Olivença

Olivença

  • Portugues e não esquecer que devemos continuar a luta

    Votes: 63 47.4%
  • Espanhol e ponto final. Assunto do passado

    Votes: 70 52.6%

  • Total voters
    133
Mas quem no seu perfeito juízo quer pertencer a este pais???
Não creio que seja menos ajuizado do que tu pelo facto de gostar de Portugal e de ter orgulho em ser Português.
Tenho vergonha é da gentalha que nos governa e dos compatriotas que parecem dispostos a vender o país ao desbarato.
Eu se pudesse bem me mudava para Espanha.
Estás à espera do TGV para a viagem ser mais rápida, é isso?
Esqueçam Olivença. Alem de já não ser nossa os próprios habitantes também não querem ser portugueses.
Nem sempre a propriedade pertence a quem nela habita...
 
Sempre a pensar no q já foi...nunca a pensar no futuro. Deixem lá Olivença em paz, existe mais território e a malta nem quer saber...ah e tal pq nos tiraram...mas o q não tiraram ninguém quer saber...
 
Nem sempre a propriedade pertence a quem nela habita...

A propriedade sempre pertence a quem habita o lugar. A fazer um paralelismo, por essa ração mesma não faz muito sentido (hoje) que nós reclamemos Gibraltar, porque num referendo em 2005, o 99,97% dos gibraltarenhos disseram que não querem ser espanhóis.
 
Mas quem no seu perfeito juízo quer pertencer a este pais???

Eu se pudesse bem me mudava para Espanha.

Esqueçam Olivença. Alem de já não ser nossa os próprios habitantes também não querem ser portugueses.

Quem se quer mudar para Espanha e não dá valor ao seu país, sua cultura e tradição quase milenar tem um bom remédio... naturaliza-se espanhol!

Apenas é preciso dirigir-se a uma embaixada de Espanha e requerer a documentação ao Sr. Embaixador.

O processo é o seguinte:

¿Qué se necesita?

Acreditar la residencia en España durante determinado período de tiempo, que variará según la nacionalidad u otras circunstancias personales.
¿Que es adquirir la nacionalidad española por consolidación?

Es adquirirla por la posesión y utilización continuada durante diez años, con buena fe y basada en un título inscrito en el Registro Civil.
¿Qué se necesita?

Haber mantenido una utilización de la nacionalidad española, esto es, que se haya comportado teniéndose a sí mismo por español tanto en el disfrute de sus derechos como en el cumplimiento de sus deberes.
¿Qué es la opción por la nacionalidad Española?

El derecho a obtener la nacionalidad española por personas que tienen una nacionalidad distinta.
¿Quiénes pueden optar por la nacionalidad española?

  • Aquel a quien se le haya determinado la filiación o el nacimiento en España después de los 18 años de edad.
  • Las personas que estén o hayan estado sujetas a la patria potestad de un español.
  • Aquellas personas cuyo padre o madre hubiera sido originariamente español y nacido en España.
  • El adoptado mayor de dieciocho años por un español.
Documentación necesaria para la tramitación de doble nacionalidad

Nacionalidad por residencia y matrimonio

Documentación necesaria:
  1. Certificación de nacimiento (traducida al español, en su caso), literal, legalizada por el Cónsul de España en el País de Origen o, en su caso, la apostilla o Plurilingüe.
  2. Certificación de la Comisaría de Policía de estar documentado como extranjero.
  3. Declaración complementaria de conducta ciudadana (Documentación facilitada en el Registro y que se cumplimenta el mismo día que se tramita el expediente).
  4. Certificación de convivencia (Expedido por el Ayuntamiento).
  5. Certificación de antecedentes penales (Mediante documento facilitado en los estancos y que se ha de enviar al Registro Central de Penados y Rebeldes de Madrid o que se puede obtener en la Delegación de Gobierno de Bilbao).
  6. Certificación del consulado correspondiente de hallarse inscrito.
  7. Certificación literal de nacimiento del cónyuge español y de matrimonio.
Una vez obtenida toda la documentación, se ha de presentar con la documentación en el Registro Civil para tramitar el expediente y habrá que ir acompañado del cónyuge y 2 testigos mayores de edad y españoles.
Es importante tener en cuenta que los certificados 2,3,4,5,6 y 7 caducan a los 3 meses.
Nacionalidad por residencia

La solicitud de la nacionalidad española por residencia hay que presentarla en el Registro Civil correspondiente al domicilio del interesado.
Existe un modelo de solicitud de nacionalidad por residencia que sirve de guía para rellenar el impreso. Además de obtenerlo en Internet, se puede conseguir en el Servicio de Nacionalidad del Ministerio de Justicia:
C/Rios Rosas, 24
28003 - Madrid
Teléfono 91 390 48 39
El horario de atención es: lunes a viernes, ininterrumpido de 9:00 a 17:30 horas; sábados de 9:00 a 14:00; durante la jornada de verano, comprendida entre el 1° de julio y el 31 de agosto, el horario será de 8:00 a 15:00 de lunes a viernes y de 8:00 a 14:00 los sábados.
También se puede solicitar el mismo modelo por correo o por teléfono.
Documentación necesaria:
  1. Tarjeta de residencia: el tiempo de residencia en España se debe contar a partir del día en que se solicitó la tarjeta de residencia.
  2. Certificación de nacimiento plurilingüe o certificado de nacimiento literal (traducida en español en su caso) legalizada o en su caso con la apostilla de la Haya, expedido por el Cónsul de España en el País de origen o el Cónsul del País de origen en España.
  3. Certificación de la Comisaría de Policía de estar documentada como extranjero.
  4. Certificación de empadronamiento (Expedido por el Ayuntamiento).
  5. Certificación de antecedentes penales (Mediante documento facilitado en los estancos y que se ha de enviar al Registro Central de Penados y Rebelde de Madrid o que se puede obtener en la Delegación de Gobierno de Bilbao).
  6. Certificación del Consulado correspondiente de hallarse inscrito. Caduca a los 3 meses a nos ser que expresamente se especifique su caducidad y sea superior a 3 meses.
En caso de que el abuelo/a fuese español, se reduce el tiempo de residencia a 1 año. Para ello deberá aportar certificado de nacimiento literal del abuelo español.
Una vez obtenida toda la documentación, se ha de presentar con la documentación en el Registro Civil (con cita previa) para tramitar el expediente y habrá que ir acompañado del cónyuge y 2 testigos mayores de edad y españoles.
Es importante tener en cuenta que los certificados 3,4,5 y 6 caducan a los 3 meses.
Direcciones y teléfonos de los Registro Civiles:
 
A propriedade sempre pertence a quem habita o lugar. A fazer um paralelismo, por essa ração mesma não faz muito sentido (hoje) que nós reclamemos Gibraltar, porque num referendo em 2005, o 99,97% dos gibraltarenhos disseram que não querem ser espanhóis.
Como? A propriedade sempre pertence a quem habita o lugar???
Então se ocuparem a tua casa, os ilegítimos ocupantes passam a ser os proprietários da mesma?
Se as comunidades imigrantes forem a maioria da população numa determinada região, como já acontece em alguns casos em Portugal, têm o direito de se apropriar da terra?

A alienação de território, independentemente de referendos às populações locais, não é permitida pela Constituição da República Portuguesa.
 
Como? A propriedade sempre pertence a quem habita o lugar???
Então se ocuparem a tua casa, os ilegítimos ocupantes passam a ser os proprietários da mesma?
Se as comunidades imigrantes forem a maioria da população numa determinada região, como já acontece em alguns casos em Portugal, têm o direito de se apropriar da terra?

A alienação de território, independentemente de referendos às populações locais, não é permitida pela Constituição da República Portuguesa.
então vamos devolver portugal aos mouros ou aos fenícios, ou a quem é que colonizou isto inicialmente, porque é deles... nós é que os "ocupámos e invadimos".
 
P.S. um pormenor que nem toda a gente repara: Tentem olhar para um mapa de estradas (ou GPS Manual como alguns gostam de chamar) na zona de Olivença. Muitos fabricantes de mapas ou ignoram a fronteira internacional nessa zona, ou colocam uma fronteira "menos visível" como quem diz "esta fronteira não é certa"... porque de facto não é. Portugal nunca reconheceu a fronteira nessa zona (se bem que isso interessa pouco, para todos os efeitos aquilo "é espanhol").

É bem verdade esse facto. O Estado português não reconhece a anexação e está vinculado ao assinado no tratado de Viena que implicava a devolução da praça de Olivença a Portugal. Naturalmente que a política oficial, de há muitos anos a esta parte é a de manter o "status quo" de facto mas não de direito.

O que se passou, relativamente à ausência de linha de fronteira nas cartas, foi que os representantes portugueses na comissão comum de definição de fronteiras se recusaram a defini-la na zona do antigo "termo de Olivença" (concelho).

Curioso é o que se passa na zona da ponte de Ajuda: do lado "espanhol" (leia-se no final do concelho de Olivença), antes de cruzar o Guadiana tem uma placa sinalizando "Portugal". No entanto, quem cruza do lado do concelho de Elvas não tem nenhuma indicação.

Para bom entendedor...
 
(...)
Curioso é o que se passa na zona da ponte de Ajuda: do lado "espanhol" (leia-se no final do concelho de Olivença), antes de cruzar o Guadiana tem uma placa sinalizando "Portugal". No entanto, quem cruza do lado do concelho de Elvas não tem nenhuma indicação.

Para bom entendedor...

Isto é verdade? heheehhee Ah gandes Tugas!

Devíamos era entrar sorrateiramente por lá e colocar sinais a dizer "Portugal" do lado de lá do concelho de Olivença....

.... se bem que isso nada resolvia :sh)
 
Para ler:

Diário de Notícias (01/12/2007)

O mapa com a fronteira só tracejada

Em vez de um risco grosso, um tracejado no mapa. Uma disputa fronteiriça entre a Índia e o Paquistão, a Eritreia e a Etiópia, o Chile e a Bolívia? Não! A desavença, velha de dois séculos e nunca claramente assumida nas cimeiras bilaterais, é entre Portugal e a Espanha, que não colocam marcos fronteiriços entre o rio Caia e a ribeira de Cuncos, o limite fronteiriço que não consta na cartografia oficial portuguesa nem em qualquer documento com o escudo nacional.

Eis o motivo que faz com que os cerca de 750 associados do Grupo dos Amigos de Olivença (GAO) - que assinalam sempre com ênfase o 1.º de Dezembro - continuem a pugnar para que o Estado Português prossiga o que consideram um "imperativo constitucional": a exigência de que Espanha cumpra o decidido no Congresso de Viena de 1815, isto é, a entrega do território de Olivença.

Na origem da polémica está a Guerra das Laranjas. Em 1801, com o apoio napoleónico, as tropas espanholas tomaram Olivença a 20 de Maio, no dia seguinte conquistaram Juromenha, cercaram Campo Maior e, depois, Elvas. Após duas semanas, Portugal pediu a paz e, a 6 de Junho, assinaria o Tratado de Badajoz, em que os territórios alentejanos eram restituídos, à excepção da praça de Olivença do seu território além-Guadiana, que ficavam espanhóis "em qualidade de conquista".

O documento, em que se selava uma paz eterna entre os dois Estados, seria considerado nulo se alguém violasse qualquer dos seus pontos. E como, em 1807, os espanhóis apoiaram a invasão francesa de Junot, um diploma do príncipe regente (futuro D. João VI, já no Rio de Janeiro, que era, à época, a capital portuguesa), o Manifesto de 1 de Maio de 1808, declara nulo e de nenhum vigor o anterior Tratado de Badajoz.

No Congresso de Viena de 1815, em que se reúnem França, Grã-Bretanha, Áustria, Prússia, Rússia, Suécia, Portugal e Espanha para se desenhar a nova ordem europeia após as Guerras Napoleónicas, o art. 105.º da Acta Final obrigava a Espanha (que só assinaria o documento em 1817) a devolver Olivença a Portugal.

O actual presidente do GAO, Teixeira Marques, sustenta ao DN que aquele grupo de cidadãos pretende o mesmo que tem sido sempre "a política oficial do Estado Português" neste tema, mas insistindo para que o assunto "se reponha em cima da mesa das negociações diplomáticas".

Evocando a História e o Direito Internacional, lembra que o Manifesto de 1808 "nunca foi revogado por qualquer outro documento jurídico idêntico" e que as autoridades nacionais continuam, em seu entender, vinculadas a esse diploma. Além disso, alega que o art. 5.º-1 da Constituição de 1976 - "Portugal abrange o território historicamente definido no continente europeu" - só se entende por ter, implícita, uma alusão a Olivença. E acrescenta que esta tese é subscrita pelos principais constitucionalistas, de Jorge Miranda a Gomes Canotilho.

Neste contexto, admite Teixeira Marques, "não sugerimos que se faça um referendo em Olivença ou se recorra a um tribunal arbitral, que a questão seja debatida no âmbito da ONU ou em Bruxelas", pois isso compete aos legítimos representantes do País. Os Amigos de Olivença insistem é na necessidade do tema integrar a agenda da nossa diplomacia e ser abordado entre os dois Estados.

Parecem distantes, pois, os tempos em que o presidente do GAO era o almirante Pinheiro de Azevedo (primeiro-ministro do VI Governo Provisório e candidato na eleição presidencial de 1976), que publicou um livro com o título Olivença Está Cativa Pela Espanha - Por Culpa de Quem? Olivença! Gibraltar! Malvinas! e sugeriu uma "marcha verde" para libertar a cidade.

E, no entanto, o actual presidente - ou qualquer outro membro dos corpos dirigentes do GAO, onde há gente do CDS ao BE, "com cartão passado", incluindo votantes no PCP, PS e PSD - acredita que, com um período razoável para se fazer um referendo (três ou quatro anos, de forma a criar um "estado de espírito pró-português"), seria "estultícia considerar que o resultado era pró-espanhol". E vai mais longe: "Se, por hipótese, se decidisse fazer uma consulta aos oliventinos já depois de amanhã, haveria 4%, 5% ou 10% que votavam para serem portugueses".

Perante o cepticismo, Teixeira Marques avança vários argumentos, invocando testemunhos de gente humilde e obras de pessoas letradas, visitas a casas onde os antigos denunciam o seu bilinguismo nas canções de embalar e e-mails de jovens que querem perceber por que motivo "não são iguais aos de Badajoz". "O tempo jogou contra Portugal - até porque o homem comum não conhece a História -, mas agora já não joga. A erosão que o tempo podia fazer está feita: ou conseguiu a castelhanização ou, então, num tempo de globalização, já não o consegue."

E o presidente dos Amigos de Olivença lembra as fases em que Madrid aumentou a aculturação: em 1805, as actas da câmara começaram a ser em castelhano e, em 1840, o uso do português foi proibido nas liturgias e os padres passaram a falar na língua dos funcionários, professores e magistrados, persistindo o português só entre a população rural. No franquismo, que tentou erradicar o basco, o catalão e o galego, não se podia falar português na rua, sob pena de serem aplicadas coimas aos delinquentes linguísticos. Entretanto, a par da escolaridade obrigatória na língua oficial, a rádio e a televisão acentuaram a presença do castelhano no quotidiano.

A questão de Olivença, que muita gente em Portugal considera uma bizantinice, tem afinidades com as polémicas que, oficialmente, Madrid mantém com Londres, a propósito de Gibraltar, e Rabat com Madrid, sobre Ceuta e Melilla. Afinal, o título do polémico livro lançado em 2003 pelo embaixador espanhol Máximo Cajal era Ceuta, Melilla, Olivenza y Gibraltar. Donde termina España. E até o site da CIA, na página dedicada a Espanha, acrescentou há uns anos que "Portugal não reconhece a soberania espanhola sobre o território de Olivença, com base em diferentes interpretações do Congresso de Viena de 1815 e do Tratado de Badajoz de 1801" .

E, enquanto aponta para o mapa pendurado numa parede da sede dos Amigos de Olivença, em Lisboa, Teixeira Marques cita uma frase escrita por Henrique Barrilaro Ruas: "Olivença é a chaga do lado no coração de Portugal."

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http://www.olivenca.org/actualidadeDetalhe.asp?categoria=NOTICIAS&ID=199
 
então vamos devolver portugal aos mouros ou aos fenícios, ou a quem é que colonizou isto inicialmente, porque é deles... nós é que os "ocupámos e invadimos".
Mouros? Fenícios? Estás a falar de quê?
Portugal existe desde 1143, o que têm os Fenícios a haver com o caso?
Em todo o caso, os Lusitanos, nossos antepassados, eram os povos tribais que cá habitavam antes da chegada das outras civilizações...
 
Tanto patriotismo cego e exacerbado, até chega a ser patético.

Olivença não pertence a Portugal nem nunca mais vai pertencer. Sabem porquê? Porque pura e simplesmente ninguém vai querer deixar de pertencer a um pais civilizado e com um futuro promissor para ficar a pertencer a um cu da Europa.

Se alguma vez Portugal teve alguma importância e algum prestigio internacional foi no tempo da monarquia e não agora com a republica. Só que esse tempo já lá vai há muito tempo. Hoje somos uma republica das bananas que nem se sabe governar.

Viva á republica e ao Sr. Socrates e companhia :-)

Um país á deriva mas, ORGULHOSO.
 
Tanto patriotismo cego e exacerbado, até chega a ser patético.

Olivença não pertence a Portugal nem nunca mais vai pertencer. Sabem porquê? Porque pura e simplesmente ninguém vai querer deixar de pertencer a um pais civilizado e com um futuro promissor para ficar a pertencer a um cu da Europa.

Se alguma vez Portugal teve alguma importância e algum prestigio internacional foi no tempo da monarquia e não agora com a republica. Só que esse tempo já lá vai há muito tempo. Hoje somos uma republica das bananas que nem se sabe governar.

Viva á republica e ao Sr. Socrates e companhia :-)

Um país á deriva mas, ORGULHOSO.

Somos um país à deriva porquê, porque "Espanha é melhor"?

Pergunta a um Espanhol se ele acha que o seu país é inferior à França, "por este ser melhor".

Se tu não acreditas no teu país, é meio caminho andado para esse país não prestar.
 
(...)
Olivença não pertence a Portugal nem nunca mais vai pertencer. Sabem porquê? Porque pura e simplesmente ninguém vai querer deixar de pertencer a um pais civilizado e com um futuro promissor para ficar a pertencer a um cu da Europa.
(...)

Mete aí o teu NIB, tenho a certeza que a malta ainda junta uns trocos para te pagar o bilhete e trata-te da papelada para mudares de nacionalidade [;)] Pode ser que assim só fiquem cá os que gostam disto e que o "cú da Europa" fique melhor.
 
Mouros? Fenícios? Estás a falar de quê?
Portugal existe desde 1143, o que têm os Fenícios a haver com o caso?
Em todo o caso, os Lusitanos, nossos antepassados, eram os povos tribais que cá habitavam antes da chegada das outras civilizações...

Que mania de achar que todos os portugueses são descendentes dos Lusitanos.

Muito menos o portugues é um idioma luso.
 
Last edited:
Tanto patriotismo cego e exacerbado, até chega a ser patético.

Olivença não pertence a Portugal nem nunca mais vai pertencer. Sabem porquê? Porque pura e simplesmente ninguém vai querer deixar de pertencer a um pais civilizado e com um futuro promissor para ficar a pertencer a um cu da Europa.

Se alguma vez Portugal teve alguma importância e algum prestigio internacional foi no tempo da monarquia e não agora com a republica. Só que esse tempo já lá vai há muito tempo. Hoje somos uma republica das bananas que nem se sabe governar.

Viva á republica e ao Sr. Socrates e companhia :-)

Um país á deriva mas, ORGULHOSO.


Felizmente nem todos os portugueses são como tu!:sh)
Nem toda a gente é capaz de vender o "pai" por dinheiro, nem vira as costas as problemas......... mas, como se diz: dos fracos não reza a historia...................

1º Olivença é territorio português;
2º Se tu (e mais alguns que aqui andam) estivessem minimamente informados (e não discutissem um assunto do qual, pelos visto, nada sabem), nem sequer poriam a hipotese de perguntar ao habitantes de Olivença se querem se portugueses ou espanhois, pelo simples facto de que eles são realmente espanhois e filhos de espanhois, pois quando Olivença foi "roubada" pelos espanhois, eles expulsaram todos os portugueses!
Não há lá nenhum português, como é que eles quereram ser portugueses?!:sh)


Então a Espanha é um pais civilizado e nós estamos no cu da Europa?!
Ui........ que diferença!!!
Se calhar, eles estão no topo da tabela do nivel de vida, e, nós estamos no fundo, não?!
Enfim...........

Importancia e prestigio?!
É isso que te preocupa; o que os outros paises pensam de Portugal?!
Preocupa-te é com Portugal e contigo e não com o que os outros pensam ou podem pensar de nós!

Um pais à deriva e tu ainda cá estás?!
Espanha é aqui tão perto..............
Foge, foge, que eles veem aí...............[:D] [:D] [:D]
 
Sempre houve migrações, como se pode escrever tal coisa?
O território que hoje corresponde a Portugal abrange grande parte da antiga Lusitânia, mas não é o mesmo. Os portugueses que ainda hoje terão algum sangue lusitano poderão estar em qualquer zona do país. Eu, em três décadas, já estive em 3 cidades, quanto mais os antepassados dos actuais habitantes de Barcelos ao longo de milénios de História...
 
Que mania de achar que todos os portugueses são descendentes dos Lusitanos.

Muito menos o portugues é um idioma luso.
Claro que não é. Os romanos ocuparam a Lusitânia e impuseram a sua língua.
Foi o que fez Espanha em Olivença: após a ocupação, proibiu o uso do Português e impôs o uso do castelhano.
 
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