P
Pastis
Guest
O meu Hobby são cerca de 150€/mês ( como é colecionismo, há sempre um valor que se pode recuperar um dia). Ela não se chateia nada... Mas tb não lhe pergunto nada qd vai às compras.[
]
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
O casal ganha para o conjunto, independentemente do que cada um ganha. Estão a construir uma vida em conjunto.
E tantos casais que um está desempregado e não ganha para casa. Como é? É excluído? Fica escravo?
Mentalidade um pouco tacanha.
Eu acho exactamente o contrário. Antigamente é que havia mais ligação e partilha total. Hoje em dia há muito mais separação.
Por norma isto vem de uma alteração na visa das pessoas.
Antes o homem ganhava o dinheiro e pagava as contas, a mulher ficava em casa. Só havia uma conta.
Depois a mulher começou a trabalhar, mas o casamento era cedo e ambos partilhavam a vida em conjunto desde muito cedo. E por norma o nível de vida era igual. ricos com ricos e pobres com pobres.
Mais recentemente é que as coisas mudaram, as pessoas juntam-se mais tarde, as classes estão mais misturadas e as relações são menos estáveis. O que faz com que haja mais separação.
Os meus pais, com perto de 70 anos, sempre tiveram a mesma conta. Uma para os dois. E mesmo contas posteriores, foram sempre os dois titulares.
Como já referiram, se há amor, há confiança e basta uma conta ou contas com ambos os titulares.
Isso que referes não é o contrário é a mesma coisa repara no outro post []
Antigos, muito novos e inocente mais partilha
Maduros e mais experientes mais separação
O casal ganha para o conjunto apartir de uma certa data (casamento, namoro, união de facto, casa em comum, sei lá!) e antes disso?
Duas pessoas de 25 a 30, que se conhecem, que já trabalhavam, se calhar até tinham duas casas, devem juntar tudo o que têm na vida a dividir pelos dois? Ou devem quando se juntam fazer contas juntos?
É que são coisas diferentes.
Estás a pensar em pessoas que se juntaram aos 18 anos (com 0€) e 50 anos depois ainda estão juntos.
O casal ganha para o conjunto, independentemente do que cada um ganha. Estão a construir uma vida em conjunto.
E tantos casais que um está desempregado e não ganha para casa. Como é? É excluído? Fica escravo?
Mentalidade um pouco tacanha.
O casal ganha para o conjunto apartir de uma certa data (casamento, namoro, união de facto, casa em comum, sei lá!) e antes disso?
Duas pessoas de 25 a 30, que se conhecem, que já trabalhavam, se calhar até tinham duas casas, devem juntar tudo o que têm na vida a dividir pelos dois? Ou devem quando se juntam fazer contas juntos?
É que são coisas diferentes.
Estás a pensar em pessoas que se juntaram aos 18 anos (com 0€) e 50 anos depois ainda estão juntos.
Os meus pais, com perto de 70 anos, sempre tiveram a mesma conta. Uma para os dois. E mesmo contas posteriores, foram sempre os dois titulares.
Como já referiram, se há amor, há confiança e basta uma conta ou contas com ambos os titulares.
COmo referiste, um casal é quando há um casamento, união de facto e passam realmente a viverem sob o mesmo teto. Passam a trabalhar para uma coisa em comum. É assim tão dificil perceber.
Namorados e cada um a viver em casas diferentes, por exemplo dos pais, isso não conta. ai terão cada um a sua conta.
no meu caso, temos 4 contas: a minha de solteiro da CGD, a minha de casado na CGD, a dela de solteiro da CGD, e de casado na CCAM. Há algum segredo, mas não total. Já li por aí que as despesas da casa são a 50%...então se vocês ganharem 1000€ e ela 500€ (ou ao contrario claro), ele mete 500€ na de comum ela 250€? acham justo isso? eu não...No meu caso eu meto lá 95% do que ganho e ela idem...ficando cada um com apenas uns euros para aqueles miminhos.
Não concordo com a partilha monetária dos novos e inocentes... Acho que não há partilha.
Eu disse que era dificil de entender?
Mas então explica-me uma coisa.
Tu tens 25 anos e 250.000€ na conta. Ganhas 40.000 ano
Ela tem 25 anos e 1.000€ na conta. Ganha 12.000 ano
Apaixonam.se e casam.
Apartir daqui tem lógica que apesar de ganhares mais, que tenhas que fornecer mais para o rendimento conjunto.
Mas tal não deveria ser feito numa conta conjunta?
Ou dás livre acesso ao teu fundo de 250.000€ ? Para ela usar como quiser?
Se tens algum problema desse género, o casamento é um contrato. E como um contrato que é podem ser estabelecidos cláusulas próprias. E podes regular o uso desse dinheiro.
Além disso, a Lei portuguesa define o seguinte:
A lei Portuguesa prevê três tipos de regimes de bens no ato do matrimónio:
- Regime geral de bens - Neste regime de matrimónio, todos os bens de ambos os nubentes passam a pertencer ao casal. O casal é encarado como uma única entidade detentora de todos os bens, mesmo aqueles que cada um dos nubentes detinha antes do casamento. Em caso de separação, tudo será dividido pelos dois.
- Comunhão de bens adquiridos - Neste regime de bens, existe separação de bens apenas nos bens que os nubentes já possuíam antes do casamento, sendo que os bens que cada um adquire após o casamento pertencem ao casal.
- Separação de bens - Neste regime apesar de se efetuar um matrimónio, em sede de propriedade de bens existe uma total separação. Neste regime, cada nubente mantém como apenas seu quer os bens que levou para o casamento, como também aqueles que adquiriu após o casamento. Este regime é obrigatório quando um dos nubentes tem idade idêntica ou superior a 60 anos.
Se ninguém disser nada, aplica-se a comunhão de bens adquiridos. O que cada um tem antes do casamento é seu e depois do casamento é dos dois.
Simples.
e amor e uma cabana [A avaliar pelas respostas deste tópico (que me parecem a maior parte de novos e inocentes []) a ideia é quase a fusão de 2 pessoas numa [
]
Ou seja mantiveste o hobby mais caro de todos. Também só tens um cú para andar tremido. Está certo []
Mas se pensares doutra maneira reparas que é também uma forma de investimento , além de ser hobby .
É isso mesmo. Uma coisa é partilhar, outra é ocultar.Pode acontecer, mas o saber-se não implica que se saiba tudo.
Eu sei as contas que há, sei o património que há, e há informação disso, mas as coisas são dela, ela é que gere, e ela é que acede.
Ou seja há privacidade, mas não há secretismo. São coisas diferentes.
continuando o offtopic.Eu costumo restaurar alguns e o princípio foi mesmo ganhar dinheiro com os trabalhos dos outros , ou seja eles compravam e eu restaurava , depois continuei nessa linha de vida mas fui comprando para mim , estou arrependido de ter vendido um Datsun 240 Z de 1972 ao meu cunhado ,
armou-se em carapau de corrida e chau carro .
Se perguntares pelo dinheiro que vale o trabalho dum restauro , eu digo-te que raramente te sentirás compensado em termos de dinheiro , mesmo que paguem bem , a paixão por carros velhos e ver nascer de novo o que estava em cacos é inexplicável , apetece é ficar com todos .