Não muda nada, juros altos beneficiam os aforradores ponto final parágrafo.
A conjuntura actual prejudica todos? Claro que sim, mesmo assim os aforradores têm, por um lado capacidade para absorver parte da inflação, por outro aproveitar as possiveis oportunidades que as crises normalmente propiciam.
Juros altos no contexto de inflação baixa, sim. Não é o caso. Com uma inflação de 10% e juros de 5%, quem aforra perde 5% do valor ao fim de um ano.
Neste momento não é o caso. Com inflação alta beneficia quem tem dívidas, pois apesar da subida de juros, o valor real da dívida vai diminuindo progressivamente. Com 10% de inflação e a pagar juros de 5%, o real valor da dívida reduz-se automaticamente ao fim de um ano em 5%...
Juros altos no contexto de inflação baixa, sim. Não é o caso. Com uma inflação de 10% e juros de 5%, quem aforra perde 5% do valor ao fim de um ano.
Neste momento não é o caso. Com inflação alta beneficia quem tem dívidas, pois apesar da subida de juros, o valor real da dívida vai diminuindo progressivamente. Com 10% de inflação e a pagar juros de 5%, o real valor da dívida reduz-se automaticamente ao fim de um ano em 5%...
Se os rendimentos acompanharem a inflação....
Podem vir com todas as medidas e mais não sei o quê, que não vai haver casas mais baratas, pelo simples encadear de razões que leva a que os preços não parem de subir.
Juros mais altos
Custo da energia a subir
Sua consequência no custo dos materiais.
Mão de obra escassa, o que leva a aumentos nos custo da construção.
Portanto, não há nem vai haver aumento na oferta de casas novas, antes pelo contrário, cada vez menos e cada vez mais dirigidas a mercados com mais poder de compra.
Sobra as casas usadas, que cada dia que passa estão mais degradadas mas mesmo assim vão aumentar de preço, porque é a única coisa que vai havendo.
A solução para isto é mais habitação nova mas como não há condições para mais créditos, só com habitações baratas, aí esbarramos nas exigências das nossas leis de país rico.
Como “não podemos” andar para trás.
Vamos bater com a cabeça na paredes e destruir a economia do país à pala desta cena, com medidas parvas, ineficientes e sem resultados práticos que não seja conversa, essa não falta aos Portugueses, agora fazer, está quieto.
Se os rendimentos acompanharem a inflação....
O grande problema é que apesar de matematicamente ser mais vantajoso, os últimos 10 anos demonstraram que dinheiro barato sodomizou o mercado de habitação.
Sendo que no que diz respeito às casas o que tivemos foi em 10 anos aumentos de por vezes mais de 100%.
O que dá na realidade em relação às casas 10% de aumento ao ano.
Taxas de juro altas fazem subir o preço das casas? É mais o contrário. O que fez disparar o preço das casas foi a facilidade ao crédito habitaçao, nomeadamente através das baixas taxas de juros, permitindo pedir mais e mais dinheiro. A partir daí, a expeculação fez o resto. É claro que a falta de construção nova ajudou mas não foi o principal factor.Podem vir com todas as medidas e mais não sei o quê, que não vai haver casas mais baratas, pelo simples encadear de razões que leva a que os preços não parem de subir.
Juros mais altos
Custo da energia a subir
Sua consequência no custo dos materiais.
Mão de obra escassa, o que leva a aumentos nos custo da construção.
Portanto, não há nem vai haver aumento na oferta de casas novas, antes pelo contrário, cada vez menos e cada vez mais dirigidas a mercados com mais poder de compra.
Sobra as casas usadas, que cada dia que passa estão mais degradadas mas mesmo assim vão aumentar de preço, porque é a única coisa que vai havendo.
A solução para isto é mais habitação nova mas como não há condições para mais créditos, só com habitações baratas, aí esbarramos nas exigências das nossas leis de país rico.
Como “não podemos” andar para trás.
Vamos bater com a cabeça na paredes e destruir a economia do país à pala desta cena, com medidas parvas, ineficientes e sem resultados práticos que não seja conversa, essa não falta aos Portugueses, agora fazer, está quieto.
No meio disto tudo não percebi concretamente que fez o governo português para inverter a tendência de preços. Tirando a proibição de novos AL, não existe assim nada de concreto.
por exemplo na Alemanha existe o plano, já em execução à 2 anos, de ter 400 mil casas novas todos os anos, que por acaso não tem sido atingido, e agora é expectável que exista um défice de 1.4 milhões de casas em 2025 e já é uma prioridade actuar agora para mitigar o problema em 2025, incluindo alterações nas topologias das casas para melhor corresponder às novas famílias e vidas. Por isso é que eu depois me perco quando volto à realidade portuguesa, nada está quantificado, ninguém sabe quantas casas falta, e onde faltam, quais as topologias em falta, o governo lança medidas que nem sabe quantificar o efeito, é tudo com base em palpites.assim é complicado
somos um país exportador de jovens
logo para que precisamos de tantas casas ?
No meio disto tudo não percebi concretamente que fez o governo português para inverter a tendência de preços. Tirando a proibição de novos AL, não existe assim nada de concreto.
por exemplo na Alemanha existe o plano, já em execução à 2 anos, de ter 400 mil casas novas todos os anos, que por acaso não tem sido atingido, e agora é expectável que exista um défice de 1.4 milhões de casas em 2025 e já é uma prioridade actuar agora para mitigar o problema em 2025, incluindo alterações nas topologias das casas para melhor corresponder às novas famílias e vidas. Por isso é que eu depois me perco quando volto à realidade portuguesa, nada está quantificado, ninguém sabe quantas casas falta, e onde faltam, quais as topologias em falta, o governo lança medidas que nem sabe quantificar o efeito, é tudo com base em palpites.assim é complicado

Já o disseram atrás - em tempo de guerra não se limpam armas.
Esta é a altura para amortizar o CH ou amortizar o CH.
Deve ser a prioridade máxima.
E eventualmente passar para taxa fixa - 3.25
Se passar para taxa fixa, o resto de CH é só gerir.