DPF, problemas e outras coisas.

Os percursos são variáveis, mas o carro era usado em estrada, essencialmente. Não era por si.

Foi pena, pois o carro era do meu pai, e ainda pensei em ficar com ele. Mas não me vi a aturar tais manhas...

Cump.

Estranho esse comportamento com um filtro de partículas habitualmente user friendly. O vosso chegou a mudar o sensor do FAP? É que o meu começou assim, sem haver necessidade disso e foram dar com o gato e era o dito, e não o FAP.
 
Estranho esse comportamento com um filtro de partículas habitualmente user friendly. O vosso chegou a mudar o sensor do FAP? É que o meu começou assim, sem haver necessidade disso e foram dar com o gato e era o dito, e não o FAP.

Não se trocou nada, pelo menos que soubéssemos.

O carro foi sempre assistido na vw, até ser entregue como retoma ao fim de 5 anos, noutra marca...

Cump.
 
O que faz mal é abortares constantemente o mesmo ciclo de regeneração.

Ir abortando regenerações propriamente ditas (até podem ser regeneração sim, regeneração não) não é pior que as voltas que algumas pessoas dão para terminar o processo de regeneração (não estou a dizer que é o teu caso).

Em casos mais chatos e antes de remover ou trocar o FAP, deve-se tentar a via da limpeza (cá fora). Um serviço que pode oscilar entre os 100 e os 150e.

No caso destes 2.0TDI CR, o valor na marca não se alterou muito nos últimos anos, mas já existe oferta suficiente em aftermarket, pelo que com 400/500e já consegues colocar um FAP de qualidade a substituir o original.

Como assim?? :confused:


Acredito conheci vários casos 1.6 que infelizmente tiveram problemas depois do fix[;)]

Aí é o problema do motor propriamente dito e não de fazer ou não fazer fix. Já agora, o meu fez e em quase 2 anos que o tenho, com quase 200.000 km agora, zero de chatices com EGRs ou DPFs.
 
Não se trocou nada, pelo menos que soubéssemos.

O carro foi sempre assistido na vw, até ser entregue como retoma ao fim de 5 anos, noutra marca...

Cump.
Fiz essa pergunta porque o meu passou exactamente por isso. E esse sensor é um problema crónico. Imagina fazer 2 mil kms em estrada nas férias (maioritariamente AE) e chegares ao destino a acender a luz do FAP. Não fazia qualquer sentido. Andou-se à volta das velas, mas estavam boas (surpreendentemente ao fim de quase 12 anos e já com 220 mil kms ainda são as de origem), e chegou-se à conclusão que era o tal sensor. Trocou-se e tudo ok. Já fez mais 100 mil kms depois disso.
 
O que faz mal é abortares constantemente o mesmo ciclo de regeneração.

Ir abortando regenerações propriamente ditas (até podem ser regeneração sim, regeneração não) não é pior que as voltas que algumas pessoas dão para terminar o processo de regeneração (não estou a dizer que é o teu caso).

Em casos mais chatos e antes de remover ou trocar o FAP, deve-se tentar a via da limpeza (cá fora). Um serviço que pode oscilar entre os 100 e os 150e.

No caso destes 2.0TDI CR, o valor na marca não se alterou muito nos últimos anos, mas já existe oferta suficiente em aftermarket, pelo que com 400/500e já consegues colocar um FAP de qualidade a substituir o original.

Referes-te a quê especificamente. A quem deixe o carro ao ralenti, ou faça uns trajectos urbanos na expectativa que regenere em vez de dar as condições necessárias?

Quanto à primeira frase, claro que sim. Apesar de sempre que se aborta, há gasóleo não queimado a "viajar" até ao cárter. E portanto, não fazendo muito mal, sempre retira qualidade ao óleo e piora a lubrificação do motor. Para mim, falta aí um "mais" entre o "faz" e o "mal".

Por fim, é bom saber que já há soluções da concorrência de qualidade a 1/5 do preço OEM.
 
Fiz essa pergunta porque o meu passou exactamente por isso. E esse sensor é um problema crónico. Imagina fazer 2 mil kms em estrada nas férias (maioritariamente AE) e chegares ao destino a acender a luz do FAP. Não fazia qualquer sentido. Andou-se à volta das velas, mas estavam boas (surpreendentemente ao fim de quase 12 anos e já com 220 mil kms ainda são as de origem), e chegou-se à conclusão que era o tal sensor. Trocou-se e tudo ok. Já fez mais 100 mil kms depois disso.

Este nunca acendeu qualquer luz. Os sintomas eram apenas as ventuinhas a trabalhar quando se desligava o carro.

Mas tinha apenas cerca de 70k kms...

Cump.
 
Eu tenho uma Kia Carens 1.7 crdi há 5 meses (dos quais estes ultimos 2 é como se não a tivesse, pois praticamente não andou...) e o tema DPF ainda me causa alguma confusão, pois não detetei até agora nada que indicie regenerações e tenho feito trajetos pouco amigáveis para o mesmo. Ja procurei na internet alguma info e aparece muito pouca, o que é bom sinal (pelo menos não há relatos de problemas). Tenho que marcar a revisão dos 3 anos e vou explorar a coisa lá na marca, a ver o que dizem.
 
Que me digas que abortar um determinado número de regenerações não deve ter grande impacto na vida útil do carro, eu aceito e concordo, até porque os sistemas têm que ter alguma tolerância para tal. Fazê-lo rotineiramente, mais tarde ou mais cedo, dá asneira.

O que é diferente de dizer que não faz mal nenhum porque o fabricante não meteu um aviso. Aliás, até meteu, mas só quando a obstrução é demasiado grande.

Essa lógica serviria para tudo o resto que precisa de manutenção do carro.

O fabricante diz para fazer revisões aos 30k kms? Fazemos aos 10k.

O fabricante diz para trocar o filtro de ar uma vez por ano? Trocamos todos os meses.

Afinal tudo isto tem impacto positivo na vida útil do carro, certo?

A questão é que nunca sei quando aborto uma regeneração. Ou melhor só sei depois de estar abortada, quando paro o carro. Se não tenho nenhum aviso como é que evito abortar algo de que não tenho conhecimento?
 
Essa lógica serviria para tudo o resto que precisa de manutenção do carro.

O fabricante diz para fazer revisões aos 30k kms? Fazemos aos 10k.

O fabricante diz para trocar o filtro de ar uma vez por ano? Trocamos todos os meses.

Afinal tudo isto tem impacto positivo na vida útil do carro, certo?

A questão é que nunca sei quando aborto uma regeneração. Ou melhor só sei depois de estar abortada, quando paro o carro. Se não tenho nenhum aviso como é que evito abortar algo de que não tenho conhecimento?
Percebo o que estás a dizer, mas não há propriamente uma resposta definitiva que assente a tudo e a todos.

Vou dar-te um só exemplo para não estarmos aqui em off-topic (que por acaso é um tema muito interessante). O meu carro preconiza mudas de óleo a cada 30 mil kms. Eu fazia aos 20 mil por conselho do mecânico. Depois do fix como passou a regenerar mais, o óleo degrada-se mais. Passei a fazer aos 15 mil kms. O fabricante não alterou as especificações mesmo sabendo que a degradação do óleo acontece mais rapidamente. Se o carro aguenta fazer as mudas a cada 30 mil kms, acredito que sim. Se aguenta mais ao antecipá-las, idem. E eu faço praticamente só estrada.

Agora vê o caso do F10 do meu Pai que com muito percurso urbano aos 10 mil kms tinha 1 litro a mais no cárter. Trocou o óleo, obviamente. E a marca também preconiza 30 mil kms.

E já me aconteceu ao contrário, no meu caso uma correia de acessórios que supostamente duraria 6 anos, ficou lá até aos 9 porque estava em boas condições.

Voltando ao FAP, se não te apercebes, não há muito a fazer. E como tu há muitos. Eu também aborto algumas vezes, quando não tenho tempo para ir passear o carro ou condições para tal. Depois logo vejo o que faço quando voltar a pegar no carro, até porque já sei que vai reiniciar o ciclo.

Felizmente não é um bicho papão hoje em dia, mas se puder ter também esse cuidado, tenho. Assim como tenho outros.
 
Eu apenas tenho o cuidado de fazer todas as manutenções a tempo e horas. De resto é dar à chave e siga.

Isso do óleo o CB ajusta o tempo/kms em função do uso específico do carro, pelo que o que o fabricante indica é uma coisa, o que acontece na realidade é outra, pois é o carro que define os intervalos de manutenção mediante os parâmetros que deverá avaliar (?).
 
Como assim?? :confused:

Aí é o problema do motor propriamente dito e não de fazer ou não fazer fix. Já agora, o meu fez e em quase 2 anos que o tenho, com quase 200.000 km agora, zero de chatices com EGRs ou DPFs.


Referes-te a quê especificamente. A quem deixe o carro ao ralenti, ou faça uns trajectos urbanos na expectativa que regenere em vez de dar as condições necessárias?

Quanto à primeira frase, claro que sim. Apesar de sempre que se aborta, há gasóleo não queimado a "viajar" até ao cárter. E portanto, não fazendo muito mal, sempre retira qualidade ao óleo e piora a lubrificação do motor. Para mim, falta aí um "mais" entre o "faz" e o "mal".

Por fim, é bom saber que já há soluções da concorrência de qualidade a 1/5 do preço OEM.

Sim, por exemplo.

Nunca consegues controlar a quantidade de gasóleo que viaja até ao cárter, mesmo num processo de regeneração completo e bem feito. E o facto é que com o motor desligado o mesmo deixa de ser injectado.

Por isso disse que nem sempre é mau abortar um processo.

Se for para deixar o motor ligado e/ou “passear o cão” de forma errada (onde nunca se consegue uma correta temperatura de escape) vais continuar a “encharcar” o motor com gasóleo e a incrementar fuligem ao FAP. Isto sem contar o gasóleo que se gastou numa volta pouco útil ou para manter o motor ligado.

O que se deve tentar é ter uma EGR saudável (estar atento caso surja algum luz, porque os processos de regeneração podem nem acontecer) assim como o filtro de gasóleo mudado a tempo e horas, e claro, um gasóleo decente.
 
Sim, por exemplo.

Nunca consegues controlar a quantidade de gasóleo que viaja até ao cárter, mesmo num processo de regeneração completo e bem feito. E o facto é que com o motor desligado o mesmo deixa de ser injectado.

Por isso disse que nem sempre é mau abortar um processo.

Se for para deixar o motor ligado e/ou “passear o cão” de forma errada (onde nunca se consegue uma correta temperatura de escape) vais continuar a “encharcar” o motor com gasóleo e a incrementar fuligem ao FAP. Isto sem contar o gasóleo que se gastou numa volta pouco útil ou para manter o motor ligado.

O que se deve tentar é ter uma EGR saudável (estar atento caso surja algum luz, porque os processos de regeneração podem nem acontecer) assim como o filtro de gasóleo mudado a tempo e horas, e claro, um gasóleo decente.

De acordo com tudo.
 
Eu apenas tenho o cuidado de fazer todas as manutenções a tempo e horas. De resto é dar à chave e siga.

Isso do óleo o CB ajusta o tempo/kms em função do uso específico do carro, pelo que o que o fabricante indica é uma coisa, o que acontece na realidade é outra, pois é o carro que define os intervalos de manutenção mediante os parâmetros que deverá avaliar (?).

Nim. Há uns que ajustam, outros nem por isso. Mas mesmo os que ajustam é discutível. Dei-te o exemplo do carro do meu Pai que o CB apontava para os 20 e tal mil kms, marca que efectivamente trocou o óleo e filtro. Mas já tinha sido feito antes aos 10 mil kms, como te disse, uma muda intermédia. 1 litro de gasóleo a mais, devia ser suficiente para o CB dizer para ir trocar o óleo, na minha opinião.
 
Nim. Há uns que ajustam, outros nem por isso. Mas mesmo os que ajustam é discutível. Dei-te o exemplo do carro do meu Pai que o CB apontava para os 20 e tal mil kms, marca que efectivamente trocou o óleo e filtro. Mas já tinha sido feito antes aos 10 mil kms, como te disse, uma muda intermédia. 1 litro de gasóleo a mais, devia ser suficiente para o CB dizer para ir trocar o óleo, na minha opinião.
Falha do carro.
 
Estava a ouvir um programa na semana passada em que o entrevistado era um professor universitario que fazia peritagens automoveis para tribunais onde ele relata um sem numero de problemas (alguns graves) com os filtros de particulas dos veiculos com motores diesel.
Um comprador de um carro actual precisa de levar estes problemas em conta? Que problemas se podem esperar? Ate que ponto os filtros de particulas sao um problema? Serao os motores a gasolina mais resistentes a uma conducao tipica onde se fazem habitualmente pequenos trajectos (< 30Km)?
gazolina modernos tb tem filtro de particulas.
 
Falha do carro.

Não sejas obtuso, pá[:D]

Os carros a gasóleo não são feitos para curtos trajectos. Quem os escolhe para tal é que falha. E nem vou entrar em quem programou o CB com determinado algoritmo, porque então aí a conversa tem que ser outra.
 
O tempo quente tambem não ajuda a que a regeneração seja mais rapida.

Tive de andar aqui uns 10 min para frente e para tras para terminar a regeneração antes de chegar a casa, ainda por cima ja tinha iniciado no meio do transito, lento.
 
O problema aqui também é que para muitas pessoas não existe a "melhor" opção, eu por exemplo faço trajectos curtos (menos de 10kms) normalmente mas depois anualmente faço uns 18/20 mil km´s por ano logo fico ali no limbo entre gasolina/gasóleo[;)]
 
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