Topico do Leasing

Topico do Leasing

  • Rendimento superior a 1500 Euros - Leasing

    Votes: 25 25.5%
  • Rendimento superior a 1500 Euros - A pronto

    Votes: 31 31.6%
  • Rendimento inferior a 1500 Euros - Leasing

    Votes: 21 21.4%
  • Rendimento inferior a 1500 Euros - A pronto

    Votes: 21 21.4%

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Como funciona o leasing ? :sh)

Era só procurar no google

Leasing ou Arrendamento Mercantil é um contrato através do qual a arrendadora (a empresa que se dedica à exploração de leasing) adquire um bem escolhido por seu cliente (o arrendatário) para, em seguida, alugá-lo a este último, por um prazo determinado. Ao término do contrato o arrendatário pode optar por renová-lo por mais um período, por devolver o bem arrendado à arrendadora (que pode exigir do arrendatário, no contrato, a garantia de um valor residual) ou dela adquirir o bem, pelo valor de mercado ou por um valor residual previamente definido no contrato.
 
Há uma coisa que é importante não esquecer no Renting

O Renting ou o AOV não é um financiamento automovel ao contrario de um Credito, Leasing ou ALD onde o objectivo é "pagar" o carro de uma maneira faseada.

O Renting é o "pagamento de um serviço"...de um modo mais simples...é o aluguer de uma viatura a longo prazo ( entre 12 a 48 meses ). Muitas pessoas dizem que o Renting não interessa porque o carro "nunca é meu"...

Vamos la ver...num financiamento, o carro tambem só é da pessoa quando o termina de pagar...assim como a sua propria habitação. O objectivo do renting não é financiar um automovel, mas sim o cliente usufruir de um automovel.

Por exemplo:

Eu na Peugeot tenho uma campanha para a 407 SW Navteq RT4 1.6 Hdi com Pm

Renting a 24 meses, 20 000 km ano, manutenção correctiva e preventiva incluida por 440 €/mês....se for a 4 anos...ate poderá ser menos com os mesmos 20 000 km ano.

Quem conhece os rentings têm a consciendia que se trata de um excelente valor...

Tudo bem que tem de acrescer o seguro...mas em qualquer outro modo de financiamento tambem tem....

Se formos fazer as contas "custa" 21.120€ ao fim de 48 meses ter aquele carro...um carro que custa mais 15 000€ de PVP...

Se comprar têm de dar entrada, têm despesas de contracto, tem ( ou nao ) um valor residual....e têm de acrescer toda a manutenção da viatura e pagar qualquer avaria quando termina a garantia...o Renting o cliente paga zero...

O Renting so agora começa a entrar no mercado particular...no entanto todos temos de compreender que o Renting não serve para financiar um automovel...mas usufruir de um serviço....

Independemente da questão "compensar" há que separar bem o que é financiar um automovel e o que é um renting...

Primeiro que tudo é isto que é necessário diferenciar.
 
Tecnicamente, o leasing é uma operação de financiamento que consiste na cedência de utilização de um determinado bem por parte de uma Locadora (Banco) a um Cliente (locatário), durante um período de tempo, mediante o recebimento de uma renda. Neste tipo de operações o Cliente tem a opção de adquirir o equipamento, no final do prazo, pelo valor residual.

Na prática, e enquanto particular, podes olhar para isto como se fosse um empréstimo normal, com a diferença de que a última renda é diferente das outras, porque corresponde a um valor (chamado valor residual), que pode ir de 1 euro a 6% do valor inicial do contrato (os bancos/financeiras não costumam permitir mais que isto).
Legalmente a propriedade do automóvel é do Banco. Só passa a ser tua quando pagas o valor residual no final do contrato.

Vantagens para particulares só vejo 2:
1. Quanto maior for o valor residual, menos pagas nas rendas (mas isto é uma vantagem muito relativa)
2. Como a propriedade do automóvel é do Banco/financeira, este considera que a operação tem menos risco do que um empréstimo normal. Daí que esteja disposto a fazer preços mais baixos e/ou prazos de pagamento mais dilatados.


A grande vantagem destas operações é para as empresas: uma empresa pode deduzir 100% da renda (amortização de capital + juros) como custo financeiro, o que lhe permite reduzir o lucro tributável, e portanto pagar menos IRC. Se a empresa fizesse um empréstimo normal só poderia deduzir a parte dos juros. Em suma, para empresas, o leasing é uma operação fiscalmente mais eficiente que o empréstimo.

Em suma, para um particular, o leasing tem poucas vantagens face ao cédito automóvel com reserva de propriedade, por isso é que é pouco utilizado neste domínio dos particulares.
´
Cheira-me a que sabes de mais sobre o assunto. Eu que julgava que sabia alguma coisa, parece-me que ao pé de ti fico pela rama. [;)]
 
Há uma coisa que é importante não esquecer no Renting

O Renting ou o AOV não é um financiamento automovel ao contrario de um Credito, Leasing ou ALD onde o objectivo é "pagar" o carro de uma maneira faseada.

O Renting é o "pagamento de um serviço"...de um modo mais simples...é o aluguer de uma viatura a longo prazo ( entre 12 a 48 meses ). Muitas pessoas dizem que o Renting não interessa porque o carro "nunca é meu"...

Vamos la ver...num financiamento, o carro tambem só é da pessoa quando o termina de pagar...assim como a sua propria habitação. O objectivo do renting não é financiar um automovel, mas sim o cliente usufruir de um automovel.

Por exemplo:

Eu na Peugeot tenho uma campanha para a 407 SW Navteq RT4 1.6 Hdi com Pm

Renting a 24 meses, 20 000 km ano, manutenção correctiva e preventiva incluida por 440 €/mês....se for a 4 anos...ate poderá ser menos com os mesmos 20 000 km ano.

Quem conhece os rentings têm a consciendia que se trata de um excelente valor...

Tudo bem que tem de acrescer o seguro...mas em qualquer outro modo de financiamento tambem tem....

Se formos fazer as contas "custa" 21.120€ ao fim de 48 meses ter aquele carro...um carro que custa mais 15 000€ de PVP...

Se comprar têm de dar entrada, têm despesas de contracto, tem ( ou nao ) um valor residual....e têm de acrescer toda a manutenção da viatura e pagar qualquer avaria quando termina a garantia...o Renting o cliente paga zero...

O Renting so agora começa a entrar no mercado particular...no entanto todos temos de compreender que o Renting não serve para financiar um automovel...mas usufruir de um serviço....

Independemente da questão "compensar" há que separar bem o que é financiar um automovel e o que é um renting...

Primeiro que tudo é isto que é necessário diferenciar.

Por acaso e um assunto que me interessa, só 3 questoes.

1- o que é a manutenção correctiva e preventiva?

2- Qual é aproximadamente o valor residual ao fim dos 48 meses?

3- esse valor residual é pre defenido no no contrato ou no fim dos 48 meses?
 
Por acaso e um assunto que me interessa, só 3 questoes.

1- o que é a manutenção correctiva e preventiva?

2- Qual é aproximadamente o valor residual ao fim dos 48 meses?

3- esse valor residual é pre defenido no no contrato ou no fim dos 48 meses?

1º - É toda a manutenção que o carro necessita a nivel de revisões programadas pela marca e todo e qualquer problema que o carro tenha.

2º - O valor residual é baseado no valor de venda ( previsão ) ao fim do contracto...varia de carro para carro...não é uma percentagem.

3º - O valor residual é definido no inicio de modo a calcular as rendas.
 
Há uma coisa que é importante não esquecer no Renting
O Renting é o "pagamento de um serviço"...de um modo mais simples...é o aluguer de uma viatura a longo prazo ( entre 12 a 48 meses ). Muitas pessoas dizem que o Renting não interessa porque o carro "nunca é meu"...

É isso mesmo. Trata-se da prestação de um serviço.

Vamos la ver...num financiamento, o carro tambem só é da pessoa quando o termina de pagar...assim como a sua propria habitação. O objectivo do renting não é financiar um automovel, mas sim o cliente usufruir de um automovel.

Não é bem assim. A propriedade legal do bem em caso de empréstimo, mesmo no caso do crédito com reserva de propriedade é sempre da pessoa.
Por exemplo, num empréstimo à habitação com hipoteca, a casa é legalmente da pessoa, mas sobre ela pende um ónus (chamado hipoteca), ou seja, o direito de um terceiro sobre aquele bem em caso de incumprimento do contrato.
Nestes casos diz-se que a propriedade económica do bem é do Banco, mas a propriedade legal é da pessoa.
Esta distinção pode parecer pouco importante, mas na prática é determinante. É muito mais fácil para um Banco ir buscar um bem em leasing em caso de falta de pagamento, porque o bem já é legalmente dele. No caso de um empréstimo, é preciso executar a hipoteca ou a garantia respectiva, é preciso que o tribunal dê como provado o incumprimento dos pagamentos, etc, e tal.
 
É isso mesmo. Trata-se da prestação de um serviço.



Não é bem assim. A propriedade legal do bem em caso de empréstimo, mesmo no caso do crédito com reserva de propriedade é sempre da pessoa.
Por exemplo, num empréstimo à habitação com hipoteca, a casa é legalmente da pessoa, mas sobre ela pende um ónus (chamado hipoteca), ou seja, o direito de um terceiro sobre aquele bem em caso de incumprimento do contrato.
Nestes casos diz-se que a propriedade económica do bem é do Banco, mas a propriedade legal é da pessoa.
Esta distinção pode parecer pouco importante, mas na prática é determinante. É muito mais fácil para um Banco ir buscar um bem em leasing em caso de falta de pagamento, porque o bem já é legalmente dele. No caso de um empréstimo, é preciso executar a hipoteca ou a garantia respectiva, é preciso que o tribunal dê como provado o incumprimento dos pagamentos, etc, e tal.
Claro, mas eu falava em circustâncias normais...não em ligitios. No fundo de qualquer modo o banco não têm interesse no bem...é preferivel renegociar o contracto e arranjar trinta por uma linha para ir buscar o valor em divida.
 
Claro, mas eu falava em circustâncias normais...não em ligitios. No fundo de qualquer modo o banco não têm interesse no bem...é preferivel renegociar o contracto e arranjar trinta por uma linha para ir buscar o valor em divida.

Claro, mas às vezes tem que ser! À custa disso há quem faça bons negócios. Os Bancos geralmente contratam com empresas da especialidade a colocação no mercado dos automóveis que foram recolhidos por falta de pagamento. Mas para quem tem conhecimentos junto dos Bancos, é perfeitamente possível arranjar umas pechinchas. Segundo a Lei, caso o produto da venda do bem (judicial ou extra-judicial) exceda o valor em dívida ao Banco ( acrescido dos juros de mora, custas e outras despesas), o valor remanescente deverá ser entregue ao executado! Quer dizer, se eu sou o Banco e o cliente me pregou um calote de 10.000 euros, vou lá buscar-lhe o carro e coloco-o à venda. Se o vender por 15.000 euros e tiver tido despesas de 1000, sou obrigado a devolver 4000 euros ao caloteiro!
Nestes casos, eu Banco (na pessoa de um Director com poder para isso), prefiro vender o carro a um amigo por 11.000 euros. Eu Banco, fico com o meu problema resolvido, o meu amigo ficou por 11.000 euros com um carro que vale 15.000, e o caloteiro que se f...lixe!
É pouco ortodoxo, mas é assim que as coisas por vezes acontecem!
 
precisamente o que eu ia perguntar [;)]

ja agora tbm gostava de saber em que produtos posso encontrar esses 12%, dado que nem nos produtos de risco me lembro de ver percentagens tão elevadas.
Não tens?

As aplicações andam neste momentos muitas acima dos 30%!

Se fores para a Bolsa até podes conseguir melhor resultados!

Claro que comporta riscos. Mas Se o crédito são 7% e os juros sem risco forem 4%, já nem é nada mau! Vais pagar pouco mais pelo carro, ficas com o dinheiro (podes precisar dele), e lembra-te que 500€ hoje não é o mesmo que 500€ daqui a 4 ou 5 anos!

O credito ficou ligado a quem não tem dinheiro, mas hoje em dia cada vez mais pessoas ricas recorrem a crédito. Pq conseguem valores óptimos em crédito e se se mexerem bem no mercado (bolsa, imobiliário etc etc) ganham mais com o dinheiro.

Sei de pessoas que faziam creditos com excelentes condições que depois aplicados noutro banco sem risco ainda ganhavam dinheiro...
 
1º - É toda a manutenção que o carro necessita a nivel de revisões programadas pela marca e todo e qualquer problema que o carro tenha.

2º - O valor residual é baseado no valor de venda ( previsão ) ao fim do contracto...varia de carro para carro...não é uma percentagem.

3º - O valor residual é definido no inicio de modo a calcular as rendas.

Mais umas questoes

1- a manutençao inclui pneus?

2-o que é que acontece se fizermos mais que os 20 kkm por anor?

3-podes dar uma ideia do valor residual dessa 407?

ps: foram as ultimas nao te maço mais[:cool:]
 
Juros do crédito -> 7%

Juros de aplicações financeiras -> 12%+

Vale a pena ficar sem o dinheiro disponível? Não me parece.[;)]

P.S: Quando comprei o meu foi a pronto :D

era muito bom para mim, que banco paga isso ?

não conssigo mais de 4.75 e fixo a um ano.

inté.
 
Não tens?

As aplicações andam neste momentos muitas acima dos 30%!

Se fores para a Bolsa até podes conseguir melhor resultados!

Claro que comporta riscos. Mas Se o crédito são 7% e os juros sem risco forem 4%, já nem é nada mau! Vais pagar pouco mais pelo carro, ficas com o dinheiro (podes precisar dele), e lembra-te que 500€ hoje não é o mesmo que 500€ daqui a 4 ou 5 anos!

O credito ficou ligado a quem não tem dinheiro, mas hoje em dia cada vez mais pessoas ricas recorrem a crédito. Pq conseguem valores óptimos em crédito e se se mexerem bem no mercado (bolsa, imobiliário etc etc) ganham mais com o dinheiro.

Convém refrear os ânimos e esclarecer 1 ou 2 coisas. SilverArrow, referiste lá atrás que há aplicações que vencem juros a 12%. Ora, aplicações a vencer juros, só há os depósitos a prazo e as obrigações. Das 2ªs nem vale a pena falar porque é um produto que simplesmente não entra no cabaz de aplicações do português médio. Quanto aos DPs, garanto-te que dificilmente consegues mais que 5% nesta altura, num depósito a prazo "sério".
Muita atenção à publicidade que por aí anda de vários bancos que promete juros superiores. É que depois vais ver e és obrigado a aplicar pelo menos metade do teu dinheiro num fundo qualquer, muitas vezes sem capital garantido, e no fim de contas podes (sublinho o "podes") saír queimado.

Quando te referes a coisas tipo 30%, referes-te a rentabilidade de aplicações financeiras e não a juros. Estas aplicações (acções; fundos de acções; futuros; etc) têm risco elevado, são muito voláteis e é preciso sempre lembrar um lema sagrado: boas rentabilidades passadas não são garantia de boas rentabilidades futuras. Por exemplo, há fundos de acções de mercados emergentes que em 2005 tiveram rentabilidades de 70% e em 2006 caíram 80%....
No processo de decisão crédito vs comprar a pronto, é economicamente errado contar com rentabilidades dessas. O princípio da prudência diz-nos que deves ter sempre uma expectativa pessimista.
Mas, claro, cada um arrisca o seu dinheiro como quiser!
 
Mais umas questoes

1- a manutençao inclui pneus?

2-o que é que acontece se fizermos mais que os 20 kkm por anor?

3-podes dar uma ideia do valor residual dessa 407?

ps: foram as ultimas nao te maço mais[:cool:]

podes contratar com ou sem a substituição de pneus... tu é que decides e, claro, que com pneus fica um pouco mais caro..

se fizeres mais kms do que os contratados e não exceder uma determinada percentagem, normalmente 10%, pagas um valor fixo por km. Se excederes essa percentagem, o valor das rendas é re-calculado. (E vice-versa).

Vou-te dar o meu exemplo. Eu tenho renting com o BCP. Contratei 20k/ano, de cada vez que for à oficina, a oficina envia para a renting a factura e o nº de kms já percorridos.

A renting faz uma previsão dos kms a percorrer no tempo que ainda falta até ao fim do contrato. Se acharem que vou ultrapassar (ou ficar abaixo) por uma percentagem superior a 10% re-calculam a renda (com efectos retroactivos) tendo em conta o novo limite.

A partir do 12º mês de duração do CONTRATO e até 3 meses do seu termo, se se verificar com base na quilometragem real
percorrida um desvio superior a 10% em relação aos quilómetros contratados, calculados prorata temporis, o valor da renda poderá
ser recalculado com base nos parâmetros económicos e financeiros iniciais, com efeito retroactivo ao início do contrato. O
MILLENNIUM BCP RENTING procederá então à emissão de uma Nota de Débito ou Crédito, referente ao período já decorrido do
CONTRATO, passando então o CLIENTE a ser facturado pela nova renda.

No final do CONTRATO será efectuado o apuramento dos quilómetros percorridos versus os contratados:
a) Caso os quilómetros percorridos se encontrem fora de um intervalo de variação de 10% em relação aos quilómetros contratados,
proceder-se-á ao recálculo da renda mensal tendo em conta os quilómetros percorridos, confirmados por leitura efectuada pelo
MILLENNIUM BCP RENTING ou apurados por estimativa face aos quilómetros verificados na última intervenção oficinal, e os
parâmetros económicos e financeiros iniciais. Este recálculo tem efeito retroactivo ao início do CONTRATO. O MILLENNIUM
BCP RENTING procederá então à emissão de uma Nota de Débito ou Crédito referente ao período do CONTRATO;
b) Quando os quilómetros percorridos se encontrem dentro do intervalo de 10% em relação aos quilómetros contratados, procederse-
á ao Débito ou Crédito dos mesmos, sendo considerado para o efeito o custo quilométrico indicado na NOTA DE
ENCOMENDA.


Eu contratei o renting por 4 anos com 20k/ano. Pago na ordem dos 300€/mes, não me preocupo com revisões, selo, manutenções, desvalorização, etc...

Chego ao fim dos 4 anos e provavelmente entrego o carro.. não sou obrigado a pagar o valor residual.

Podem responder que andei a pagar para "nada", mas não é assim: não dei entrada, usufrui do carro 4 anos, não paguei mais nada a não ser as rendas e o seguro, e ao fim de 4 anos tenho a opção de ter um carro novo sem a preocupação de pagar valor residual e/ou vender este carro...

No BCP não é estabelecido no inicio do contrato o valor residual. Ele vai ser apurado apenas no final consoante o estado do carro...

Abraços
 
podes contratar com ou sem a substituição de pneus... tu é que decides e, claro, que com pneus fica um pouco mais caro..

se fizeres mais kms do que os contratados e não exceder uma determinada percentagem, normalmente 10%, pagas um valor fixo por km. Se excederes essa percentagem, o valor das rendas é re-calculado. (E vice-versa).

Vou-te dar o meu exemplo. Eu tenho renting com o BCP. Contratei 20k/ano, de cada vez que for à oficina, a oficina envia para a renting a factura e o nº de kms já percorridos.

A renting faz uma previsão dos kms a percorrer no tempo que ainda falta até ao fim do contrato. Se acharem que vou ultrapassar (ou ficar abaixo) por uma percentagem superior a 10% re-calculam a renda (com efectos retroactivos) tendo em conta o novo limite.

A partir do 12º mês de duração do CONTRATO e até 3 meses do seu termo, se se verificar com base na quilometragem real
percorrida um desvio superior a 10% em relação aos quilómetros contratados, calculados prorata temporis, o valor da renda poderá
ser recalculado com base nos parâmetros económicos e financeiros iniciais, com efeito retroactivo ao início do contrato. O
MILLENNIUM BCP RENTING procederá então à emissão de uma Nota de Débito ou Crédito, referente ao período já decorrido do
CONTRATO, passando então o CLIENTE a ser facturado pela nova renda.

No final do CONTRATO será efectuado o apuramento dos quilómetros percorridos versus os contratados:
a) Caso os quilómetros percorridos se encontrem fora de um intervalo de variação de 10% em relação aos quilómetros contratados,
proceder-se-á ao recálculo da renda mensal tendo em conta os quilómetros percorridos, confirmados por leitura efectuada pelo
MILLENNIUM BCP RENTING ou apurados por estimativa face aos quilómetros verificados na última intervenção oficinal, e os
parâmetros económicos e financeiros iniciais. Este recálculo tem efeito retroactivo ao início do CONTRATO. O MILLENNIUM
BCP RENTING procederá então à emissão de uma Nota de Débito ou Crédito referente ao período do CONTRATO;
b) Quando os quilómetros percorridos se encontrem dentro do intervalo de 10% em relação aos quilómetros contratados, procederse-
á ao Débito ou Crédito dos mesmos, sendo considerado para o efeito o custo quilométrico indicado na NOTA DE
ENCOMENDA.

Eu contratei o renting por 4 anos com 20k/ano. Pago na ordem dos 300€/mes, não me preocupo com revisões, selo, manutenções, desvalorização, etc...

Chego ao fim dos 4 anos e provavelmente entrego o carro.. não sou obrigado a pagar o valor residual.

Podem responder que andei a pagar para "nada", mas não é assim: não dei entrada, usufrui do carro 4 anos, não paguei mais nada a não ser as rendas e o seguro, e ao fim de 4 anos tenho a opção de ter um carro novo sem a preocupação de pagar valor residual e/ou vender este carro...

No BCP não é estabelecido no inicio do contrato o valor residual. Ele vai ser apurado apenas no final consoante o estado do carro...

Abraços

ao fim de 4 anos pagaste 15000 €, se esse valor for menor que a desvalorizaçao foi um bom negocio em teoria.
Ja agora qual e o carro?
 
ao fim de 4 anos pagaste 15000 €, se esse valor for menor que a desvalorizaçao foi um bom negocio em teoria.
Ja agora qual e o carro?

menor que a desvalorização, somada com os encargos de manutenção, despesas iniciais, impostos anuais e eventuais manutençõe adicionais não cobertas pela garantia e/ou com esta expirada...

é um 207 1.4hdi.
 
Convém refrear os ânimos e esclarecer 1 ou 2 coisas. SilverArrow, referiste lá atrás que há aplicações que vencem juros a 12%. Ora, aplicações a vencer juros, só há os depósitos a prazo e as obrigações. Das 2ªs nem vale a pena falar porque é um produto que simplesmente não entra no cabaz de aplicações do português médio. Quanto aos DPs, garanto-te que dificilmente consegues mais que 5% nesta altura, num depósito a prazo "sério".
Muita atenção à publicidade que por aí anda de vários bancos que promete juros superiores. É que depois vais ver e és obrigado a aplicar pelo menos metade do teu dinheiro num fundo qualquer, muitas vezes sem capital garantido, e no fim de contas podes (sublinho o "podes") saír queimado.

Quando te referes a coisas tipo 30%, referes-te a rentabilidade de aplicações financeiras e não a juros. Estas aplicações (acções; fundos de acções; futuros; etc) têm risco elevado, são muito voláteis e é preciso sempre lembrar um lema sagrado: boas rentabilidades passadas não são garantia de boas rentabilidades futuras. Por exemplo, há fundos de acções de mercados emergentes que em 2005 tiveram rentabilidades de 70% e em 2006 caíram 80%....
No processo de decisão crédito vs comprar a pronto, é economicamente errado contar com rentabilidades dessas. O princípio da prudência diz-nos que deves ter sempre uma expectativa pessimista.
Mas, claro, cada um arrisca o seu dinheiro como quiser!
Há para todos os riscos. Claro que há sempre riscos! Uma pessoa que não conheça o mercado não deve andar a brincar.

O que eu disse é que se tens 50.000€ e compras um carro de 50.000€ ficas com 0€. Se fizeres crédito, vais pagando e tens os 50.000€ para o que entenderes. Claro que não é boa politica gastar os 50.000€ em tretas e depois não ter fundos para pagar o crédito.

O meu carro penso que o crédito (que foi bem lutado) nem chegou aos 5%... Posso liquidar o crédito quando o quiser, mas para q? Para ficar sem o dinheiro e ficar com o carro? Assim tenho dinheiro e o carro, e o dinheiro tenho a juros a ganhar uns 3% sem qq risco e sem qq limite temporal grande e vou pagando o carro aos poucos.
 
menor que a desvalorização, somada com os encargos de manutenção, despesas iniciais, impostos anuais e eventuais manutençõe adicionais não cobertas pela garantia e/ou com esta expirada...

é um 207 1.4hdi.

bem nao teria comprado o teu carro nessas condiçoes, a nao ser que tive-se ao fim desses anos tive-se uma opçao para comprar no valor de 6k ou 7k euros.
 
bem nao teria comprado o teu carro nessas condiçoes, a nao ser que tive-se ao fim desses anos tive-se uma opçao para comprar no valor de 6k ou 7k euros.

quando se opta por uma solução destas tem que se ter em conta o uso que se vai dar ao carro.. Ao fim de 4 anos eu sei que o carro vai estar USADO. Não tenciono ficar com ele. Mas daqui por 4 anos o meu nível de vida/ situação familiar/ profissional, também vai ser diferente concerteza e nessa altura provavelmente optarei por outra solução financeira (ald, leasing, crédito pessoal, etc).. Assim, tive a opção de não ter que dar uma entrada, mantendo a minha liquidez, não tenho a obrigatoriedade de ficar com o carro, e tive as minhas poupanças a render...
 
Se for carro novo, e se pretende trocar frequentemente, o Renting (e não Leasing) é uma boa opção. Incluem gastos de manutenção, avarias, imprevistos, etc. e valem "x" quilómetros ou "x" anos e o contrato acaba assim que a primeira destas duas variáveis se esgotar. Findo esse período há várias alternativas, podem ficar com o carro, trocá-lo por outro novo, etc. (não conheço mais que isto sobre o renting)
 
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