Tópico das Casas

Obviamente o Tictac não está a trabalhar bem.

Todos conhecemos aquelas histórias dos burlões do amor, que sacam milhares a mulheres.

E todos conhecemos histórias de mulheres que fazem tudo por amor, por um amante, por uma fantasia.

E o Tictac nem quer ficar com o dinheiro para ele, mas apenas que ela pague a casa.

Tictac aplica-te. Se necessário pede conselhos ao Zezé Camarinha! [:p]

Tipo o sargento de Damascos...
já me parti aqui a rir [:D]
 
Mas isso do ficar descalço ou não é um conceito indeterminado e que dava pano para mangas no tópico da poupança.

No fundo é saber o que se considera caber dentro do “ficar descalço”.

Eu diria que, no mundo ideal, tendo poupanças de 50k, estou disponível para dar 15k de entrada do meu lado.

Esse parece-me ser um bom equilíbrio, mas lá está, eu não atribuído um peso enorme a ter uma casa minha, ou pelo menos para já. E a prova disso é que gostava que a renda do empréstimo andasse nos 10-15% de rendimento do agregado , para não viver (apenas) para a casa e despesas inerentes.
 
Mas isso do ficar descalço ou não é um conceito indeterminado e que dava pano para mangas no tópico da poupança.

No fundo é saber o que se considera caber dentro do “ficar descalço”.

Eu diria que, no mundo ideal, tendo poupanças de 50k, estou disponível para dar 15k de entrada do meu lado.

Esse parece-me ser um bom equilíbrio, mas lá está, eu não atribuído um peso enorme a ter uma casa minha, ou pelo menos para já. E a prova disso é que gostava que a renda do empréstimo andasse nos 10-15% de rendimento do agregado , para não viver (apenas) para a casa e despesas inerentes.

Já eu neste momento e no cenário que colocaste daria de caras 40k de entrada e ficaria com 10k

Por isso sim, isto dava pano para mangas
 
Já eu neste momento e no cenário que colocaste daria de caras 40k de entrada e ficaria com 10k

Por isso sim, isto dava pano para mangas

E depois tens um azar qualquer, e o motor do teu carro entrega a alma ao criador, ou queres comprar / trocar de carro e fazes como? É que juntar 20k ainda demora algum tempo…

É que ter crédito para casa já acho mal, mas um mal necessário, juntar a isso um crédito automóvel para mim seria impensável. Para não falar que nos juros atuais vs preços das casas, mesmo para rendimentos acima da média só o CH já se aproxima do limite aceitável da taxa de esforço, quanto mais somar mais algum crédito…
 
Voltando ao que coloquei aqui na parte da manhã e estando eu a brincar com o simulador do Montepio antes de lá ir pessoalmente…reparei que afinal fazem 0.8 spread no meu caso (provavelmente em todos…) e se também der para ser Euribor 3M (na simulação da) será uma diferença de 0.8%.

Isto começa a ficar interessante…
 
E depois tens um azar qualquer, e o motor do teu carro entrega a alma ao criador, ou queres comprar / trocar de carro e fazes como? É que juntar 20k ainda demora algum tempo…

É que ter crédito para casa já acho mal, mas um mal necessário, juntar a isso um crédito automóvel para mim seria impensável. Para não falar que nos juros atuais vs preços das casas, mesmo para rendimentos acima da média só o CH já se aproxima do limite aceitável da taxa de esforço, quanto mais somar mais algum crédito…


Vou-te dizer como penso…

Quanto a trocar de carro - não trocava até ter o guito

Se avariasse e não tivesse pedia emprestado mas à partida ao fim de 6 meses já tinha dinheiro para trocar o motor.

Mas isto sou eu.
 
Mas isso do ficar descalço ou não é um conceito indeterminado e que dava pano para mangas no tópico da poupança.

No fundo é saber o que se considera caber dentro do “ficar descalço”.

Eu diria que, no mundo ideal, tendo poupanças de 50k, estou disponível para dar 15k de entrada do meu lado.

Esse parece-me ser um bom equilíbrio, mas lá está, eu não atribuído um peso enorme a ter uma casa minha, ou pelo menos para já. E a prova disso é que gostava que a renda do empréstimo andasse nos 10-15% de rendimento do agregado , para não viver (apenas) para a casa e despesas inerentes.

Pois, e por isto mesmo é que não deverás conseguir comprar casa... O que tu queres é praticamente impossível salvo sejas um gajo que faz remotes para os USA e ganhes cá +80k ano, e ela também tenha um bom salário, e compres uma casa fraca, dado seres LX.

Mas a tua situação é como a minha, temos salários medianos, a tender para o baixos (1500€) liq e vimos habituados de boas casas dos pais, e procuramos algo bom sem sacrificar demasiado taxa de esforço.

Eu comprei a minha o ano passado e após as obras que lhe fiz, acredito que a venderia com margem de +75%, é um dos melhores apartamentos da cidade, e mal seria de não achasse que tivesse feito um óptimo negócio.

Comprei com o pressuposto de viver lá uns aninhos e flipar, após construir uma moradia T4 em terreno já existente e na minha posse, mas acho que ela gosta mais de ouvir vizinhos e elevadores que passarinhos de manhã. Já eu, há pouco tempo lá, já estou bem farto de viver em apartamento e avançava o quanto antes para a moradia. No fundo, estou à espera que a construção simplifiqu€ para avançar projeto.

Na altura a mulher queria taxa fixa e hoje em dia, acredito que devia ter optado, ainda que com o esforço adicional da entrada de 20%, que à data recusei com todas as letras.

A solução do meio termo, amortizar parte do capital, envolve eu ficar com dois créditos, o CH e o crédito familiar em que não vejo nenhuma vantagem real, porque continuo a pagar imenso juro, ter seguros pornográficos, e tenho a saúde mental de ter 2 dívidas.

O que me causa aqui alguma comichão é o facto de alguém, profissionalmente estável eternamente, com boa segurança familiar, avessa ao risco e nada ambiciosa, não querer sacrificar o valor de poupanças e não se importar de pagar + 600€ de juro todos os meses. Não me faz sentido simplesmente, é matematicamente errado, é prejudicial.

No fundo, sinto que estou a ser prejudicado a nível de crescimento financeiro por alguém que teve uma educação financeira aquém do esperado para o nível familiar. Não me faz sentido que eu fique mais pobre 300€ por mês por uma decisão emocional.

Sempre que encontro estes casos, são profissionais e acabo por escalar o tema ao superior e ou aceita ou é despedido. Aqui não é tão simples porque ela não reage bem a folhas de Excel.
 
Mas isso do ficar descalço ou não é um conceito indeterminado e que dava pano para mangas no tópico da poupança.

No fundo é saber o que se considera caber dentro do “ficar descalço”.

Eu diria que, no mundo ideal, tendo poupanças de 50k, estou disponível para dar 15k de entrada do meu lado.

Esse parece-me ser um bom equilíbrio, mas lá está, eu não atribuído um peso enorme a ter uma casa minha, ou pelo menos para já. E a prova disso é que gostava que a renda do empréstimo andasse nos 10-15% de rendimento do agregado , para não viver (apenas) para a casa e despesas inerentes.

Claramente não estás ainda com mentalidade de colocar "a corda ao pescoço" em relação ao assunto casa. 😊

O bem casa será a coisa mais cara que irás adquirir durante a vida, portanto faz sentido que seja nesse que tenhas de aplicar mais euros.

Nessa situação de 50K de poupanças eu invertia os números, daria 35K de entrada e ficava com 15K.

Se ela tivesse na mesma situação e contribuindo de igual forma, seriam 70K de entrada e ainda ficavam com 30K em conjunto.

Quanto mais pedires, mais pagas de prestação, + juros, pagas mais de seguro de vida, pagas logo mais também de imposto de selo sobre o montante do crédito, etc.

Pedindo menos, tens um encargo mensal mais baixo, sobra-te mais dinheiro para recuperares mais rapidamente o nível de poupança.
 
Claramente não estás ainda com mentalidade de colocar "a corda ao pescoço" em relação ao assunto casa. 😊

O bem casa será a coisa mais cara que irás adquirir durante a vida, portanto faz sentido que seja nesse que tenhas de aplicar mais euros.

Nessa situação de 50K de poupanças eu invertia os números, daria 35K de entrada e ficava com 15K.

Se ela tivesse na mesma situação e contribuindo de igual forma, seriam 70K de entrada e ainda ficavam com 30K em conjunto.

Quanto mais pedires, mais pagas de prestação, + juros, pagas mais de seguro de vida, pagas logo mais também de imposto de selo sobre o montante do crédito, etc.

Pedindo menos, tens um encargo mensal mais baixo, sobra-te mais dinheiro para recuperares mais rapidamente o nível de poupança.

Concordo em absoluto, é isto e é relativamente simples.

Tem que se correr alguns riscos, mas um gajo novo mesmo que perca o emprego em princípio rapidamente resolve a situação. Portanto as reservas são menos relevantes aos 30 que aos 40 ou 50.

A vantagem de se ter mais folga mensal é poder ir amortizando o empréstimo, para quando vêm situações como estas (tx altas) estar mais folgado. Na vida de um empréstimo 30/40 anos haverá sempre altos e baixos.
 
Pois, e por isto mesmo é que não deverás conseguir comprar casa... O que tu queres é praticamente impossível salvo sejas um gajo que faz remotes para os USA e ganhes cá +80k ano, e ela também tenha um bom salário, e compres uma casa fraca, dado seres LX.

Mas a tua situação é como a minha, temos salários medianos, a tender para o baixos (1500€) liq e vimos habituados de boas casas dos pais, e procuramos algo bom sem sacrificar demasiado taxa de esforço.

Eu comprei a minha o ano passado e após as obras que lhe fiz, acredito que a venderia com margem de +75%, é um dos melhores apartamentos da cidade, e mal seria de não achasse que tivesse feito um óptimo negócio.

Comprei com o pressuposto de viver lá uns aninhos e flipar, após construir uma moradia T4 em terreno já existente e na minha posse, mas acho que ela gosta mais de ouvir vizinhos e elevadores que passarinhos de manhã. Já eu, há pouco tempo lá, já estou bem farto de viver em apartamento e avançava o quanto antes para a moradia. No fundo, estou à espera que a construção simplifiqu€ para avançar projeto.

Na altura a mulher queria taxa fixa e hoje em dia, acredito que devia ter optado, ainda que com o esforço adicional da entrada de 20%, que à data recusei com todas as letras.

A solução do meio termo, amortizar parte do capital, envolve eu ficar com dois créditos, o CH e o crédito familiar em que não vejo nenhuma vantagem real, porque continuo a pagar imenso juro, ter seguros pornográficos, e tenho a saúde mental de ter 2 dívidas.

O que me causa aqui alguma comichão é o facto de alguém, profissionalmente estável eternamente, com boa segurança familiar, avessa ao risco e nada ambiciosa, não querer sacrificar o valor de poupanças e não se importar de pagar + 600€ de juro todos os meses. Não me faz sentido simplesmente, é matematicamente errado, é prejudicial.

No fundo, sinto que estou a ser prejudicado a nível de crescimento financeiro por alguém que teve uma educação financeira aquém do esperado para o nível familiar. Não me faz sentido que eu fique mais pobre 300€ por mês por uma decisão emocional.

Sempre que encontro estes casos, são profissionais e acabo por escalar o tema ao superior e ou aceita ou é despedido. Aqui não é tão simples porque ela não reage bem a folhas de Excel.

Uma pequena questao. Falas varias vezes nos 600€/mes de juros, mas a amortizacao wue fizessem nao iam eliminar completamente esse valor de juros. Se calhar ela prefere pagar 100 ou 200€/mes para ter a segurança de um bom chunk of money donlado dela.
 
Pois, e por isto mesmo é que não deverás conseguir comprar casa... O que tu queres é praticamente impossível salvo sejas um gajo que faz remotes para os USA e ganhes cá +80k ano, e ela também tenha um bom salário, e compres uma casa fraca, dado seres LX.

Mas a tua situação é como a minha, temos salários medianos, a tender para o baixos (1500€) liq e vimos habituados de boas casas dos pais, e procuramos algo bom sem sacrificar demasiado taxa de esforço.

Eu comprei a minha o ano passado e após as obras que lhe fiz, acredito que a venderia com margem de +75%, é um dos melhores apartamentos da cidade, e mal seria de não achasse que tivesse feito um óptimo negócio.

Comprei com o pressuposto de viver lá uns aninhos e flipar, após construir uma moradia T4 em terreno já existente e na minha posse, mas acho que ela gosta mais de ouvir vizinhos e elevadores que passarinhos de manhã. Já eu, há pouco tempo lá, já estou bem farto de viver em apartamento e avançava o quanto antes para a moradia. No fundo, estou à espera que a construção simplifiqu€ para avançar projeto.

Na altura a mulher queria taxa fixa e hoje em dia, acredito que devia ter optado, ainda que com o esforço adicional da entrada de 20%, que à data recusei com todas as letras.

A solução do meio termo, amortizar parte do capital, envolve eu ficar com dois créditos, o CH e o crédito familiar em que não vejo nenhuma vantagem real, porque continuo a pagar imenso juro, ter seguros pornográficos, e tenho a saúde mental de ter 2 dívidas.

O que me causa aqui alguma comichão é o facto de alguém, profissionalmente estável eternamente, com boa segurança familiar, avessa ao risco e nada ambiciosa, não querer sacrificar o valor de poupanças e não se importar de pagar + 600€ de juro todos os meses. Não me faz sentido simplesmente, é matematicamente errado, é prejudicial.

No fundo, sinto que estou a ser prejudicado a nível de crescimento financeiro por alguém que teve uma educação financeira aquém do esperado para o nível familiar. Não me faz sentido que eu fique mais pobre 300€ por mês por uma decisão emocional.

Sempre que encontro estes casos, são profissionais e acabo por escalar o tema ao superior e ou aceita ou é despedido. Aqui não é tão simples porque ela não reage bem a folhas de Excel.

Neste caso despedia quem não aceitou a taxa fixa [:D], ainda por cima com esforço adicional na entrada que agora ainda implicava menos capital em dívida e sujeito a juros.

agora a sério, é complicado gestões familiares de orçamento, a illiteracia financeira e poder de decisão, além de componentes emocionais tudo no mesmo pote, são sempre situações complicadas de gerir.

a única solução sem danos que vejo dai é concordarem numa amortização extra e pronto, mesmo que se calhar só seja 20k ou assim no total.

Voltando à questão do banco, depende dos bancos, e de vários factores, mas reduzindo a dívida a 50% seria possível negociar um novo empréstimo, o limite é a capacidade de negociação e o património por trás, mantendo a casa como colateral e passando tu a fiador, ou outro fiador na família, acredito que o banco iria considerar a opção. Mas as componentes familiares e sentimentais não me parecem permitir uma abordagem tão pragmática da coisa..

Imaginando que o banco aceitava o que escrevi no parágrafo anterior, tu saltavas fora do empréstimo , e a tua mulher continuava a pagar um empréstimo de taxa variável actualmente bem acima da taxa fixa que ela queria, uma situação com muito potencial para ela ficar bem lixada com a situação.

por isso é que sempre se diz que não se mistura negócios com prazer, é só confusões [:D]
 
Última edição:
Pois, e por isto mesmo é que não deverás conseguir comprar casa... O que tu queres é praticamente impossível salvo sejas um gajo que faz remotes para os USA e ganhes cá +80k ano, e ela também tenha um bom salário, e compres uma casa fraca, dado seres LX.

Mas a tua situação é como a minha, temos salários medianos, a tender para o baixos (1500€) liq e vimos habituados de boas casas dos pais, e procuramos algo bom sem sacrificar demasiado taxa de esforço.

Eu comprei a minha o ano passado e após as obras que lhe fiz, acredito que a venderia com margem de +75%, é um dos melhores apartamentos da cidade, e mal seria de não achasse que tivesse feito um óptimo negócio.

Comprei com o pressuposto de viver lá uns aninhos e flipar, após construir uma moradia T4 em terreno já existente e na minha posse, mas acho que ela gosta mais de ouvir vizinhos e elevadores que passarinhos de manhã. Já eu, há pouco tempo lá, já estou bem farto de viver em apartamento e avançava o quanto antes para a moradia. No fundo, estou à espera que a construção simplifiqu€ para avançar projeto.

Na altura a mulher queria taxa fixa e hoje em dia, acredito que devia ter optado, ainda que com o esforço adicional da entrada de 20%, que à data recusei com todas as letras.

A solução do meio termo, amortizar parte do capital, envolve eu ficar com dois créditos, o CH e o crédito familiar em que não vejo nenhuma vantagem real, porque continuo a pagar imenso juro, ter seguros pornográficos, e tenho a saúde mental de ter 2 dívidas.

O que me causa aqui alguma comichão é o facto de alguém, profissionalmente estável eternamente, com boa segurança familiar, avessa ao risco e nada ambiciosa, não querer sacrificar o valor de poupanças e não se importar de pagar + 600€ de juro todos os meses. Não me faz sentido simplesmente, é matematicamente errado, é prejudicial.

No fundo, sinto que estou a ser prejudicado a nível de crescimento financeiro por alguém que teve uma educação financeira aquém do esperado para o nível familiar. Não me faz sentido que eu fique mais pobre 300€ por mês por uma decisão emocional.

Sempre que encontro estes casos, são profissionais e acabo por escalar o tema ao superior e ou aceita ou é despedido. Aqui não é tão simples porque ela não reage bem a folhas de Excel.

O vosso problema não são juros de 600€ mês.

sao projectos de vida diferentes.
 
Mas também não vejo o big deal nessa situação à escala que vocês estão a referir.

Eu estava bem lixado com a minha miúda se essas trocas de ideias fossem tema.

Eu sou de Direito, ela de Gestão , claro que nunca há consensos entre entradas , taxas fixas e variáveis.

Mas a coisa vai-se resolvendo, ela não se atravessa em questões jurídicas nem eu teimo sobre temas financeiros e no final está tudo certo.
 
Tictac se acreditas realmente que o teu futuro financeiro está a ser prejudicado nesse caso a alternativa é pagar a tua parte e resolver a questão.

Na minha ótica e utilizando uma expressão muito em voga se fizeres zoom out os 300€ de juros mensais da tua parte mesmo que se mantenha por 3 anos serão menos 10k que terás no futuro por isso não me parecerá relevante (visto seres uma pessoa que refere investir e por isso certamente que os investimentos irão ser superiores aos 4 ou 5% que terás de pagar).

Tens ainda a possibilidade de reduzir a dívida que dizes não te interessar pois ficas com 2 créditos.

Por último podes deixar rolar…

Já agora conheço uma pessoa que diz que meias só nos pés. 😂😂😂

PS - lembrei-me que existe uma outra opção que é o teu familiar em vez de fazer o empréstimo para a tua parte faz para a totalidade do CH

Assim ficam os 2 satisfeitos, tu que não pagas os juros pornograficos e ela que não gasta a poupança
 
Última edição:
Percebo o comentário pela forma como descrevi a questão, e há diferença na abordagem ao projeto de vida, sim, ainda assim, o principal tá lá.

Uma relação (a minha) não é abalada pela perspectiva de uma decisão financeira ou tipologia de habitação a escolher. Há todo um elo mais forte que supera todas estas futilities.
 
Isso, ela gosta de SUVs e eu gosto de carros ou jipes. São projetos de vida diferentes, no que aos carros diz respeito.

Se para manter a relação, tiver que andar num SUV, um gajo faz um sacrifício num Macan ou num XC60, não é por isso que acaba a relação.
 
Voltar
Superior