Que vinho bebem?

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Merecia uma foto mais condigna. Foi mesmo à ultima e antes de ir para o ecoponto. Mas um tópico vive de fotos.

Questão principal: devia ter aberto? Não...

Mas pode-se abrir? Sim...

Na verdade iria afinar com o tempo, mas consegue-se disfrutar perfeitamente do vinho e compreender facilmente o perfil.

É daqueles vinhos que desde o nariz à primeira prova, de olhos vendados se percebia ser do universo Ferreirinha. Bastante complexo, uma multitude de notas, balsâmicos, vegetais, fruta. Tem um pouco de tudo e impressiona-me nessa diversidade.

São vinhos que primam pela elegância. Pessoalmente tenho muita dificuldade em harmonizar, não os considero muito gastronómicos. Acabam por ser uma experiência por si e não os vejo a brilhar em pratos mais fortes. Por outro lado são vinhos que conseguem ter alguma universalidade. Em qualquer parte do mundo brilhariam.

A minha bitola habitual, a minha mulher, não ficou deslumbrada. Achou pouco encorpado e prefere maior simplicidade e mineralidade. Preferiu claramente um Meandro há uns tempos.

Eu não me veria a abrir outro em breve. Vale bastante pela experiência mas depois não deixa aquele apelo de querer repetir em breve. É uma sensação difícil de explicar porque se tivesse de o classificar não poderia deixar de dar das melhores notas dentro do que já provei.
 
Recebi algumas coisas interessantes entre vinho, porto e gin (uma Martin Miller xpto), mas destaco estas que gosto muito

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uma foto mais condigna. Foi mesmo à ultima e antes de ir para o ecoponto. Mas um tópico vive de fotos.

Questão principal: devia ter aberto? Não...

Mas pode-se abrir? Sim...

Na verdade iria afinar com o tempo, mas consegue-se disfrutar perfeitamente do vinho e compreender facilmente o perfil.

É daqueles vinhos que desde o nariz à primeira prova, de olhos vendados se percebia ser do universo Ferreirinha. Bastante complexo, uma multitude de notas, balsâmicos, vegetais, fruta. Tem um pouco de tudo e impressiona-me nessa diversidade.

São vinhos que primam pela elegância. Pessoalmente tenho muita dificuldade em harmonizar, não os considero muito gastronómicos. Acabam por ser uma experiência por si e não os vejo a brilhar em pratos mais fortes. Por outro lado são vinhos que conseguem ter alguma universalidade. Em qualquer parte do mundo brilhariam.

A minha bitola habitual, a minha mulher, não ficou deslumbrada. Achou pouco encorpado e prefere maior simplicidade e mineralidade. Preferiu claramente um Meandro há uns tempos.

Eu não me veria a abrir outro em breve. Vale bastante pela experiência mas depois não deixa aquele apelo de querer repetir em breve. É uma sensação difícil de explicar porque se tivesse de o classificar não poderia deixar de dar das melhores notas dentro do que já provei.

Bebi uma este ano de 2010, estava mesmo no ponto, tenho ali outra, mas de 2015 que já tenho guardada há cerca de 2 anos, qualquer dia vai ao castigo.
Tenho lido queixas acerca das últimas colheitas, que não têm estrutura suficiente, e colheitas muito diferentes umas das outras, julgo que estavam a referir-se a partir de 2014 ou 2015, quando abrir a minha logo vejo.
 
Last edited:
Essa de 2015 tem obrigação de estar melhor, quer pelo tempo, quer pela colheita ter sido mais favorável.

Por acaso gostava de ver a tua opinião.
 
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Merecia uma foto mais condigna. Foi mesmo à ultima e antes de ir para o ecoponto. Mas um tópico vive de fotos.

Questão principal: devia ter aberto? Não...

Mas pode-se abrir? Sim...

Na verdade iria afinar com o tempo, mas consegue-se disfrutar perfeitamente do vinho e compreender facilmente o perfil.

É daqueles vinhos que desde o nariz à primeira prova, de olhos vendados se percebia ser do universo Ferreirinha. Bastante complexo, uma multitude de notas, balsâmicos, vegetais, fruta. Tem um pouco de tudo e impressiona-me nessa diversidade.

São vinhos que primam pela elegância. Pessoalmente tenho muita dificuldade em harmonizar, não os considero muito gastronómicos. Acabam por ser uma experiência por si e não os vejo a brilhar em pratos mais fortes. Por outro lado são vinhos que conseguem ter alguma universalidade. Em qualquer parte do mundo brilhariam.

A minha bitola habitual, a minha mulher, não ficou deslumbrada. Achou pouco encorpado e prefere maior simplicidade e mineralidade. Preferiu claramente um Meandro há uns tempos.

Eu não me veria a abrir outro em breve. Vale bastante pela experiência mas depois não deixa aquele apelo de querer repetir em breve. É uma sensação difícil de explicar porque se tivesse de o classificar não poderia deixar de dar das melhores notas dentro do que já provei.



Genericamente de acordo contigo...
Mas acho que essa colheita daqui a uns e ou 4 anitos vai estar formidável... até porque bebi recentemente um 2014 e estava muito bem
 
Ao jantar ligeiro, acompanhando um queijinho de Azeitao e um foi gras.

Dentro de um ano este vinho estará a ser vendido 50% acima do que custa hoje.
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Ao jantar ligeiro, acompanhando um queijinho de Azeitao e um foi gras.

Dentro de um ano este vinho estará a ser vendido 50% acima do que custa hoje.
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Ainda não provei nada 100 hectares, mas já vi por aqui algumas vezes. É uma compra segura a adicionar à lista?

Isso é monocasta?
 
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