ShakesBeer
New member
Mas pronto, como mais de metade da linha da BMW é para exibir aos amigos e mostrar ser algo que no fundo no fundo não corresponde a realidade, até se enquadra bem...
Sacana da BMW pá! Só sabem iludir as pessoas ..
Acompanhe o vídeo abaixo para ver como instalar o nosso website como uma aplicação web no seu ecrã inicial.
Nota: Esta funcionalidade pode não estar disponível em alguns navegadores.
Mas pronto, como mais de metade da linha da BMW é para exibir aos amigos e mostrar ser algo que no fundo no fundo não corresponde a realidade, até se enquadra bem...
Ainda vão passar uns anos até reduzir o gap mas isso não é nada a que não estejamos habituados quando estamos perante inovações disruptivas, como é o caso da comercialização de EVs.
Na minha ponderação, além do factor económico também valorizarei muito o factor ambiental que os novos carros 100% eléctricos têm como vantagem óbvia, à medida que os seus construtores vão respondendo de forma eloquente às vozes críticas sobre os processos de produção das baterias, dos componentes, etc.
Dito de outra forma, que diferença de valor entre um carro 100% eléctrico e um convencional estaremos dispostos a pagar como "prémio" para dar o salto, já que €10k é demasiado? €5k? €1?
Podes crer! Estou tão iludido com a minha 535d! [Sacana da BMW pá! Só sabem iludir as pessoas ..
Podes crer! Estou tão iludido com a minha 535d! []
Preço ridículo tendo em conta que se compra um série 1 diesel por menos 10k. E só essa diferença já dá para 150.000kms de "autonomia".
A confirmar-se o preço, será apenas um "gadget" do mundo automóvel a que poucos se irão aventurar.
Como já disseram acho este i3 extremamente aproximado em proporções ao Audi A2 (1999).O primeiro automóvel com um verdadeiro design de séc. XXI. Isto é, daqueles designs que, há 20 anos, se antecipavam para esta década.
(Os anos 80 e os protótipos japoneses com écrans e teclados de computador tipo spectrum no lugar do passageiro não contam, por não ser esse o caminho [])
Eu vejo uma vantagem óbvia quando vejo o carro de lado com as portas abertas: redução do peso equivalente aos pilares B. [Também não percebo a ideia de portas à lá RX-8, o carro não pretende ser um citadino prático e utilizável?
Relativizo as vozes críticas ao preço ainda elevado dos veículos elétricos, à autonomia que ainda não dá para viagens de longo curso e para alguns pontos menos consensuais do design (embora estejamos perante uma boa evolução face a veículos de há uma década que pareciam carros de rolamentos, com autonomia de apenas uns quantos kms e preços incomportáveis sem possibilidade de produção em série).
Na minha opinião, a apresentação mundial deste novo veículo elétrico da BMW, o i3, que é o pontapé de saída para uma vasta gama de carros elétricos, é de aplaudir.apr
Uma marca sobejamente conhecida pelo cariz desportivo dos seus veículos ter gasto uma soma exorbitante a construir a sua megacity em Leipzig destinada a veículos elétricos, foi um ato de enorme coragem. Isto sabendo que a saída de veículos elétricos é ainda limitada devido aos custos de produção que elevam o preço final apresentado ao público condicionando a sua venda.
Mas não sejamos naïfes aos ponto de acharmos que a BMW se meteu neste mega projeto a pensar unicamente na ecologia. Nenhuma empresa no nosso planeta o faz. Aliás o "Greenwash" (lavagem verde) é praticada atualmente por quase todas as empresas que apregoam o uso de materiais e apresentação de produtos altamente ecológicos, quando a percentagem neles contidos são muito menores e quase insignificantes.
No entanto, a BMW pensou mais além em termos financeiros e de sustentabilidade. Teve uma visão longo prazo que lhe permitiu aperceber-se que os recursos de energias fósseis irão estar praticamente esgotados dentro de 40/50 anos. Assim está a tentar tomar a dianteira no mercado automóvel no setor dos veículos movidos a energias alternativas, que também são energias limpas (basta ver a enorme gama patenteada pela marca que vai do "i1" ao "i9").
se nos primeiros anos o número reduzido de vendas não permitirá uma grande margem de lucro nem a apresentação de preços competitivos face aos veículos movidos a combustão, a marca estima que a partir de 2020 (já daqui a nada) compensará mais a compra de um elétrico, pois o previsível aumento de vendas e melhoria de eficiência na produção que permitirá a redução de custos, proporcionará um preço muito apetecível para o consumidor final.
Hoje os que se riem deste projeto, amanhã irão ter um enorme amargo de boca. E refiro-me às marcas da concorrência.
Quanto a todos nós enquanto habitantes deste planeta, apenas nos cabe um grande aplauso por mais um passo na direção da proteção do ambiente e da sustentabilidade do planeta.
Sei que a maior parte dos users deste fórum passaram ao lado deste importantíssimo marco na história do automóvel e da humanidade, uns pela falta de visão daquilo a que estamos assistir, outros pela indiferença face ao design menos apelativo, outros pelo enorme fanatismo em torno de uma forma de energia que tem os dias contados e que é tudo menos o futuro do mundo automóvel.
Já não estamos perante híbridos que por vezes consomem tanto ou quase tanto como veículos movidos unicamente com motores a combustão. Não sendo caso único, é um mega passo em frente que acabará por arrastar outras marcas atrás. O aperfeiçoamento tecnológico e a concorrência acabarão por fazer o resto num processo em que no fim todos irão ficar a ganhar, sobretudo os consumidores e o planeta.
Eu vejo uma vantagem óbvia quando vejo o carro de lado com as portas abertas: redução do peso equivalente aos pilares B. []
:sh):sh) My bad. Nem me lembrei da fibra de carbono utilizada extensivamente pelo carro.Há aí um pormenor nessa equação que deixaste de lado: a fibra de carbono. É um material que permite a ausência do pilar B sem perdas na rigidez e na integridade estrutural.
A ausência do pilar B e aquele desenho do pilar C é mesmo um showcase para a BMW evidenciar as potencialidades da fibra de carbono.
Pode ter um nivel já bastante bom de rigidez mesmo sem o pilar B mas perde na mesma.Há aí um pormenor nessa equação que deixaste de lado: a fibra de carbono. É um material que permite a ausência do pilar B sem perdas na rigidez e na integridade estrutural.
A ausência do pilar B e aquele desenho do pilar C é mesmo um showcase para a BMW evidenciar as potencialidades da fibra de carbono.
Pode ter um nivel já bastante bom de rigidez mesmo sem o pilar B mas perde na mesma.
Com o pilar B no sitio deve ser possível usar menos fibra para obter o mesmo nível de rigidez.
Continuo a achar a solução um tanto tola, na prática não traz vantagens.
No caso do RX-8 esta solução prendeu-se com a obrigação do comité da Ford quando a Mazda perdeu o comando da empresa. Segundo eles o substituto do RX-7 teria de obrigatoriamente possuir 4 portas. Uma exigência que não caiu bem nos engenheiros nipónicos daí terem recorrido a esta solução como um mal menor.
EDIT: o que eles fazem ao espaço de sobra na frente? serve de mala?
Estás a esquecer-te que o i3 tem 170cv. Que Série 1 diesel com 170cv é que compras por menos 10.000€? Nenhum. O mais aproximado é mesmo o 120d, que custa...38mil.
Um citadino de 170cvs...nada contra, mas não combina. Principalmente eléctrico onde a sua praia sera mesmo a cidade e arredores. As viagens longas serão mesmo uma raridade. Servira para ser o rei dos semáforos?
Nao vejo a compra de um citadino essencialmente pela sua performance. Tal como não vejo ninguém a comprar um m3 só para andar em cidade.
Nao sao cenários hipotéticos. Ninguem vai comprar um i3 para andar a fazer Lisboa Porto diariamente.Cidade e nacionais. E alguma AE também dá, sobretudo se tiver o extensor de autonomia para 300 quilómetros. A potência de um carro não serve só para a andar a 200 na AE. Eu raramente ando em AEs, e raramente faço percursos muito longos, e uso constantemente a potência máxima do meu carro.
Mas eu nem estava a discutir cenários hipotéticos de utilização do carro. Estava mesmo a realçar que estavas a deixar de lado a questão da performance do carro (que faz 0-100 em 7,2s), comparando-o com 114d's e afins.