Tópico das Casas

Isto é a velha estória ganham 3k mas o café custa 5€.

Por mim tudo bem, eu posso sempre não escolher beber café.

No limite é sempre melhor ter dinheiro com juros / inflação do que não ter dinheiro e não haver nem juros nem inflação.
😂😂🤩
 
Não muda nada, juros altos beneficiam os aforradores ponto final parágrafo.

A conjuntura actual prejudica todos? Claro que sim, mesmo assim os aforradores têm, por um lado capacidade para absorver parte da inflação, por outro aproveitar as possiveis oportunidades que as crises normalmente propiciam.

Juros altos no contexto de inflação baixa, sim. Não é o caso. Com uma inflação de 10% e juros de 5%, quem aforra perde 5% do valor ao fim de um ano.

Neste momento não é o caso. Com inflação alta beneficia quem tem dívidas, pois apesar da subida de juros, o valor real da dívida vai diminuindo progressivamente. Com 10% de inflação e a pagar juros de 5%, o real valor da dívida reduz-se automaticamente ao fim de um ano em 5%...
 
Podem vir com todas as medidas e mais não sei o quê, que não vai haver casas mais baratas, pelo simples encadear de razões que leva a que os preços não parem de subir.

Juros mais altos

Custo da energia a subir

Sua consequência no custo dos materiais.

Mão de obra escassa, o que leva a aumentos nos custo da construção.

Portanto, não há nem vai haver aumento na oferta de casas novas, antes pelo contrário, cada vez menos e cada vez mais dirigidas a mercados com mais poder de compra.

Sobra as casas usadas, que cada dia que passa estão mais degradadas mas mesmo assim vão aumentar de preço, porque é a única coisa que vai havendo.

A solução para isto é mais habitação nova mas como não há condições para mais créditos, só com habitações baratas, aí esbarramos nas exigências das nossas leis de país rico.

Como “não podemos” andar para trás.

Vamos bater com a cabeça na paredes e destruir a economia do país à pala desta cena, com medidas parvas, ineficientes e sem resultados práticos que não seja conversa, essa não falta aos Portugueses, agora fazer, está quieto.
 
Juros altos no contexto de inflação baixa, sim. Não é o caso. Com uma inflação de 10% e juros de 5%, quem aforra perde 5% do valor ao fim de um ano.

Neste momento não é o caso. Com inflação alta beneficia quem tem dívidas, pois apesar da subida de juros, o valor real da dívida vai diminuindo progressivamente. Com 10% de inflação e a pagar juros de 5%, o real valor da dívida reduz-se automaticamente ao fim de um ano em 5%...

Se os rendimentos acompanharem a inflação....
 
Juros altos no contexto de inflação baixa, sim. Não é o caso. Com uma inflação de 10% e juros de 5%, quem aforra perde 5% do valor ao fim de um ano.


Neste momento não é o caso. Com inflação alta beneficia quem tem dívidas, pois apesar da subida de juros, o valor real da dívida vai diminuindo progressivamente. Com 10% de inflação e a pagar juros de 5%, o real valor da dívida reduz-se automaticamente ao fim de um ano em 5%...


No contexto que descreves quem aforra leva com uma inflação real de 5% quem não aforra leva com 10%. Quem é que está pior?


Como disseram aí atrás e bem, a inflação só desvaloriza a dívida se os rendimentos acompanharem, caso contrário só contribui para aumentar a dificuldade da manutenção da dívida.

A dívida hoje está mais reduzida face à inflação atual mas também está muito mais difícil de a gerir. Caso assim não fosse não andava toda a gente a amortizar o CH...
 
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Já o disseram atrás - em tempo de guerra não se limpam armas.

Esta é a altura para amortizar o CH ou amortizar o CH.

Deve ser a prioridade máxima.

E eventualmente passar para taxa fixa - 3.25

Se passar para taxa fixa, o resto de CH é só gerir.
 
Podem vir com todas as medidas e mais não sei o quê, que não vai haver casas mais baratas, pelo simples encadear de razões que leva a que os preços não parem de subir.

Juros mais altos

Custo da energia a subir

Sua consequência no custo dos materiais.

Mão de obra escassa, o que leva a aumentos nos custo da construção.

Portanto, não há nem vai haver aumento na oferta de casas novas, antes pelo contrário, cada vez menos e cada vez mais dirigidas a mercados com mais poder de compra.

Sobra as casas usadas, que cada dia que passa estão mais degradadas mas mesmo assim vão aumentar de preço, porque é a única coisa que vai havendo.

A solução para isto é mais habitação nova mas como não há condições para mais créditos, só com habitações baratas, aí esbarramos nas exigências das nossas leis de país rico.

Como “não podemos” andar para trás.

Vamos bater com a cabeça na paredes e destruir a economia do país à pala desta cena, com medidas parvas, ineficientes e sem resultados práticos que não seja conversa, essa não falta aos Portugueses, agora fazer, está quieto.

Sem sombra de dúvida.☹

Exemplo da loucura:

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Quais eram os preços na zona à 10-12 anos atrás!?
 
Mas também não me acredito que existam muitos portugueses com oxigénio para casas por 400k, quanto mais 500 ou 600k.

Só se contarmos com retomas muito bem valorizadas.

Ex - comprou por 200, vendeu por 300k e compra outra por 400k

Mas mesmo assim com a Euribor como está tenho sérias dúvidas que as pessoas passem nas taxas de esforço.
 
O grande problema é que apesar de matematicamente ser mais vantajoso, os últimos 10 anos demonstraram que dinheiro barato sodomizou o mercado de habitação.

Sendo que no que diz respeito às casas o que tivemos foi em 10 anos aumentos de por vezes mais de 100%.

O que dá na realidade em relação às casas 10% de aumento ao ano.

Estou longe de ser um expert em economia, mas também tenho essa percepção.

A família pode pagar até X de taxa de esforço, então é para esse limite que estão dispostos a pagar.
Ou seja, se a casa custa 150 mil€ + 150 mil em juros ao final do contrato, ou 250 mil € + 50 mil em juros, para muita gente é igual porque pagam o mesmo. Mas para mim não é!

Acontece que os juros baixos levaram as casas de 150mil a ser vendidas pelos tais 250mil (meramente indicativo), e agora com a subida dos juros muita gente está com o problema em mãos...

No fundo, a percepção que tenho é que estes juros baixos dos últimos anos penalizaram sobretudo as pessoas responsáveis que até podiam comprar a casa por 150mil e juntar dinheiro para abater o crédito precocemente e assim ficar com uma despesa total de 200 mil, por exemplo. No entanto com o que aconteceu, acabam por ter de pagar logo à cabeça os tais 250 mil pela mesma casa.

Como não bastasse, o governo que temos ainda penaliza mais os responsáveis que até conseguem poupar para ter um fundo de maneio, e vai dar abébias a quem é irresponsável, não poupa, ou meteu a corda no pescoço.​
 
Podem vir com todas as medidas e mais não sei o quê, que não vai haver casas mais baratas, pelo simples encadear de razões que leva a que os preços não parem de subir.

Juros mais altos

Custo da energia a subir

Sua consequência no custo dos materiais.

Mão de obra escassa, o que leva a aumentos nos custo da construção.

Portanto, não há nem vai haver aumento na oferta de casas novas, antes pelo contrário, cada vez menos e cada vez mais dirigidas a mercados com mais poder de compra.

Sobra as casas usadas, que cada dia que passa estão mais degradadas mas mesmo assim vão aumentar de preço, porque é a única coisa que vai havendo.

A solução para isto é mais habitação nova mas como não há condições para mais créditos, só com habitações baratas, aí esbarramos nas exigências das nossas leis de país rico.

Como “não podemos” andar para trás.

Vamos bater com a cabeça na paredes e destruir a economia do país à pala desta cena, com medidas parvas, ineficientes e sem resultados práticos que não seja conversa, essa não falta aos Portugueses, agora fazer, está quieto.
Taxas de juro altas fazem subir o preço das casas? É mais o contrário. O que fez disparar o preço das casas foi a facilidade ao crédito habitaçao, nomeadamente através das baixas taxas de juros, permitindo pedir mais e mais dinheiro. A partir daí, a expeculação fez o resto. É claro que a falta de construção nova ajudou mas não foi o principal factor.

A não ser que estejas a ver as coisas de outra maneira: as taxas de juro mais altas significam na prática que as casas estão neste momento ainda mais (muito mais) caras para quem tenta comprar casa a não ser que se pague a pronto pagamento.
 
No meio disto tudo não percebi concretamente que fez o governo português para inverter a tendência de preços. Tirando a proibição de novos AL, não existe assim nada de concreto.

por exemplo na Alemanha existe o plano, já em execução à 2 anos, de ter 400 mil casas novas todos os anos, que por acaso não tem sido atingido, e agora é expectável que exista um défice de 1.4 milhões de casas em 2025 e já é uma prioridade actuar agora para mitigar o problema em 2025, incluindo alterações nas topologias das casas para melhor corresponder às novas famílias e vidas. Por isso é que eu depois me perco quando volto à realidade portuguesa, nada está quantificado, ninguém sabe quantas casas falta, e onde faltam, quais as topologias em falta, o governo lança medidas que nem sabe quantificar o efeito, é tudo com base em palpites.assim é complicado
 
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No meio disto tudo não percebi concretamente que fez o governo português para inverter a tendência de preços. Tirando a proibição de novos AL, não existe assim nada de concreto.

por exemplo na Alemanha existe o plano, já em execução à 2 anos, de ter 400 mil casas novas todos os anos, que por acaso não tem sido atingido, e agora é expectável que exista um défice de 1.4 milhões de casas em 2025 e já é uma prioridade actuar agora para mitigar o problema em 2025, incluindo alterações nas topologias das casas para melhor corresponder às novas famílias e vidas. Por isso é que eu depois me perco quando volto à realidade portuguesa, nada está quantificado, ninguém sabe quantas casas falta, e onde faltam, quais as topologias em falta, o governo lança medidas que nem sabe quantificar o efeito, é tudo com base em palpites.assim é complicado

somos um país exportador de jovens

logo para que precisamos de tantas casas ?
 
No meio disto tudo não percebi concretamente que fez o governo português para inverter a tendência de preços. Tirando a proibição de novos AL, não existe assim nada de concreto.

por exemplo na Alemanha existe o plano, já em execução à 2 anos, de ter 400 mil casas novas todos os anos, que por acaso não tem sido atingido, e agora é expectável que exista um défice de 1.4 milhões de casas em 2025 e já é uma prioridade actuar agora para mitigar o problema em 2025, incluindo alterações nas topologias das casas para melhor corresponder às novas famílias e vidas. Por isso é que eu depois me perco quando volto à realidade portuguesa, nada está quantificado, ninguém sabe quantas casas falta, e onde faltam, quais as topologias em falta, o governo lança medidas que nem sabe quantificar o efeito, é tudo com base em palpites.assim é complicado

O Costa tinha prometido algo semelhante, mas como em todas as medidas que temos visto, no resultado é um zero e agora é o assalto que se verifica.

Espero que o Constitucional se pronuncie, e dite que a medida está ferida de morte, pelo menos enquanto não for excutido o património publico disponível.

Noutras noticias, o Estado deixa gente entrar à maluca e , como habitual, agora coloca o ónus nos privados para resolver o problema:

Casas sobrelotadas. Senhorios ficam obrigados a encontrar “alternativa habitacional” para os inquilinos – Observador
 
Muito se tem falado de casas pequenas ou manhosas.

Aqui está uma boa casa em lisboa.

image.png

T3 de 158m2, na Av João XXI. Esta como outras só tem 1 lugar de estacionamento.
Mas são 3 suites, uma boa sala (apesar de organização mais estranha). Um begaleiro na entrada, casa de banho social e uma pequena (mas existente) lavandaria.
Peca por não haver um quarto com closet como deve ser, são grandes, mas sem uma arrumação acima do normal. ​
 
No mesmo prédio há estes T3.

image.png

Que até estão bem organziados. Mas sem casa de banho social, o que faz com que um dos quartos seja uma "falsa" suite. Mas não é problemático.
Mas mais uma vez o quarto maior é o que tem pior organização.
E há uma falta de varandas.
 
Já o disseram atrás - em tempo de guerra não se limpam armas.

Esta é a altura para amortizar o CH ou amortizar o CH.

Deve ser a prioridade máxima.

E eventualmente passar para taxa fixa - 3.25

Se passar para taxa fixa, o resto de CH é só gerir.

Por acaso ando a pensar nesse assunto de taxa fixa. Tenho margem para aguentar as euribor até 6-7-8%, no limite até 10%. Claro que quanto mais subir mais pressiona, mas também depende do tempo que lá estiverem em cima.

Vi que o montepio e bankinter têm essa taxa fixa a 2, 5, 10 ou mais anos. 2 anos também não resolve nada, e 10 anos ou mais parece demasiado. Algo nos 5 anos seria mais razoável.

Mas também sou um bocado "jogador" e gosto de lidar com a incerteza. Apostas de previsão no futuro?
 
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