Função Pública... Funcionários públicos com privacidade ameaçada...

A raiz do problema são os gastos que o nosso Estado tem e faz.
Claro que é, mas era boa ideia discriminar esses custos e é nisso que vocês os críticos falham.

Por uma simples razão dizem-vos que se gasta muito dinheiro com o estado e vocês "compram".


A raiz do problema é o gigantismo das prestações sociais que o nosso estado tem.
Que é ridícula e insignificante quando comparada com a fuga ao fisco, ridícula e insignificante quando o próprio estado não discrimina custos.

Por uma simples razão dizem-vos que se gasta muito dinheiro com o estado e vocês "compram".


A raiz do problema é a enormidade da folha de pagamentos da FP.
Apesar de função publica ter vencimentos congelados há uma porrada de anos, apesar de se ter o vencimento da Europa a 15 (e comparando com os países que entraram na mesma altura que nós) mais baixo e apesar de haver pessoas no estado que (só) recebem 6000€ de vencimento, mas têm um cartão de credito sem limite, telemóvel e carro topo de gama que podem compra para eles ao fim de um ano por 1/3 do valor de mercado.

É o deficit.... que esmaga os sectores produtivos e que geram LUCRO.
Errado outra vez, o deficit, não existe e pelo que se vê, não há provas de que alguma vez tenha existido.

Este "momento" que vivemos é apenas o continuar do atraso do pais é o resultado de anos de exploração do trabalho e de vencimentos baixos, de casos singulares no estado (como o que referi) e de anos de fuga aos impostos pela "nata" empresarial e politica do país é tb o utilizar de métodos arcaicos de produção e o quase inexistente investimento empresarial na investigação e novas tecnologias (que de novas já não tem nada).

O sector produtivo só não desapareceu ainda pq nem todos os empresários são iguais, alguns são demasiado pequenos para que reparem neles, outros lutam todos os dias para manter o "negocio" a funcionar.

Mas é mais fácil dizer que quem ganha mal é a causa do estado do país.

Por enquanto ainda podemos escolher no que acreditar.





.
 
Temos ou não um problema ?

Temos ou não um problema ?

...
Soa, perdoe-se-me, a alguma falta de coragem para dar o passo em frente e atacarem a raiz do problema, falta de coragem de que tanto acusam os funcionários públicos quando não querem abandonar a estabilidade que os liberais, como é óbvio, também não abandonarão sempre que possam!...

É estranho ser apenas essa a "vossa" preocupação, não achas?...[:p] [:p] [:p]
Por vezes fico com a impressão que se confunde a nuvem com Juno.

Aqueles a quem chamas de liberais já têm calos nos dedos de tanto teclar, não só a sua interpretação da situação, como das medidas a tomar para atacar alguns dos problemas graves deste País e com perspectivas de solução em quadros perfeitamente adequados.

Já têm dado provas de que são pessoas sensatas e empreendedoras.

Não os vejo à caça do Funcionário Público A ou B, mas sim à volta da instituição, Estado que não tem condições de suportar tanta ineficiência.

Por vezes, brincamos, mas não passa disso. [:D]

Vamos acabar com esses comportamentos de virgens ofendidas.

E repara no título do tópico. Não é preciso fazer nenhuma revolução (às vezes apetece... [br:)] ) mas antes evoluir face às novas regras em que vivemos.

E é isso que tem de mudar nas nossas cabecinhas.

Todos nós temos um papel importante a desempenhar no seio da sociedade.

Eu luto para que todos possam ter uma vida melhor. Não preciso, porque tal como o Obelix caí no caldeirão quando era pequenino... [kiss]

Outros, que precisam, não os vejo envolvidos nessa luta. Apenas ficam quietos a reinvidicar direitos e garantias que já não se usam, mas que essencialmente não são justas para o resto.

Entendes que quando vejo mais uma fábrica a fechar, pessoas que na TV mostram que estão condenadas ao infortúnio, porque se dedicaram vinte e tal anos a uma empresa e que não têm outra solução que o desemprego para o resto das suas vidas, sabes Pé Leve. Não posso ficar indiferente.

Aceito com uma certa resignação até, que como já disse os tempos mudaram. Mas vejo muito poucos a navegar nessa nova direcção. E fico preocupado com o abismo que se adivinha. Pode não ser hoje, nem amanhã, mas quando chegar a altura da pancada, ela vai ser forte.

E nessa altura, vai ser terrível.

Especialmente para os mais fracos e para aqueles que não se prepararam.

É que ouço em demasia falar do exemplo Argentino. É um mau exemplo, para que fiquemos a discutir quimeras.
 
Claro Nthor
Tu escolhes o que quiseres acreditar e discutes o que quiseres da forma que quiseres.

Qd aqui se discute OGE com números e tudo tu dizes que são mentiras.
E agora passados meses os "criticos falham" pq a Matemática é aquilo que o "homem" quiser.

E depois o que é insinificante e o que é decisivo é o que tu escolhes acreditar e repetir até à exaustão.

Nada a fazer.

Se acreditasse que valia a pena desenterrava o ficheiro outra vez com numeros da situação do nosso OGE ou da balança de pagamentos ou do déficit comercial ou....... e repetia outra vez ad nausean os mesmos argumentos e factos que tu nessas alturas ignoras ou respondes ao lado.

Assim é que tu gostas da discussão.
Blá, blá, bla´.....


Sim Nthor, nós falhámos e tu acertas.
Sempre.
Novidades???
Nenhuma.
 
Por vezes fico com a impressão que se confunde a nuvem com Juno.

Aqueles a quem chamas de liberais já têm calos nos dedos de tanto teclar, não só a sua interpretação da situação, como das medidas a tomar para atacar alguns dos problemas graves deste País e com perspectivas de solução em quadros perfeitamente adequados.

Já têm dado provas de que são pessoas sensatas e empreendedoras.

Não os vejo à caça do Funcionário Público A ou B, mas sim à volta da instituição, Estado que não tem condições de suportar tanta ineficiência.

Por vezes, brincamos, mas não passa disso. [:D]

Vamos acabar com esses comportamentos de virgens ofendidas.

E repara no título do tópico. Não é preciso fazer nenhuma revolução (às vezes apetece... [br:)] ) mas antes evoluir face às novas regras em que vivemos.

E é isso que tem de mudar nas nossas cabecinhas.

Todos nós temos um papel importante a desempenhar no seio da sociedade.

Eu luto para que todos possam ter uma vida melhor. Não preciso, porque tal como o Obelix caí no caldeirão quando era pequenino... [kiss]

Outros, que precisam, não os vejo envolvidos nessa luta. Apenas ficam quietos a reinvidicar direitos e garantias que já não se usam, mas que essencialmente não são justas para o resto.

Entendes que quando vejo mais uma fábrica a fechar, pessoas que na TV mostram que estão condenadas ao infortúnio, porque se dedicaram vinte e tal anos a uma empresa e que não têm outra solução que o desemprego para o resto das suas vidas, sabes Pé Leve. Não posso ficar indiferente.

Aceito com uma certa resignação até, que como já disse os tempos mudaram. Mas vejo muito poucos a navegar nessa nova direcção. E fico preocupado com o abismo que se adivinha. Pode não ser hoje, nem amanhã, mas quando chegar a altura da pancada, ela vai ser forte.

E nessa altura, vai ser terrível.

Especialmente para os mais fracos e para aqueles que não se prepararam.

É que ouço em demasia falar do exemplo Argentino. É um mau exemplo, para que fiquemos a discutir quimeras.
Liberais é maneira de dizer, já que aqui todos (tal como deve ser), têm obrigações para com a Sociedade e ninguém está, por assim dizer, "desobrigado" a nada!

Mas "os liberais" também não têm motivos para não serem pessoas "sensatatas e empreendedoras"! Nada contra, tudo a favor!

A instituição Estado não é tão ineficiente quanto se pensa, nem tão eficaz, ainda, quanto deveria, mas essa co-relação de optimização, o ponto de equilíbrio, não me parece mensurável ou derimível, de forma conclusiva, aqui, para que se saiba quem tem, mesmo, razão!

E, sim, reparei no título do tópico, fui eu que o escrevi (mas não digas a ninguém), e foi com esse alcance que me parece que ele foi elaborado, questionar-se sobre se o que se está a passar é o fim, ou o princípio, que pressupõe evolução, pelo menos a partir daqui! No fundo apela a uma reflexão sobre se está certo ou errado, não o percorrer-se um caminho evolutivo, mas o próprio caminho escolhido...

E, de facto, como tu, e bem, dizes, todos nós temos um papel a desempenhar na Sociedade, mas não é como desempregados (que é o que está a desenhar-se para muitos, demasiados)!

E também eu luto para que todos tenham uma vida melhor, já que também não caí no caldeirão da poção mágica por nascimento, tal como o Obelix! É por isso que também não sou (nada) indiferente quando vejo as fábricas a fecharem, as escolas, os bancos de urgência, as maternidades "e o país"! Também não posso ficar indiferente ao facto de ver os que, como eu, tanto fazem, ao lado dos que "encostam a perna à rã"...

Também me custa ver os empresários fugir ao fisco e pagarem menos do que eu nos infantários, porque "têm um rendimento menor", receberem abono de família e a minha filha não, viverem "à grande e à francesa" e fazerem "néstes"!...[8b]

Também me custa as dificuldades que enfrentam os nossos pescadores, a quem tudo é exigido, ao contrário das facilidades que os espanhóis enfrentam nas mesmas águas e lotas.

Custa-me ainda ter um Governo que acha um disparate baixar os impostos (aos por conta de outrém e aos que geram emprego), quando Espanha fê-lo e pulou em frente!...

Eu também aceito que os tempos mudaram, e que pena terem mudado tão pouco, mas o caminho traçado para além de "tão curto" parece-me tão irreflectido e errado que esse abismo de que falas já eu falei no princípio, aquando da inflexão para o próprio, decidida por quem manda nisto!...

E é pena, porque eu acho que todos, mas todos mesmo (ou a esmagadora maioria...) tem algo de riqueza a dar ao país, sobretudo no cada vez mais longo caminho que temos para percorrer, pois, como já disse, continuamos a andar para trás![8b]
 
A raiz do problema são os gastos que o nosso Estado tem e faz.
A raiz do problema é o gigantismo das prestações sociais que o nosso estado tem.
A raiz do problema é a enormidade da folha de pagamentos da FP.

A raíz do problema é só isto? Então e...

a fraca competitividade do sector privado?
a falta de espírito empreendedor na sociedade?
a fuga dos alunos de tudo o que envolva matemática e/ou engenharia?
a fraca qualidade dos produtos Portugueses no estrangeiro?
o baixo valor acrescentado da indústria Portuguesa?
a quase inexistente investigação científica nas empresas?
a baixa taxa de inovação nas empresas?
o mau aproveitamento dos fundos comunitários pelas empresas?
a falta de estratégia empresarial?

Também é tudo culpa do Estado e da FP?

Pensar que o único culpado dos problemas do País é a FP, é... INGENUIDADE

Quando é que se convencem que TODOS têm culpa e que TODOS têm que mudar?
 
Custa-me ainda ter um Governo que acha um disparate baixar os impostos (aos por conta de outrém e aos que geram emprego), quando Espanha fê-lo e pulou em frente!...


podes so explicarnos aqui pra nos quando foi que a espanha baixou os impostos, nomeadamente o estado das contas publicas nesse momento.

é que superavit é diferente de defice[:p]
 
A raíz do problema é só isto? Então e...

a fraca competitividade do sector privado?
a falta de espírito empreendedor na sociedade?
a fuga dos alunos de tudo o que envolva matemática e/ou engenharia?
a fraca qualidade dos produtos Portugueses no estrangeiro?
o baixo valor acrescentado da indústria Portuguesa?
a quase inexistente investigação científica nas empresas?
a baixa taxa de inovação nas empresas?
o mau aproveitamento dos fundos comunitários pelo Estado e pelos privados?
a falta de estratégia empresarial?

Também é tudo culpa do Estado e a FP?

Pensar que o único culpado dos problemas do País é a FP, é... INGENUIDADE

Quando é que se convencem que TODOS têm culpa e que TODOS têm que mudar?
ja oubviste falar numa aposta liberal[:D][:blush:]
 
A instituição Estado não é tão ineficiente quanto se pensa, nem tão eficaz, ainda, quanto deveria, mas essa co-relação de optimização, o ponto de equilíbrio, não me parece mensurável ou derimível, de forma conclusiva, aqui, para que se saiba quem tem, mesmo, razão!

O ponto de equilibrio não é difícil, é mesmo impossível de mensurar.
Nós, Liberais, não procuramos algo que seja o santo graal.

Mas o que é preciso fazer em situações como a nossa estamos fartos de dar exemplos.
E as medidas eficazes e que resolvem a situação a longo prazo são sempre as mesmas.
Aqui ou na Conxichina.

E como a realidade é sempre dinâmica o ponto de equilíbrio vai mudando e a intensidade das medidas e das políticas tb mudam, vão variando.




EU
Tu insistes em colocar o problema em todos o que é uma bela forma de ninguém ser responsável.
Achas que os Eslovacos tem empresários fantásticos e universidades de ponta OU falar de empresários nacionais não faz sentido???
A nossa sociedade, PORTUGAL, não é liberal.
Tudo, ou quase, conduz ao condicionamento, limitação ou intervenção excessiva e reguladora.
Juntas a isto impostos que mal sustentam a máquina Estatal e está a barraca montada.
O expresso da semana passada tinha uma bela entrevista com um Arq espanhol, salvo erro. Se fores a tempo lê.
 
Claro Nthor
Tu escolhes o que quiseres acreditar e discutes o que quiseres da forma que quiseres.

Qd aqui se discute OGE com números e tudo tu dizes que são mentiras.
E agora passados meses os "criticos falham" pq a Matemática é aquilo que o "homem" quiser.

E depois o que é insinificante e o que é decisivo é o que tu escolhes acreditar e repetir até à exaustão.

Nada a fazer.

Se acreditasse que valia a pena desenterrava o ficheiro outra vez com numeros da situação do nosso OGE ou da balança de pagamentos ou do déficit comercial ou....... e repetia outra vez ad nausean os mesmos argumentos e factos que tu nessas alturas ignoras ou respondes ao lado.

Assim é que tu gostas da discussão.
Blá, blá, bla´.....


Sim Nthor, nós falhámos e tu acertas.
Sempre.
Novidades???
Nenhuma.
Pois que pena, essa amarra que te prende e não te deixa ver mais do que a "cartilha".

É isto que me deixa triste com os tugas, tem tanto potencial, podem fazer tanto e tornar-se Portugueses, mas falha o motor de arranque.

Há quem fique mais que contente por continuarmos a ser tugas....





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Pois que pena, essa amarra que te prende e não te deixa ver mais do que a "cartilha".

É isto que me deixa triste com os tugas, tem tanto potencial, podem fazer tanto e tornar-se Portugueses, mas falha o motor de arranque.

Há quem fique mais que contente por continuarmos a ser tugas....





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Sim, meu "velho do restelo", sim.
 
Estás na brincadeira ou na posse de todas as tuas faculdades mentais?

Responde-me, anda. [:D] [:cool:] [:D]
Isso é mais uma das tuas conhecidas técnicas de manipulação?

Realmente de cada vez que vos tiram o tapete espalham-se, como querem que as pessoas vos sigam num sistema liberal se quem apoia tal sistema reagem assim depois de descobertos.

Imagino um sistema liberal de trabalhar até cair, onde quem discorda segue para o manicómio para ser reeducado.

Isso é uma verdadeira inovação misturar estalinismo com feudalismo [:vm)].




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Tu insistes em colocar o problema em todos o que é uma bela forma de ninguém ser responsável.
Bela interpretação, sim senhor...

Não, J.R., eu deixei bem claro que penso que a culpa é de... todos e que todos têm que mudar e evoluir. Transformar esta afirmação claríssima em "ninguém é responsável", é... abusivo e ridículo.

Achas que os Eslovacos tem empresários fantásticos e universidades de ponta OU falar de empresários nacionais não faz sentido???
Por acaso até têm uma sociedade empreendedora fantástica.

E sim, falar em empresários nacionais faz sentido. Nós é que temos que empreender!
 
...
E é pena, porque eu acho que todos, mas todos mesmo (ou a esmagadora maioria...) tem algo de riqueza a dar ao país, sobretudo no cada vez mais longo caminho que temos para percorrer, pois, como já disse, continuamos a andar para trás![8b]
muito bem. apr:)

Mas á aqui uma pequena coisa a poderar. A causa disto tudo.

Porque pegando no caso dos Empresários, dizer que eles fogem ou não ao fisco não resolve nada.

O problema aqui é todos trabalharmos todos no sentido de corrigir o que está mal.

Vi cá em casa na capa de uma revista um nº surpreendente. Cerca de 49% (mais ou menos) dos Portugueses acham normal fugir ao Fisco.

Já viste que esta % apanha toda a gente. Deste eu, tu, o Juiz, o Professor, o Político, o Economista, o FP, o Privado, o Padre, a Prostituta...

E é isso que está errado.

Somos demasiado permissivos em Sociedade. Temos algo no nosso ADN que faz olhar para o cisco no olho do nosso vizinho e não ver a árvore que está à nossa frente.

E é essa uma luta a ter. A de moral de valores. É a base de tudo o que nos rodeia.

A minha avó é inglesa e dá para perceber como as coisas funcionam. Eles têm regras para tudo. E têm uma atitude para tudo.

Aqui, é veres os carros estacionados em cima dos passeios e nas passadeiras e depois ainda têm todos razão.

É preciso muito, mas muito esforço e na direcção correcta para que se possa pretender à mudança.

Mas é difícil, porque o problema está no Povo. É preciso muito mais do que a nossa classe política para mudar tudo isto, dado eles serem filhos deste povo. É necessário um autêntico milagre. [;)]
 
Mas é difícil, porque o problema está no Povo. É preciso muito mais do que a nossa classe política para mudar tudo isto, dado eles serem filhos deste povo. É necessário um autêntico milagre. [;)]

Com o mesmo povo já fizemos muitas coisas interessantes. Basta haver uma mudança de atitude.

Agora o como deixo para quem sabe.. eu não tenho pretensões a sociologo, economista, politico ou filosofo!
 
Originalmente Colocado por Pé Leve
...
E é pena, porque eu acho que todos, mas todos mesmo (ou a esmagadora maioria...) tem algo de riqueza a dar ao país, sobretudo no cada vez mais longo caminho que temos para percorrer, pois, como já disse, continuamos a andar para trás![8b]
muito bem. apr:)

Mas á aqui uma pequena coisa a poderar. A causa disto tudo.

Porque pegando no caso dos Empresários, dizer que eles fogem ou não ao fisco não resolve nada.

O problema aqui é todos trabalharmos todos no sentido de corrigir o que está mal.

Vi cá em casa na capa de uma revista um nº surpreendente. Cerca de 49% (mais ou menos) dos Portugueses acham normal fugir ao Fisco.

Já viste que esta % apanha toda a gente. Deste eu, tu, o Juiz, o Professor, o Político, o Economista, o FP, o Privado, o Padre, a Prostituta...

E é isso que está errado.

Somos demasiado permissivos em Sociedade. Temos algo no nosso ADN que faz olhar para o cisco no olho do nosso vizinho e não ver a árvore que está à nossa frente.

E é essa uma luta a ter. A de moral de valores. É a base de tudo o que nos rodeia.

A minha avó é inglesa e dá para perceber como as coisas funcionam. Eles têm regras para tudo. E têm uma atitude para tudo.

Aqui, é veres os carros estacionados em cima dos passeios e nas passadeiras e depois ainda têm todos razão.

É preciso muito, mas muito esforço e na direcção correcta para que se possa pretender à mudança.

Mas é difícil, porque o problema está no Povo. É preciso muito mais do que a nossa classe política para mudar tudo isto, dado eles serem filhos deste povo. É necessário um autêntico milagre. [;)]
Mas, caro amigo, a luta contra a malformação das mentalidades, tal como a das grandes reformas económicas, não se ganha repentinamente, por decreto! Ela tem de ser lenta e gradual.

É por isso que, por exemplo, eu defendo a progressiva aplicação de medidas inquestionáveis no sentido de aumentar a saúde da nossa economia (e até apoio algumas deste governo, pasme-se...[:D] ) e outros querem fazê-lo num impensado e brusco "catrapum", que já está, e, claro, isso não pode ser!

É a essa aplicação progressiva das medidas, criteriosa, que importa implantar na nossa economia, e que eu defendo, que muitos apelidam, por alguma desatenção ao que eu escrevo (...), de resistência ou negação à mudança! Mas, como vimos, não é, de facto, disso que se trata!

Os passos, seja em termos económicos, seja em termos de evolução da mentalidade, têm de ser firmes, como firmes são os passos que damos ao andar,.. senão caímos!

Entendeste?... [;)]
 
...
Os passos, seja em termos económicos, seja em termos de evolução da mentalidade, têm de ser firmes, como firmes são os passos que damos ao andar,.. senão caímos!

Entendeste?... [;)]
A velocidade neste contexto conta. E muito.

Há que ser arrojado, não andar às voltas e fazer as coisas depressa.

Não é muito difícil.

Dou-te um exemplo. Há uns meses tive a ocasião de conversar à vontade com uma senhora que é funcionária superior da Direcção Geral de Finanças. E a conversa vai naturalmente sobre o caos fiscal que existe em Portugal porque na minha perspectiva há uma quase inteira impunidade para os infractores.

E a conversa a partir de uma determinada altura assumiu contornos perfeitamente demenciais. Quando confrontada com a situação de que o incumprimento fiscal é de bradar aos céus e que noutros países, quem não cumpre tem logo uma brigada no mês seguinte a bater à porta. E ou trazem o gajo ou o dinheiro.
A resposta lapidar da senhora: Não queremos transformar este País num estado policial, pois não?

Esta pessoa tem como disse um cargo superior e pensa assim. Como pensarão os subordinados dela? Pior, claro !!!

E depois casos como da Beltrónica apavoram toda a gente. O desgraçado do gajo que levantou os autos levou com processos judiciais em cima por parte da Beltrónica e o seu Patrão o Estado, borrifou-se por inteiro para o assunto. Todas as despesas do processo correram por conta dele. Há uns tempos o Ministro das Finanças veio a público defender que a partir de agora o Estado iria pagar as despesas processuais neste caso.

Ir devagar?

Isto precisa de um tratamento de choque, é o que é. [:cool:]
 
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