro com os trabalhos dos outros , ou seja eles compravam e eu restaurava , depois continuei nessa linha de vida mas fui comprando para mim , estou arrependido de ter vendido um Datsun 240 Z de 1972 ao meu cunhado ,
armou-se em carapau de corrida e chau carro .
Se perguntares pelo dinheiro que vale o trabalho dum restauro , eu digo-te que raramente te sentirás compensado em termos de dinheiro , mesmo que paguem bem , a paixão por carros velhos e ver nascer de novo o que estava em cacos é inexplicável , apetece é ficar com todos .
 
Pode acontecer, mas o saber-se não implica que se saiba tudo.

Eu sei as contas que há, sei o património que há, e há informação disso, mas as coisas são dela, ela é que gere, e ela é que acede.

Ou seja há privacidade, mas não há secretismo. São coisas diferentes.
É isso mesmo. Uma coisa é partilhar, outra é ocultar.

Eu e a minha mulher não partilhamos a propriedade de nada, apenas partilhamos o uso, mas sabemos tudo o que cada um tem.
 
Eu costumo restaurar alguns e o princípio foi mesmo ganhar dinheiro com os trabalhos dos outros , ou seja eles compravam e eu restaurava , depois continuei nessa linha de vida mas fui comprando para mim , estou arrependido de ter vendido um Datsun 240 Z de 1972 ao meu cunhado ,
armou-se em carapau de corrida e chau carro .
Se perguntares pelo dinheiro que vale o trabalho dum restauro , eu digo-te que raramente te sentirás compensado em termos de dinheiro , mesmo que paguem bem , a paixão por carros velhos e ver nascer de novo o que estava em cacos é inexplicável , apetece é ficar com todos .
continuando o offtopic.
o restauro de carros antigos é um hobby, as (poucas) pessoas que conheço que fazem a nível particular não os vendem.
Costumas vender ou vais ficando com eles?
 
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