Acredito conheci vários casos 1.6 que infelizmente tiveram problemas depois do fix[houve pessoal que não gostou do fix e acabou por fazer um refix...
Acredito conheci vários casos 1.6 que infelizmente tiveram problemas depois do fix[houve pessoal que não gostou do fix e acabou por fazer um refix...
Os percursos são variáveis, mas o carro era usado em estrada, essencialmente. Não era por si.
Foi pena, pois o carro era do meu pai, e ainda pensei em ficar com ele. Mas não me vi a aturar tais manhas...
Cump.
Estranho esse comportamento com um filtro de partículas habitualmente user friendly. O vosso chegou a mudar o sensor do FAP? É que o meu começou assim, sem haver necessidade disso e foram dar com o gato e era o dito, e não o FAP.
O que faz mal é abortares constantemente o mesmo ciclo de regeneração.
Ir abortando regenerações propriamente ditas (até podem ser regeneração sim, regeneração não) não é pior que as voltas que algumas pessoas dão para terminar o processo de regeneração (não estou a dizer que é o teu caso).
Em casos mais chatos e antes de remover ou trocar o FAP, deve-se tentar a via da limpeza (cá fora). Um serviço que pode oscilar entre os 100 e os 150e.
No caso destes 2.0TDI CR, o valor na marca não se alterou muito nos últimos anos, mas já existe oferta suficiente em aftermarket, pelo que com 400/500e já consegues colocar um FAP de qualidade a substituir o original.
Acredito conheci vários casos 1.6 que infelizmente tiveram problemas depois do fix[]
Fiz essa pergunta porque o meu passou exactamente por isso. E esse sensor é um problema crónico. Imagina fazer 2 mil kms em estrada nas férias (maioritariamente AE) e chegares ao destino a acender a luz do FAP. Não fazia qualquer sentido. Andou-se à volta das velas, mas estavam boas (surpreendentemente ao fim de quase 12 anos e já com 220 mil kms ainda são as de origem), e chegou-se à conclusão que era o tal sensor. Trocou-se e tudo ok. Já fez mais 100 mil kms depois disso.Não se trocou nada, pelo menos que soubéssemos.
O carro foi sempre assistido na vw, até ser entregue como retoma ao fim de 5 anos, noutra marca...
Cump.
O que faz mal é abortares constantemente o mesmo ciclo de regeneração.
Ir abortando regenerações propriamente ditas (até podem ser regeneração sim, regeneração não) não é pior que as voltas que algumas pessoas dão para terminar o processo de regeneração (não estou a dizer que é o teu caso).
Em casos mais chatos e antes de remover ou trocar o FAP, deve-se tentar a via da limpeza (cá fora). Um serviço que pode oscilar entre os 100 e os 150e.
No caso destes 2.0TDI CR, o valor na marca não se alterou muito nos últimos anos, mas já existe oferta suficiente em aftermarket, pelo que com 400/500e já consegues colocar um FAP de qualidade a substituir o original.
Fiz essa pergunta porque o meu passou exactamente por isso. E esse sensor é um problema crónico. Imagina fazer 2 mil kms em estrada nas férias (maioritariamente AE) e chegares ao destino a acender a luz do FAP. Não fazia qualquer sentido. Andou-se à volta das velas, mas estavam boas (surpreendentemente ao fim de quase 12 anos e já com 220 mil kms ainda são as de origem), e chegou-se à conclusão que era o tal sensor. Trocou-se e tudo ok. Já fez mais 100 mil kms depois disso.
Que me digas que abortar um determinado número de regenerações não deve ter grande impacto na vida útil do carro, eu aceito e concordo, até porque os sistemas têm que ter alguma tolerância para tal. Fazê-lo rotineiramente, mais tarde ou mais cedo, dá asneira.
O que é diferente de dizer que não faz mal nenhum porque o fabricante não meteu um aviso. Aliás, até meteu, mas só quando a obstrução é demasiado grande.
Percebo o que estás a dizer, mas não há propriamente uma resposta definitiva que assente a tudo e a todos.Essa lógica serviria para tudo o resto que precisa de manutenção do carro.
O fabricante diz para fazer revisões aos 30k kms? Fazemos aos 10k.
O fabricante diz para trocar o filtro de ar uma vez por ano? Trocamos todos os meses.
Afinal tudo isto tem impacto positivo na vida útil do carro, certo?
A questão é que nunca sei quando aborto uma regeneração. Ou melhor só sei depois de estar abortada, quando paro o carro. Se não tenho nenhum aviso como é que evito abortar algo de que não tenho conhecimento?
Como assim??
Aí é o problema do motor propriamente dito e não de fazer ou não fazer fix. Já agora, o meu fez e em quase 2 anos que o tenho, com quase 200.000 km agora, zero de chatices com EGRs ou DPFs.
Referes-te a quê especificamente. A quem deixe o carro ao ralenti, ou faça uns trajectos urbanos na expectativa que regenere em vez de dar as condições necessárias?
Quanto à primeira frase, claro que sim. Apesar de sempre que se aborta, há gasóleo não queimado a "viajar" até ao cárter. E portanto, não fazendo muito mal, sempre retira qualidade ao óleo e piora a lubrificação do motor. Para mim, falta aí um "mais" entre o "faz" e o "mal".
Por fim, é bom saber que já há soluções da concorrência de qualidade a 1/5 do preço OEM.
Sim, por exemplo.
Nunca consegues controlar a quantidade de gasóleo que viaja até ao cárter, mesmo num processo de regeneração completo e bem feito. E o facto é que com o motor desligado o mesmo deixa de ser injectado.
Por isso disse que nem sempre é mau abortar um processo.
Se for para deixar o motor ligado e/ou “passear o cão” de forma errada (onde nunca se consegue uma correta temperatura de escape) vais continuar a “encharcar” o motor com gasóleo e a incrementar fuligem ao FAP. Isto sem contar o gasóleo que se gastou numa volta pouco útil ou para manter o motor ligado.
O que se deve tentar é ter uma EGR saudável (estar atento caso surja algum luz, porque os processos de regeneração podem nem acontecer) assim como o filtro de gasóleo mudado a tempo e horas, e claro, um gasóleo decente.
Eu apenas tenho o cuidado de fazer todas as manutenções a tempo e horas. De resto é dar à chave e siga.
Isso do óleo o CB ajusta o tempo/kms em função do uso específico do carro, pelo que o que o fabricante indica é uma coisa, o que acontece na realidade é outra, pois é o carro que define os intervalos de manutenção mediante os parâmetros que deverá avaliar (?).
Falha do carro.Nim. Há uns que ajustam, outros nem por isso. Mas mesmo os que ajustam é discutível. Dei-te o exemplo do carro do meu Pai que o CB apontava para os 20 e tal mil kms, marca que efectivamente trocou o óleo e filtro. Mas já tinha sido feito antes aos 10 mil kms, como te disse, uma muda intermédia. 1 litro de gasóleo a mais, devia ser suficiente para o CB dizer para ir trocar o óleo, na minha opinião.
gazolina modernos tb tem filtro de particulas.Estava a ouvir um programa na semana passada em que o entrevistado era um professor universitario que fazia peritagens automoveis para tribunais onde ele relata um sem numero de problemas (alguns graves) com os filtros de particulas dos veiculos com motores diesel.
Um comprador de um carro actual precisa de levar estes problemas em conta? Que problemas se podem esperar? Ate que ponto os filtros de particulas sao um problema? Serao os motores a gasolina mais resistentes a uma conducao tipica onde se fazem habitualmente pequenos trajectos (< 30Km)?
Falha do carro.