Função Pública... Funcionários públicos com privacidade ameaçada...

Não deveríamos extinguir os Intocáveis ?

Não deveríamos extinguir os Intocáveis ?

apr:) apr:) apr:) apr:) apr:) apr:) apr:)

Aqui tenho que bater palmas!!!!!

Esta é a melhor intervenção deste tópico!!!!!

Carlos L. tu mesmo dizes que eu costumo dar respostas com pés e cabeça .....
Acho que estás a extremar a posição e a perder a razão ....

Não queres tu responder, com pés e cabeça, ao Henkel V6 em vez de te limitares desesperadamente a tentar contra-argumentar tudo o que o Pé Leve diz ?[;)]
Continuo à espera que me digam onde é que está determinado este sistema de diferenciação do Público para o Privado, onde este está subordinado às regras de mercado.

Não sei se reparaste, tenho mantido a minha própria agenda nesta discussão. Já sabemos como é o Pé Leve e aqui para nós, não o vejo a melhorar. É reparar na sua confusão na Soflusa.

O que o Henkel escreveu, não me parece sério e já foi respondido por um outro user. Não quero perder tempo a refutar aquilo que é visível a todos. [;)]

E já agora, porque é que dentro da própria FP há aqueles que têm vindo a acumular os previlégios ao longo deste tempo todo, e outros, que não têm os mesmos direitos? Já te vi aqui a combater esta descriminação.

E vamos a ver se nos entendemos. O País precisa de uma classe de Servidores Públicos que permita levar as coisas para a frente.

Quem é que está a favor da mudança e quem é que está a colocar os pauzinhos na engrenagem.

Para mim, isto é muito simples. Mas que ninguém na FP responde. [:cool:]
 
Continuo à espera que me digam onde é que está determinado este sistema de diferenciação do Público para o Privado, onde este está subordinado às regras de mercado.

Não sei se reparaste, tenho mantido a minha própria agenda nesta discussão. Já sabemos como é o Pé Leve e aqui para nós, não o vejo a melhorar. É reparar na sua confusão na Soflusa.

O que o Henkel escreveu, não me parece sério e já foi respondido por um outro user. Não quero perder tempo a refutar aquilo que é visível a todos. [;)]

E já agora, porque é que dentro da própria FP há aqueles que têm vindo a acumular os previlégios ao longo deste tempo todo, e outros, que não têm os mesmos direitos? Já te vi aqui a combater esta descriminação.

E vamos a ver se nos entendemos. O País precisa de uma classe de Servidores Públicos que permita levar as coisas para a frente.

Quem é que está a favor da mudança e quem é que está a colocar os pauzinhos na engrenagem.

Para mim, isto é muito simples. Mas que ninguém na FP responde. [:cool:]
Os "pauzinhos na engrenagem" são a economia paralela e os empresários sem escrúpulos!

Não tem muito a ver, ou talvez até tenha, mas, por falar em benesses (discriminação), já agora porque é que não falamos, por exemplo, das deduções fiscais dos empresários, vedadas a quem trabalha por conta de outrém (podemos escalpelizar isso, ou não?...)? Porque não falamos na regra que é os funcionários públicos não poderem ter mais do que um emprego? Porque é que não falamos na inexistência de um código de conduta no privado e de um código deontológico no sector público?...
 
Servidores ou serviçais?

Servidores Públicos já temos e bons, gostava de ver um funcionário público de um país desenvolvido a trabalhar com os meios que temos por cá.

.

O mau atendimento/funcionamento de uma repartição de finanças deve-se aos meios.... Os funcionários até já fazem petições para instalarem o Windows Vista[:D] [:p] É que eles gostam tanto de estar no msn que agora querem a nova versão [:p]
Que raio de costumes!
 
Os "pauzinhos na engrenagem" são a economia paralela e os empresários sem escrúpulos!

Não tem muito a ver, ou talvez até tenha, mas, por falar em benesses (discriminação), já agora porque é que não falamos, por exemplo, das deduções fiscais dos empresários, vedadas a quem trabalha por conta de outrém (podemos escalpelizar isso, ou não?...)? Porque não falamos na regra que é os funcionários públicos não poderem ter mais do que um emprego? Porque é que não falamos na inexistência de um código de conduta no privado e de um código deontológico no sectgor público?...
Repara, não quero que as minhas intervenções pareçam um confronto. É que depois há este hábito português de vir defender o mais fraco e apanho por todo o lado. [:D]

Porque vocês, colocam uma carga negativa no termo Empresário. Eu não sei os Empresários com que vocês partilham as vossas experiências, mas aqueles que eu conheço são na sua maioria pessoas com capacidade para criar riqueza e reparti-la por todos.

Eu sou um micro empresário e crio riqueza. E não tenho problemas em distribuí-la, seja nos impostos que pago em sede de IRC, seja os que permito pagar pela força dos rendimentos do trabalho dos postos de trabalho que entretanto gerei. Além das remunerações que pratico.

Além do IVA, claro. [;)]

Não tenho problema nenhum em falar sobre isso.

Agora, posso-te esclarecer também coisas que tenhas em dúvida. Uma que me merece reparo é a tal regra que invocas dos FP nao poderem ter mais do que um emprego.

Não está correcto.

A minha mãe é FP e pode ter mais do que emprego. Mas adoptou pelo regime de exclusividade. Não tem nada de mais.

O meu pai foi FP, foi prof. universitário e podia ter mais que um emprego.

Neste momento trabalha no privado e em regime de exclusividade total. [;)]
 
O mau atendimento/funcionamento de uma repartição de finanças deve-se aos meios.... Os funcionários até já fazem petições para instalarem o Windows Vista[:D] [:p] É que eles gostam tanto de estar no msn que agora querem a nova versão [:p]
Que raio de costumes!
Olha eu conheço um sitio onde ainda trabalham com o DOS e onde os mais afortunado tem o Win95.

Conheço dois onde não há fotocopiadora e um onde o chefe usa uma maquina de escrever.

Mas como não trabalho nas finanças....




.
 
Fala lá, para vermos o que é que conheces. [;)]
Exemplos de empresários Tuga que se autodenominam EMPRESÁRIOS, em que vão para Vigo e escolhem do bom e do melhor e querem o melhor (ah e tal eu sou empresário em Portugal e quero o melhor), mas vamos a factos em Portugal, são aqueles que prestam serviços directos ao povo, electricista, o trolha, mecânico e muitos que conhecem, não passam factura nem recibo porque "olhe que são mais 21% e tal" e então o povo foge,preferem em cash e evitam os cheques e tem que ser ao portador e se o seguirem(cheque) vai parar à conta do trolha que por acaso fiz um arranjo na casa de férias do empresário, a folha de IRS categoria B (regime simplificado) é o minimo da facturação 5000€ e claro no fim do ano zero de Irs, este é o tipico empresário, mais um pouco, a esposa é doméstica e anda de Mercedes(SL e CLK e afins), os filhos andam no Superior já com o seu carrito (Comercial e GTs) e claro com os subsidios todos e imaginários, pois o pai tem um IRS fraco....
Eu conheço muitos....
 
Nivelar por baixo, portanto!...
Nivelar por baixo não. O que eu digo é que, se querem ter direitos, paguem-nos voces. Sejam mais produtivos, melhores, criem mais valor. E, a partir daí, conseguirão "pagar" os direitos que reclamam.

Enquanto os FP continuarem a ser uns preguiçosos de primeira eu, como trabalhador do privado, que me esforço por um ordenado ao qual ainda tenho que descontar uns euros valentes, tenho o direito de ficar indignado por andar a pagar luxos...
 
Nivelar por baixo não. O que eu digo é que, se querem ter direitos, paguem-nos voces. Sejam mais produtivos, melhores, criem mais valor. E, a partir daí, conseguirão "pagar" os direitos que reclamam.

Enquanto os FP continuarem a ser uns preguiçosos de primeira eu, como trabalhador do privado, que me esforço por um ordenado ao qual ainda tenho que descontar uns euros valentes, tenho o direito de ficar indignado por andar a pagar luxos...

Até parece que coçá-los todos os dias é muito esforço...[:)]
 
Porque vocês, colocam uma carga negativa no termo Empresário. Eu não sei os Empresários com que vocês partilham as vossas experiências, mas aqueles que eu conheço são na sua maioria pessoas com capacidade para criar riqueza e reparti-la por todos.
Já tinha lido isso antes, sei tb que houve uns utilizadores cá do fórum que ficaram admirados, mas como eras tu a dizer que acreditavam que podia ser verdade [;)]

Eu sou um micro empresário e crio riqueza. E não tenho problemas em distribuí-la, seja nos impostos que pago em sede de IRC, seja os que permito pagar pela força dos rendimentos do trabalho dos postos de trabalho que entretanto gerei. Além das remunerações que pratico.

Além do IVA, claro. [;)]

Não tenho problema nenhum em falar sobre isso.
Acho que ninguém está a por isso em causa, até pelos relatos das tuas dificuldades que se fica com uma ideia das dificuldades de se ser empresário honesto e com iniciativa em Portugal.

Agora, posso-te esclarecer também coisas que tenhas em dúvida. Uma que me merece reparo é a tal regra que invocas dos FP nao poderem ter mais do que um emprego.

Não está correcto.

A minha mãe é FP e pode ter mais do que emprego. Mas adoptou pelo regime de exclusividade. Não tem nada de mais.
Depende dos sectores, em alguns casos pode-se desde que se peça autorização superior, noutros não pela natureza das funções, mais vulgarmente pela incompatibilidade de horários ou pq se leva trabalho para fazer em casa.

O meu pai foi FP, foi prof. universitário e podia ter mais que um emprego.

Neste momento trabalha no privado e em regime de exclusividade total. [;)]
Isso foi antes da caça as bruxas.




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Exemplos de empresários Tuga que se autodenominam EMPRESÁRIOS, em que vão para Vigo e escolhem do bom e do melhor e querem o melhor (ah e tal eu sou empresário em Portugal e quero o melhor), mas vamos a factos em Portugal, são aqueles que prestam serviços directos ao povo, electricista, o trolha, mecânico e muitos que conhecem, não passam factura nem recibo porque "olhe que são mais 21% e tal" e então o povo foge,preferem em cash e evitam os cheques e tem que ser ao portador e se o seguirem(cheque) vai parar à conta do trolha que por acaso fiz um arranjo na casa de férias do empresário, a folha de IRS categoria B (regime simplificado) é o minimo da facturação 5000€ e claro no fim do ano zero de Irs, este é o tipico empresário, mais um pouco, a esposa é doméstica e anda de Mercedes(SL e CLK e afins), os filhos andam no Superior já com o seu carrito (Comercial e GTs) e claro com os subsidios todos e imaginários, pois o pai tem um IRS fraco....
Eu conheço muitos....

Então ninguem me comenta, fui explicito, querem mais? ou acertei na muche?
Querem exemplos de EMPRESÁRIOS com contabilidade organizada? Querem é só pedir, não se acanhem?
 
Nivelar por baixo não. O que eu digo é que, se querem ter direitos, paguem-nos voces. Sejam mais produtivos, melhores, criem mais valor. E, a partir daí, conseguirão "pagar" os direitos que reclamam.

Enquanto os FP continuarem a ser uns preguiçosos de primeira eu, como trabalhador do privado, que me esforço por um ordenado ao qual ainda tenho que descontar uns euros valentes, tenho o direito de ficar indignado por andar a pagar luxos...
Acho um bocado generalizante achar que os funcionários públicos são todos uns preguiçosos, quando é no privado que a produtividade não cresce e isso faz, objectivamente, com que Portugal esteja na cauda da Europa...
 
Eu ainda gostaria de ser esclarecido numa coisa...

Pelos vistos o que irrita mais as pessoas é a questão do emprego vitalício, certo? Mas se essa "regalia" desaparecer para a função pública, digam-me honestamente o que isso trará de bom para quem quer que seja?

- Os trabalhadores do privado vão continuar à mercê do mercado, faliu, acabou, cortes orçamentais na empresa, rua.
- Com uma facilitação do despedimento na FP, essas pessoas vão passar a engrossar o mercado privado e/ou os centros de emprego.
- Se há uma coisa que torna muitos serviços do estado ineficiente é a falta de trabalhadores e não o contrário.

Sei muito bem que é preciso reduzir o peso do estado, mas estava convencido que a regra do saem 2 entra 1 era o caminho acertado, a coisa tem de ser feita com calma e com regras, não adianta "despir" certos serviços para funcionarem ainda pior, interessa é aproveitar os trabalhadores no seu todo e reorganizar TODOS os serviços de modo a não haver uns com mais e outros com menos.

Pessoalmente sou completamente a favor da mobilidade dos trabalhadores, estão a mais num lado, só têm que ir para onde fazem falta. Deve é de ser algo anunciado com antecedência para terem tempo de organizar a sua vida.

Também sou completamente a favor das avaliações com possíveis repercussões quer na progressão e até em casos extremos no despedimento, essas avaliações deveriam no entanto serem públicas, com regras bem definidas e contestáveis. Trabalhadores que não fazem o seu trabalho devem de ser despedidos, quer na FP quer no privado.

E por fim, já repararam que só estamos a falar de pessoas que não podemos considerar ricas? Porque não falar dos directores que são "nomeados" e recebem salários muitíssimo elevados? Não deveriam todos os postos de trabalho serem alvos de concursos públicos? O que me deixa muito triste nos governos (todos eles) é continuarem a nomear pessoas para altos cargos não políticos sem critérios transparentes. No que toca a cargos de natureza política acho normal que sejam do partido, não esperaria outra coisa, agora para serviços supostamente independentes?

Mais uma excelente e inteligente opinião!
apr:)
 
Acho um bocado generalizante achar que os funcionários públicos são todos uns preguiçosos, quando é no privado que a produtividade não cresce e isso faz, objectivamente, com que Portugal esteja na cauda da Europa...
Estás enganado, no privado a produtividade tem crescido, e muito. Estamos na cauda da europa, muito por culpa do peso dos funcionários públicos e da sua maravilhosa (not) produtividade. Não generalizei, já disse que não são todos, "apenas" a esmagadora maioria.

A produtividade no privado só não aumentou mais porque muitas das grande empresas que actualmente são privadas, são ex-empresas públicas (que têm vindo a melhorar, mas não ainda o suficiente).

E, se estamos na cauda da europa, mais uma razão para não se andar a pagar luxos aos trabalhadores do país que menos produtivos são.
 
Continuo à espera que me digam onde é que está determinado este sistema de diferenciação do Público para o Privado, onde este está subordinado às regras de mercado.

Não sei se reparaste, tenho mantido a minha própria agenda nesta discussão. Já sabemos como é o Pé Leve e aqui para nós, não o vejo a melhorar. É reparar na sua confusão na Soflusa.

O que o Henkel escreveu, não me parece sério e já foi respondido por um outro user. Não quero perder tempo a refutar aquilo que é visível a todos. [;)]

E já agora, porque é que dentro da própria FP há aqueles que têm vindo a acumular os previlégios ao longo deste tempo todo, e outros, que não têm os mesmos direitos? Já te vi aqui a combater esta descriminação.

E vamos a ver se nos entendemos. O País precisa de uma classe de Servidores Públicos que permita levar as coisas para a frente.

Quem é que está a favor da mudança e quem é que está a colocar os pauzinhos na engrenagem.

Para mim, isto é muito simples. Mas que ninguém na FP responde. [:cool:]

Pois, mas o que o Henkel disse é de facto certo. Mesmo muito certo. E não tes esqueças que neste caso eu sei de certeza mais do que tu sobre este assunto.[;)]

Explica lá melhor essa dos privilégios que se têm vindo a acumular.

Servidores publicos ? Mas se se pretendem apenas servidores não os podemos sujeitar às Leis de mercado, à lógica custo/proveito/rentabilidade.
Se é apenas servidores, então ok, invista-se fortemente nos funcionários públicos sem olhar a custos.... Vamos então começar por formar recursos humanos .... Indica aí uma empresa de recursos humanos....

Também gostava que me explicasses melhor a lógica da mudança e dos pauzinhos .....Diz lá em concreto qual é a tua dúvida que eu, reles funcionário público, com os meus parcos conhecimentos tentarei esclarecer-te....[:D]
 
Repara, não quero que as minhas intervenções pareçam um confronto. É que depois há este hábito português de vir defender o mais fraco e apanho por todo o lado. [:D]

Porque vocês, colocam uma carga negativa no termo Empresário. Eu não sei os Empresários com que vocês partilham as vossas experiências, mas aqueles que eu conheço são na sua maioria pessoas com capacidade para criar riqueza e reparti-la por todos.

Eu sou um micro empresário e crio riqueza. E não tenho problemas em distribuí-la, seja nos impostos que pago em sede de IRC, seja os que permito pagar pela força dos rendimentos do trabalho dos postos de trabalho que entretanto gerei. Além das remunerações que pratico.

Além do IVA, claro. [;)]

Não tenho problema nenhum em falar sobre isso.

Agora, posso-te esclarecer também coisas que tenhas em dúvida. Uma que me merece reparo é a tal regra que invocas dos FP nao poderem ter mais do que um emprego.

Não está correcto.

A minha mãe é FP e pode ter mais do que emprego. Mas adoptou pelo regime de exclusividade. Não tem nada de mais.

O meu pai foi FP, foi prof. universitário e podia ter mais que um emprego.

Neste momento trabalha no privado e em regime de exclusividade total. [;)]

Eu só posso ter um emprego, sou obrigado e exclusividade e não me pagam a exclusividade.
 
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