Ou um paraíso fiscal por 10 anos
Não temos nada a ver com paraísos fiscais já que todas as transferências bancárias são extremamente escrutinadas pelo SEF, pelo Banco de Portugal e pelos bancos comerciais. Se há excepções com alguns investidores... a justiça tratará disso, ou não!
Agora o normal investidor dos 500-700 mil euros são os pobres ricos que nada mais nos pedem, que pagam balúrdios nas taxas para obtenção dos vários vistos, que têm de esperar mais de 14 meses para uma resposta (positiva ou negativa!), que depois pagam mais uns milhares de euros para um cartão que lhes vai demorar mais de 3 meses até chegar a casa.
Isto porque decidiram investir neste país, ao qual não irão mendigar subsídios na Segurança Social nem no Serviço Nacional de Saúde porque é gente que tem dinheiro e é obrigada a tal! a fazer seguros de saúde e quando têm que recorrer a esses serviços vão aos bons hospitais privados. Também é gente que vai almoçar e jantar a restaurantes, vão tomar o pequeno-almoço onde bem lhes entender e gastam o seu dinheiro com todos esses espaços portugueses.
Também compram roupas e calçado nacional ou estrangeiro mas vendido em Portugal. Fartam-se de viajar pelo nosso país e raramente trazem um dos seus carros, pelo que irão alugar aqui um, dando mais uma vez muito dinheiro a ganhar a este país.
Talvez fosse melhor correr com estes investidores e mandá-los para Espanha (para onde já estão a voltar novamente...), França, Itália, Malta, Grécia, etc. e assim teremos mais espaço para acolher aqueles migrantes de pé descalço cujo primeiro intuito é saber onde fica a Segurança Social mais próxima para requererem um subsídio!
Subsídio que vem de que dinheiro? Pois... de quem desconta!
Então que (i)migrantes queres cá? [

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Ah! Os outros não se safam dos 25% no IRS.