Já passou aí atrás e não disse nada de mais.
A partir do momento em que se tenta mexer em casas supostamente vazias, não conhecendo sequer todas as nuances do porquê de estar vazias ou com ocupação esporádica, vai-se tentar resolver um problema, mas vai-se criar outro.
Por mim até se fazia a experiência.[

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Na cabeça do arquiteto a maioria é investimento financeiro parado. Existem casos obviamente, mas não acredito que sejam a maioria das casas vazias.
O BE também já veio dizer que o objectivo deles é tabelar teto máximo de rendas.
Porque um T1 caríssimo na Av. Liberdade é o mesmo que um T1 velho, pequeno na Mouraria.
Obviamente é um exemplo de comparação exagerado, mas poe à vista o problema de tabelar preços.
Até continua-se o exemplo dado na conversa da entrevista.
1200€ por T1 dada pelo entrevistador.
O BE, queria tabelar segundo rendas máximas já existentes.
Máximo seria 900€ por exemplo tal como está no porta65 jovem, valor que se consegue encontrar na Mouraria actualmente.
Na Av. Liberdade obviamente que não e ninguém iria alugar por esse valor. Ficaria fechada como investimento ou compulsivamente dada ao Estado para arrendamento.